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sábado, 31 de outubro de 2026

INCC-M: índice da construção sobe 0,35% em outubro.

A tendência de aumento nos custos do setor de construção é reforçada pela taxa acumulada em 12 meses, que atingiu 6,75%.


O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 0,35% em outubro, acima da taxa de variação de 0,25% observada no mês anterior. A tendência de aumento nos custos do setor de construção é reforçada pela taxa acumulada em 12 meses, que atingiu 6,75%, conforme aponta o Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE). Esse resultado representa um avanço em comparação com outubro de 2025, quando o índice acumulava alta de 6,58% no mesmo período.

O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços sobe 0,40%
 

O grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,40% em outubro, após alta de 0,17% no mês anterior. A taxa de variação da categor7ia de Materiais e Equipamentos passou de 0,17% em setembro para 0,41% em outubro. Esse movimento reflete uma tendência de aceleração nos preços desses insumos, crucial para a execução de projetos de construção. Nesta apuração, dois dos quatro subgrupos que compõem essa categoria exibiram aceleração em suas taxas de variação. O principal destaque foi o subgrupo "materiais para estrutura", que passou de 0,07% para 0,72%.

No âmbito do grupo de Serviços, observou-se uma aceleração em sua taxa de variação, que passou de 0,15% em setembro para 0,31% em outubro. Esse movimento foi reflexo do item "projetos", que viu sua taxa passar de 0,10% para 0,44%.

 

Mão de Obra desacelera em outubro
 

A variação do índice de Mão de Obra foi de 0,27% em outubro, marcando uma taxa menor quando comparada ao valor de 0,37% observado em setembro.

 

Cinco das sete cidades que compõem o índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação
 

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou aceleração em cinco das sete capitais que compõem o índice no mês de outubro: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo. Em contraste, Recife apresentou desaceleração em sua taxa de variação, refletindo um arrefecimento nos custos de construção nessa localidade. Rio de Janeiro repetiu sua taxa de variação de 0,20%.

 

Fonte: FGV

sábado, 23 de maio de 2026

Índice Nacional de Custo da Construção de abril de 2026

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) 1 registrou alta de 1,04% em abril, acima da taxa de variação de 0,36% observada no mês anterior. Com este resultado, a taxa acumulada em 12 meses pelo índice atingiu 6,28%, representando uma desaceleração em relação a abril de 2025, quando o índice acumulava alta de 7,52% em 12 meses. O aumento também foi registrado em Porto Alegre, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, capitais que compõem o índice, conforme dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas - FGV.

O grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 1,35% em abril, após alta de 0,27% no mês anterior. A taxa de variação da categoria de Materiais e Equipamentos passou de 0,28% em março para 1,40% em abril. Esse movimento reflete uma forte aceleração nos preços desses insumos, crucial para a execução de projetos de construção. Nesta apuração, três dos quatro subgrupos que compõem essa categoria exibiram avanço em suas taxas de variação. O principal destaque foi o subgrupo “materiais para estrutura", que passou de 0,17% para 1,82%. No âmbito do grupo de Serviços, observou-se um aumento em sua taxa de variação, que passou de 0,24% em março para 0,97% em abril. Esse movimento foi reflexo do item "aluguel de máquinas e equipamentos", cuja taxa passou de 0,05% para 1,87%. 

Mão de Obra acelera em abril A taxa de variação do índice de Mão de Obra foi de 0,61% em abril, marcando um avanço quando comparada ao valor de 0,47% observado em março. 1O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. 

Fonte: FGV

segunda-feira, 3 de junho de 2024

FGV divulga INCC-M

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 0,59% em maio, registrando aceleração em comparação a taxa de 0,41% observada no mês anterior. Apesar da aceleração, este movimento sinaliza uma tendência de estabilização nos custos da construção, quando se observa a taxa em 12 meses, que está em 3,68%, patamar próximo ao registrado no mês passado. Em comparação a igual período em 2023, o índice registrou grande descompressão, pois a taxa anualizada em maio de 2023 era de 6,32%.

