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sábado, 20 de junho de 2015

Terceirização é pauta no Sinduscon-RS

Cerca de 80% das empresas de construção no Rio Grande do Sul são de pequeno e médio porte, contratam subempreiteiras especializadas para cada etapa das obras, e lançam até dois empreendimentos em media por ano, destacou o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS), Ricardo Sessegolo, durante reunião-almoço da entidade. Conforme panorama apresentado por Sessegolo, caso as empresas tivessem de usar seus próprios funcionários a rotatividade da mão de obra do setor seria drasticamente elevada. “Ao término de cada estágio das obras teríamos de dispensar os profissionais”, apontou ele.

Ricardo Sessegolo destacou ainda, que as empreiteiras empregam atualmente três milhões de trabalhadores no País, 36% de maneira informal contra 53%, em 2003, evidenciando assim a rápida evolução do processo de adoção de melhores práticas na atividade.

O evento foi marcado pela presença do desembargador federal do Trabalho, Francisco Rossal de Araújo, que palestrou sobre Terceirização: Evolução e Perspectivas, para construtores, executivos e advogados da área trabalhista.
 Fonte: SindusconRS

sábado, 13 de junho de 2015

Salários Médios de maio de 2015.

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 15,34
Acima de 25 subordinados - 21,21
Média - 17,24
Pedreiro - 5,55
Servente - 4,28
Carpinteiro - 5,79
Ferreiro (Armador) - 5,73
Pintor - 5,53
Apontador - 7,71
Eletricista
Oficial - 5,92
Meio Oficial - 4,91
Ajudante - 4,06
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 5,98
Meio Oficial -4,95
Ajudante - 4,06
Engenheiro - 40,96
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Preços médios dos materiais de construção de maio de 2015.

Aço CA-50 Ø mm R$ 4,09
Areia Lavada m3 R$ 64,28;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 246,04; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 963,51;
Brita nº 02 m3 R$ 62,34
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 2,80
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,52; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 309,10
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 30,76;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 82,32;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 13,59
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 547,11
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 27,14;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,10
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 170,92
Locação de Betoneira dia R$ 32,00
Placa de gesso m2 R$ 8,81
Porta lisa p/pintura unid R$ 93,17
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 19,15;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 43,24; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 51,19
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,56;
Tinta látex PVA l R$ 14,65
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 24,41
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 19,28; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 59,29; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

CUB/m² de maio de 2015.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de maio de 2015, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em maio foram:
Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm, PB II (5,22%),
Aço CA-50 Ø 10mm (3,54%),
Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 39cm (3,32%),
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (3,00%),
Bancada de pia de mármore branco 2,00m x 0,60m (2,94%), e
Telha fibrocimento ondulada 6mm (2,66%).

O material de construção que apresentou redução de preço em maio último:
Areia Lavada (-0,68%).
Fonte: Sinduscon-RS


sábado, 30 de maio de 2015

INCC-M registrou queda no mês de maio.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em maio, taxa de variação de 0,45%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,65%. Já o índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços a variação foi de 0,67%, ante a 0,95% registrado em no mês anterior. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,24%. No mês anterior, a variação registrada foi de 0,38%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Materiais, Equipamentos e Serviços
No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,79%. No mês anterior, a taxa havia sido de 1,14%. Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de 1,29% para 0,45%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,24%, em abril, para 0,22%, em maio. Neste grupo, vale destacar a desaceleração do subgrupo refeição pronta no local de trabalho, cuja variação passou de 0,96% para 0,44%.
Mão de obra
O grupo Mão de Obra registrou variação de 0,24%, em maio. No mês anterior, a variação registrada foi de 0,38%. A taxa de variação desta classe de despesa foi influenciada pelo reajuste salarial no Rio de Janeiro.
Capitais 
Quatro capitais apresentaram desaceleração em suas taxas de variação: Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo. Em contrapartida, Brasília, Recife e Rio de Janeiro registraram aceleração. 
Fonte: FGV

FGV divulga Índice de Confiança da Construção de maio.

O Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 5,1%, entre abril e maio, alcançando 72,9 pontos, o menor nível da série iniciada em julho de 2010. O resultado sucede uma queda de 7,8%, em março, e uma alta de 0,5%, em abril.

“A queda na demanda está se traduzindo em uma severa redução da atividade setorial. Este cenário se complica com as dificuldades em relação ao crédito. Além das famílias, que estão sofrendo com a elevação das taxas de juros, as empresas também estão reportando aumento da dificuldade de acesso ao crédito a cada sondagem, o que afeta diretamente as possibilidades de recuperação do setor”, comentou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE

A piora do índice em maio foi decorrente de movimentos desfavoráveis tanto das avaliações em relação ao estado atual dos negócios quanto das expectativas em relação aos meses seguintes: o Índice da Situação Atual (ISA-CST) caiu 6,2%, após ter recuado 3,1% em abril, alcançando 59,4 pontos, recorde negativo histórico. Já o Índice de Expectativas (IE-CST) apresentou queda de 4,3%, após crescer 3,3%, em abril, alcançando 86,4 pontos. 

A queda do ISA-CST, em maio, foi influenciada principalmente pelo indicador que mede o grau de satisfação das empresas com a situação atual dos negócios, que declinou 7,4% em relação ao mês anterior, atingindo 60,0 pontos.

O indicador do quesito que capta a expectativa em relação à evolução da demanda nos três meses seguintes foi o que mais afetou IE-CST, ao recuar 4,4%, na comparação com o mês anterior.

A queda do ICST em maio ocorreu majoritariamente nos segmentos que dependem do crédito e vinculados à obras públicas: em Edificações, o indicador variou -8,3%, em relação ao mês anterior; emObras Especiais e em Obras Viárias, as quedas foram de 7,5% e 7,4%, respectivamente. Os cortes nos investimentos, a indefinição do Plano Investimento em Infraestrutura e as restrições à concessão de crédito bancário estão se refletindo na confiança dos segmentos da construção. 

A edição de maio de 2015 coletou informações de 688 empresas entre os dias 01 e 22 deste mês.

Fonte: FGV

sábado, 25 de abril de 2015

Contratação em queda na construção civil.


O setor da construção civil no Rio Grande do Sul registrou queda de 0,30% no número de contratos de trabalhadores com carteira assinada, em janeiro deste ano. Foram fechadas 443 vagas. Na Região Metropolitana de Porto Alegre o recuo foi de 0,76%, com a extinção de 561 postos de trabalho. Somente na capital gaúcha o decréscimo foi de 0,18%, com o fechamento 66 vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED – divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego – TEM.

Os números apontaram ainda um recuo de 0,60% no saldo líquido das contratações, no país. No primeiro trimestre do ano foram extintos 50.974 postos de trabalho, com uma retração de 1,66%.

De abril de 2014 a março de 2015 o nível de emprego no setor registrou queda de 7,42% no Brasil (resultando em um acumulado de 241.570 vagas extintas) enquanto que no Estado houve decréscimo de 5,93%, com redução de 8.247 vagas no período.

Fonte: CAGED/TEM.