Os mais de 30 mil acessos ao www.reformaeconstrucaodacasa.blogspot.com maximizam o foco na excelência pela informação jornalística de qualidade. Ao optarmos pelo segmento editorial assumimos compromissos como ferramenta imprescindível no empreendedorismo do setor. Dar suporte através de uma comunicação precisa, verídica e direta é responsabilidade e metas desta publicação online. Além dos significativos acessos, opiniões, sugestões ou críticas serão bem-vindas no aperfeiçoamento e consolidação dos objetivos proposto. Sua participação vai estampar a página desta revista como forma de reconhecimento e admiração pelo seu direito de expressão. Comentários através do reformaeconstrucaodacasa@gmail.com

segunda-feira, 30 de março de 2015

Construção empregou menos em fevereiro.

O nível de emprego na construção brasileira registrou queda de 0,94% em fevereiro em comparação a janeiro. O saldo entre demissões e contratações ficou negativo em 30,9 mil trabalhadores com carteira assinada, de acordo com pesquisa elaborada pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) em parceria com a FGV (Fundação Getulio Vargas). No bimestre, o saldo negativo soma 42 mil vagas. Com isso, ao final de fevereiro o número de trabalhadores do setor totalizava 3,276 milhões.

Na comparação do acumulado no ano contra o mesmo período do ano anterior, a queda foi de 6,99%, uma redução de 247,2 mil empregos. Em relação a fevereiro de 2014, foram fechadas 278.137 vagas (-7,82%).

Segundo o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, “a queda do emprego na construção está ocorrendo numa dimensão preocupante em todos os segmentos deste setor que representa 50% dos investimentos do país. Com obras públicas e do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) parando e obras imobiliárias diminuindo de volume, corremos o risco de encerrar este ano com a demissão de centenas de trabalhadores, com forte impacto negativo no PIB e na renda das famílias. O governo precisa urgentemente estancar o processo de demissões, retomando os investimentos do PAC, voltando a pagar o MCMV em dia, revendo o fim da desoneração da folha de pagamentos da construção e acelerando os estudos para viabilizar novas concessões na infraestrutura.”

No mês, todas as regiões do país apresentaram resultado negativo. Confira na planilha abaixo:

Fonte SindusCon-SP

Nenhum comentário:

Postar um comentário