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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

IGP-M de fevereiro apresentou variação positiva.

Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 1,29%, em fevereiro. Em janeiro, o índice variou 1,14%. Em fevereiro de 2015, a variação foi de 0,27%. A variação acumulada em 2016, até fevereiro, é de 2,44%. Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 12,08%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
 
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 1,45%. No mês anterior, a taxa foi de 1,14%. O índice relativo aos Bens Finaisvariou 1,43%, em fevereiro. Em janeiro, este grupo de produtos mostrou variação de 1,84%. Contribuiu para este recuo o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 7,60% para 2,48%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 1,29%. Em janeiro, a taxa foi de 1,10%.
 
O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 1,16%. Em janeiro, a taxa foi de 0,69%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura,cuja taxa de variação passou de 1,06% para 1,96%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 1,43%, ante 0,87%, em janeiro.
 
No estágio inicial da produção, o índice do grupo Matérias-Primas Brutas variou 1,83%, em fevereiro. Em janeiro, o índice registrou variação de 0,85%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: milho (em grão) (9,68% para 17,79%), bovinos (0,09% para 2,63%) e cana-de-açúcar (1,39% para 4,03%). Em sentido oposto, destacam-se: soja (em grão) (1,83% para -1,45%), suínos (-0,58% para -11,08%) e aves (-2,48% para -4,20%).
 

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 1,19%, em fevereiro, ante 1,48%, apresentado em janeiro, conforme dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (2,36% para 1,42%).  Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 19,44% para 5,29%.
 
Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Educação, Leitura e Recreação (3,67 % para 2,06%) e Vestuário (0,34% para 0,22%). Nestas classes de despesa, os destaques foram: cursos formais (6,67% para 3,26%) e roupas (0,15% para -0,04%), respectivamente.
 
Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes(1,48% para 1,73%), Habitação (0,78% para 0,83%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,59% para 0,69%),Comunicação (0,52% para 0,71%) e Despesas Diversas (1,20% para 1,32%). Nestas classes de despesa, destacaram-se: etanol (1,30% para 4,43%), empregados domésticos (1,34% para 2,44%),artigos de higiene e cuidado pessoal (0,14% para 0,73%), tarifa de telefone móvel (-0,02% para 0,44%) e cigarros (1,55% para 2,25%), respectivamente.
 
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em fevereiro, variação de 0,52%, acima do resultado de janeiro, de 0,32%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,53%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,52%. O índice que representa o custo daMão de Obra registrou taxa de 0,51%. No mês anterior, este grupo variou 0,15%. 
Fonte: FGV

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