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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Índice Nacional de Custo da Construção de janeiro.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou taxa de variação de 0,29%, em janeiro, resultado abaixo do verificado no mês anterior, de 0,36%. O índice relativo aMateriais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,30%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,15%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,28%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,55%. O INCC-Mé calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
 
Materiais, Equipamentos e Serviços
No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentosregistrou a mesma variação do mês anterior, 0,17%. Dos quatro subgrupos componentes, dois apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para instalação (0,84% para 1,34%) e dois apresentaram decréscimo, destacando-se materiais para estrutura (-0,06% para -0,18%).
 
A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,07%, em dezembro, para 0,79%, em janeiro. Neste grupo, vale destacar a aceleração de taxas de serviços e licenciamentos, cuja taxa passou de 0,00% para 3,02%.


Mão de obra
O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,28% em janeiro, ante 0,55% no mês anterior. Esta variação ocorreu devido aos reajustes salariais de Recife e Brasília e antecipações em Salvador.
 
Capitais

Quatro capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Em contrapartida, Brasília, Recife e São Paulo registraram desaceleração. 
Fonte: FGV

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Preços médios dos materiais de construção em dezembro de 2016.

Aço CA-50 Ø mm R$ 3,98
Areia Lavada m3 R$ 66,68;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 266,78; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.069,29;
Brita nº 02 m3 R$ 63,98
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 3,20
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,55; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 308,86
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 31,97;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 99,71;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 14,91
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 646,99
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 32,43;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,19
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 165,76
Locação de Betoneira dia R$ 32,33
Placa de gesso m2 R$ 9,54
Porta lisa p/pintura unid R$ 116,75;
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 22,82;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 43,70; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 50,88
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,60;
Tinta látex PVA l R$ 19,63
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 28,92
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 22,01; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 57,33; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Salários médios de dezembro de 2016.

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 19,52
Acima de 25 subordinados - 25,79
Média - 20,76
Pedreiro - 6,61
Servente - 5,15
Carpinteiro - 6,87
Ferreiro (Armador) - 7,08
Pintor - 6,60
Apontador - 13,12
Eletricista
Oficial - 7,16
Meio Oficial - 5,93
Ajudante - 5,14
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 7,28
Meio Oficial -5,94
Ajudante - 5,14
Engenheiro - 44,65
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

sábado, 7 de janeiro de 2017

Sinduscon divulga os valores do CUB.

O Sinduscon-RS divulgou no dia 2 de janeiro de 2017 o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de dezembro de 2016, com base na NBR 12.721/2006. 

Os materiais de construção que mais subiram em dezembro último foram: 
Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x19cm x 39cm (5,96%), 
Emulsão asfáltica impermeabilizante (2,47%), 
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V, # 2,5mm² (1,71%), 
Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm, PB II (1,69%), 
Disjuntor tripolar 70 A (1,55%) e 
Registro de pressão cromado Ø 1/2″ (1,46%). 

Já os materiais de construção que apresentaram as maiores reduções de preços no mesmo período foram: 
Tijolo 9cm x19cm x 19cm (-1,64%), 
Tinta látex PVA (-1,46%), 
Aço CA-50 Ø 10mm (-1,24%), 
Janela de correr tamanho 1,20m x 1,20m em ferro (-1,07%) e 
Telha fibrocimento ondulada 6mm (-0,81%).
Fonte: SindusconRS

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Índice Nacional da Construção de setembro.


O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em setembro, taxa de variação de 0,37%, acima do resultado do mês anterior, de 0,26%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,16%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,26%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,55%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,26%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
 
Materiais, Equipamentos e Serviços
No grupoMateriais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentosregistrou variação de 0,25%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,26%. Dos quatro subgrupos componentes, três apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para acabamento, cuja taxa passou de -0,25% para 0,10%.
 
A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,28%, em agosto, para -0,15%, em setembro. Neste grupo, vale destacar a desaceleração da taxa do subgrupo projetos, cuja variação passou de 0,84% para -0,15%.

Mão de obra
O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,55% em setembro, ante 0,26% no mês anterior. Esta variação ocorreu devido à primeira parcela dos reajustes salariais de Brasília e o início da captação da segunda parcela do reajuste salarial de São Paulo, praticado em janeiro de 2016.
 