A componente do Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) referente a Materiais, Equipamentos e Serviços evidenciou uma modesta aceleração em seu crescimento, passando de 0,18% em abril para 0,27% em maio. Esse movimento sugere estabilidade nos custos dos insumos e dos serviços no setor. Por outro lado, o setor da Mão de Obra subiu para 1,05% em maio, acelerando em relação à taxa de 0,74% registrada no mês anterior.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços, a categoria de Materiais e Equipamentos registrou aumento de 0,25% em maio, marcando um incremento maior em relação à taxa de 0,17% vista em abril. Esse movimento reflete uma tendência de alta nos preços desses insumos, crucial para a execução de projetos de construção. Nesta apuração, três dos quatro subgrupos que compõem essa categoria exibiram avanço em suas taxas de variação. Um destaque particular foi o subgrupo "materiais para instalação", que viu sua taxa subir de 0,63% para 0,85%.

No âmbito do grupo de Serviços, observou-se um aumento significativo na variação, que passou de 0,29% em abril para 0,50% em maio. Esta elevação foi reflexo no item "projetos", que viu sua taxa de variação avançar de 0,14% para 0,55%.

Mão de obra

A variação do índice de Mão de Obra registrou 1,05% em maio, marcando uma importante aceleração quando comparada ao índice de 0,74% observado em abril, em função de reajustes espontâneos e dos dissídios.

Capitais

As taxas de variação do Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) mostraram uma dinâmica variada em diferentes cidades brasileiras durante o mês de maio. Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo apresentaram uma aceleração em suas taxas de variação, sinalizando um aumento nos custos de construção nessas localidades. Por outro lado, Salvador, Recife e Porto Alegre registraram recuo em suas taxas de variação, indicando uma diminuição relativa nos custos de construção nessas cidades.

Fonte:FGV.

domingo, 2 de junho de 2024

sábado, 5 de março de 2022

9ª Feira Brasileira do Varejo,

Estão abertas as inscrições para a 9ª Feira Brasileira do Varejo, que vai reunir referências nacionais e internacionais do setor para debater e compartilhar conhecimento em diversas áreas do varejo por meio do Congresso Brasileiro do Varejo, de 24 a 26 maio de 2022,  no Centro de Eventos da FIERGS (Av. Assis Brasil, 8787 – Porto Alegre/RS). Com o objetivo de qualificar os lojistas, a FBV ainda apresenta tendências e o que há de novo no mercado do Brasil e do mundo. Além do congresso, a Feira Brasileira do Varejo oportuniza conexões por meio de diversas iniciativas, como o FBV Moda, Trend Store, FBV Talks, Varejo Now, Varejo Experience e FBV Talks, atrações que reúnem varejistas, profissionais do setor, startups, investidores e estudantes no mesmo evento, pelo mesmo intuito: fazer o varejo crescer.

Índice Nacional de Custo da Construção

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) variou 0,48% em fevereiro, percentual inferior ao apurado no mês anterior, quando o índice registrou taxa de 0,64%, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas, acumulando alta de 1,12% no ano e 13,04% em 12 meses. Em fevereiro de 2021, o índice subira 1,07% no mês e acumulava alta de 10,18% em 12 meses. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 1,09% em janeiro para 0,75% em fevereiro. O índice referente à Mão de Obra variou 0,19% em fevereiro, contra 0,14%, em janeiro. 

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a taxa correspondente a Materiais e Equipamentos variou 0,56% em fevereiro, após subir 1,05% no mês anterior. Todos os subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de 0,66% para 0,06%. 

A variação relativa a Serviços passou de 1,28% em janeiro para 1,69% em fevereiro. Neste grupo, vale destacar o avanço da taxa do item taxas de serviços e licenciamentos, que passou de 4,81% para 5,66%.

Mão de obra

A taxa de variação referente ao índice da Mão de Obra variou 0,19% em fevereiro, ante 0,14% em janeiro. 

Capitais

Cinco capitais apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: Brasília, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e São Paulo. Em contrapartida, Salvador e Rio de Janeiro apresentaram acréscimo em suas taxas de variação