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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Incandescentes com os dias contados.


As lâmpadas incandescentes devem ser trocadas por fluorescentes ou LED (diodos emissores de luz) até 2016, conforme portaria dos Ministérios de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia, e Indústria e Comércio, de janeiro de 2011. O objetivo é a economia na geração e distribuição de energia, além de possibilitar uma redução em até 80% dos gastos para o consumidor. Atualmente, são comercializados cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes nos Brasil.

A medida pode ter incentivado a produção local do setor no país. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) o Brasil deverá receber três novas fábricas para produção de lâmpadas LED nos próximos anos. Hoje, o crescimento do consumo das LEDs nas residências chega a 250 mil unidades por ano, um crescimento em 100% no país, segundo a Abilux.


As lâmpadas LED são seis vezes mais eficientes, apresentando vida útil entre 20 mil e 50 mil horas de duração, enquanto uma incandescente (tradicional) chega a cerca de mil horas. Diferente das incandescentes que liberam energia através do calor, o LED libera a energia excedente na forma de luz.

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