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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Um cenário sem perspectivas.

O desempenho das construtoras no atual cenário político e econômico brasileiro, na percepção dos empresários do setor, apresentou recuo de 10,4% em agosto com relação à pesquisa anterior e 18,8% nos últimos 12 meses, a pior marca apontada desde novembro de 2005, conforme a 60ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil, realizada pelo SindusCon-SP e Fundação Getulio Vargas (FGV). O estudo foi realizado por amostragem qualificada de 187 empresários do setor em todo o país. 

Para os próximos meses as perspectivas não são boas. Conforme a sondagem a retração será de 16% de desempenho em relação à pesquisa anterior e de 26,6% em 12 meses. Com relação aos custos setoriais subiu 4,5% na comparação com o trimestre anterior e 2,1% em 12 meses.

Sobre a condução da política econômica, as perspectivas apontaram quedas de 22,7% ante a sondagem anterior e 48,5% na comparação com 2013. Ao mesmo tempo, a perspectiva com relação ao crescimento econômico caiu 23,5% em relação ao trimestre anterior e recuou 37,1% em 12 meses, enquanto a perspectiva de inflação reduzida apresentou retração de 18% e 26,1%, respectivamente.

O indicador de dificuldades financeiras permaneceu alto, em 55,1, e crescendo na comparação com o ano passado, indicando um crédito mais caro e mais difícil para as empresas da construção.


Fonte: SindusCon-SP/FGV Projetos. Os dados apresentados na tabela estão dispostos numa escala que vai de “0” a “100”, tendo o valor “50” como centro. Isso quer dizer que valores abaixo de “50” podem ser interpretados como um desempenho, ou perspectiva, não favorável. No caso de dificuldades financeiras, no entanto, valores abaixo de “50” significam dificuldades menores.

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