Capitais
Duas capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Brasília e São Paulo. Em contrapartida, Salvador, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre registraram desaceleração. 
Fonte: FGV

ICST subiu 2,1 pontos em setembro


O Índice de Confiança da Construção (ICST) atingindo 74,6 pontos, em setembro, conforme a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O maior nível desde junho de 2015 (75,9). Após a terceira alta consecutiva, torna-se mais evidente a gradual melhora das perspectivas de curto prazo para os empresários do setor, ressalvando-se que o nível do indicador continua muito baixo em termos históricos.
 
“Definitivamente, o cenário começa a se mostrar mais favorável para a construção civil. O anúncio do Programa de Parcerias de Investimento (PPI) e a sinalização de retomada de obras paradas do MCMV impulsionaram ainda mais as expectativas empresariais em setembro. Vale destacar também que a percepção em relação à situação corrente dos negócios vem melhorando continuamente,  sugerindo uma lenta retomada, que precisará ganhar mais fôlego para se consolidar”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE.
 
A alta do ICST em setembro deveu-se, majoritariamente, à melhora das perspectivas no curto prazo: o Índice de Expectativas (IE-CST) avançou 3,4 pontos, atingindo 84,8 pontos – maior nível desde dezembro de 2014. Dentre os quesitos integrantes do índice-síntese, a situação dos negócios para os próximos seis meses foi o que mais contribuiu para a alta do índice, com uma variação de 5,1 pontos em relação ao mês anterior.
 
O Índice da Situação Atual (ISA-CST) subiu 0,6 ponto, alcançando 64,8 pontos. Mesmo após a quarta alta, o índice ainda se encontra muito abaixo da média histórica (2,8 desvios padrão).  A principal contribuição à alta do ISA-CST veio do indicador que capta a percepção da empresa em relação àsituação atual dos negócios, que registrou subida de 0,9 ponto em relação ao mês anterior, atingindo 66,1 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor, em setembro, atingiu 64,8%, apenas 0,3 ponto percentual acima do resultado de agosto, mostrando relativa estabilização do nível de atividade.
 
EXPECTATIVAS
Assim como ocorre nas demais sondagens empresariais, são as expectativas que mais têm impulsionado a confiança do setor da Construção. O gráfico abaixo mostra a evolução do IE entre os meses de setembro de 2014, 2015 e 2016. No nível mais agregado, o pior momento foi setembro de 2015; hoje, o índice reduziu parte do pessimismo e encontra-se a meio caminho entre 2014 e 2015. Quando considera-se a abertura por segmentos Edificações e Obras de Infraestrutura – que representam em torno de 78% do valor adicionado do setor – o destaque é o IE de Obras de Infraestrutura,  que já superar o índice de setembro de 2014.
 
Outra notícia favorável é a identificação de um ponto de mínimo local do IE agregado em fevereiro deste ano, sinalizando que o setor teria saído de uma fase de desaceleração e entrado em uma fase de aceleração do ciclo econômico em março passado. No caso dos segmentos de Obras de Infraestrutura e de Edificações, os “vales” foram identificados em dezembro de 2015 e janeiro de 2016, respectivamente.
 
“A sinalização dada pelos empresários do setor é bastante expressiva, mas é preciso cautela. Mesmo que as expectativas estejam indicando uma aceleração ainda não há elementos suficientes para se confirmar a retomada do crescimento nos próximos meses”, completa Ana Castelo.
Fonte: FGV

sábado, 13 de agosto de 2016

Sinduscon rs divulga CUB/m² de julho.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de julho de 2016, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em julho foram:

Tinta Látex PVA (3,83%)
Tubo em PVC -R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm (1,61%),
Bacia sanitária com caixa acoplada (1,49%),
Disjuntor tripola 70A (1,47%),
Areia lavada (1,11%),
Esquadria de correr tamanho 2m x 1,40m,  em alumínio (0,97%)

O material de construção que apresentou redução de preço em julho último:

Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 1/2¨ (-1,97%),
Cimento CP-32 II (-1,89%),
Fio de cobre anti-chama isolamento 750v 2,55mm2 (-1,64%),
Registro de pressão cromado  Ø 1/2¨ (-1,43%)

Vidro liso transparente 4mm (-1,31%), e
Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm PB II (-1,29%)
Fonte: Sinduscon-RS