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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Cassol e Montana inauguram Home Center em Florianópolis.

A Cassol inaugurou um novo Home Center em Florianópolis, Santa Catarina, no dia 12 de dezembro último. O empreendimento é uma parceria com a Montana Química e está localizado próximo ao Centro Administrativo do governo do estado. Para o diretor comercial da Cassol, Rafael Gomes, a 13ª loja do grupo e a localização foi escolhida por tratar-se de uma região estratégica, rodovia SC-401, local que está se transformando em um grande pólo comercial e que dá acesso às praias da ilha.

Segundo o supervisor da Montana Química para a região Sul, Edson Camargo, a tradicional rede de home centers em Santa Catarina, conceito da revenda, é de um moderno 'center lar' que contempla o uso da madeira em diversos ambientes internos e externos. “A exposição dos produtos de primeira linha para acabamentos variados tem um layout que facilita a visualização e o acesso para os clientes, que também dispõem de um café onde podem avaliar e conferir possíveis soluções para suas obras.

A nova loja também reúne soluções inteligentes e criativas para seus clientes não só em acabamentos para madeira in natura ou tratada em autoclave, mas também em cobertura com isolamento térmico e aproveitamento de águas das chuvas, entre outras. “São ideias que estimulam a adoção de conceitos ecológicos na obra, seja uma reforma ou construção de moradia”, avalia o profissional da Montana.

Para Rafael Gomes  o uso da madeira tratada na fachada das lojas também é característica do center lar. “Nossos projetos contemplam madeira em nossa fachada principalmente pela questão da estética e da originalidade do material”, destaca ele. A parceria com a Montana se traduz pelo bom relacionamento entre as empresas. “A cada ano nossa parceria com a Montana se solidifica mais. Isso resulta em aumento nos volumes de negocio”, conclui o diretor. Da redação, com Clarissa Vassimon - imagens divulgação - Marketing&Comunicação

Porto Alegre registra aceleração do INCC-M.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em janeiro, taxa de variação de 0,70%, acima do resultado do mês anterior, de 0,22%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços ficou em 0,37%, ante a taxa registrada em dezembro último, que havia sido de 0,23%. Já o índice referente à Mão de Obra variou 1,00%. No mês anterior, a variação registrada foi de 0,21%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,33%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,26%. Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura cuja taxa passou de 0,28% para 0,39%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,12% em dezembro, para 0,52% em janeiro. Neste grupo, vale destacar a aceleração do subgrupo taxas de serviços e licenciamentos, cuja variação passou de 0,00% para 2,25%.

Mão de obra

O grupo Mão de Obra registrou variação de 1,00%, em janeiro. No mês anterior, a variação foi 0,21%. A aceleração foi consequência de  acordo coletivo por ocasião da data base em Belo Horizonte, antecipações salariais em Porto Alegre e adequações ao novo valor do salário mínimo nas demais capitais.

Capitais

Capitais com aceleração da taxas de variação
Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo.


Capitais com desaceleração da taxas de variação
Recife e Rio de Janeiro (Fonte: GV)

Material para Construção recuou em janeiro.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,48%, em janeiro, ante ao 0,60%, registrado em dezembro. Em 12 meses a variação atingiu 5,66%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Já o subgrupo materiais e componentes para a construção registrou taxa de -0,16% para 1,08%, em janeiro, dentro do grupo Bens Intermediários, que variou 0,80%. Após dois meses de avanço, o segmento de Material para Construção também recuou em janeiro, com a variação interanual trimestral passando de -0,7% para -3,4%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,87%, em janeiro, ante 0,69%, em dezembro.

O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) foi considerável favorável, neste mês de janeiro, na comparação com os últimos meses, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).  O índice médio do trimestre findo em janeiro ficou 1,6% abaixo do mesmo período do ano anterior, o melhor resultado desde fevereiro do ano passado (-0,9%), na mesma base de comparação. Em dezembro de 2013, a variação interanual trimestral do índice havia sido de -3,0%.

O resultado foi determinado pelo aumento de confiança do comércio Atacadista que passou de -5,0%, em dezembro de 2013, para 0,2%, em janeiro de 2014.  No Varejo Tradicional as taxas passaram de -1,8% para -1,5% nos mesmos períodos e base de comparação, no conceito Restrito. Com relação ao Varejo Ampliado as taxas passaram de -1,9% para -2,6%, também favorável. (Fonte: FGV)

domingo, 26 de janeiro de 2014

Setor de materiais de construção otimista em 2014.

As vendas de materiais de construção devem chegar a 4,5% em 2014, alavancada pelo varejo, que deverá crescer entre 6,0% e 7,0%, conforme projeção da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), divulgada no dia 21 deste mês. Em 2013, as vendas atingiram R$ 137,5 bilhões, 3,0% do faturamento, m1esmo ficando abaixo do previsto pelo setor, de 4,5% do total no ano. Em dezembro, a comercialização do setor caiu 16,1% ante novembro e 6,1% ante o mesmo mês de 2012.

Responsável por metade das vendas da indústria de materiais de construção o varejo manteve-se aquecido em 2013, acumulando, no período, a expansão de cerca de 6,0%. O setor de infraestrutura  cresceu menos de 1,0% devido ao ritmo lento das obras públicas. O segmento é o responsável por 22% das vendas da indústria. Já o setor imobiliário cresceu cerca de 1,5%.
Já as vendas de materiais de acabamento (pisos, azulejos, metais sanitários, entre outros) aumentaram 6,2% no ano passado. Os materiais de base (cimento, areia, vidro, entre outros), cresceram apenas 1,2%. O forte consumo de materiais, as boas condições de renda, emprego e crédito garantiram a demanda do mercado de materiais de construção em 2013. 

Construção em Pauta.

INCC positivo no primeiro mês do ano.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), de janeiro, registrou taxa de variação de 0,36%, acima do resultado apresentado em dezembro, de 0,26%. Relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços o índice registrou variação de 0,26%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,20%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,45%. No mês anterior, o índice registrou taxa de 0,32%. (fonte: FGV)

1,5 milhões de toneladas de alumínio em 2013.

A Associação Brasileira de Produtores de Alumínio (Abal) e o Instituto Aço Brasil (IABr) estimam um recorde no consumo doméstico de produtos transformados de alumínio em 2013, com 1,5 milhões de toneladas, um aumento de 5,3%, ante ao registrado em 2012. Embalagens foi o setor que registrou maior consumo do metal transformado (29%), seguido dos transportes (21%) e construção civil (17%). (Usinagem-Brasil).

O Brasil é o oitavo maior produtor de alumínio primário do mundo, precedido pela China, Rússia, Canadá, Estados Unidos, Austrália, Emirados Árabes e Índia; quarto produtor de bauxita, atrás da Austrália, China e Indonésia; e terceiro produtor de alumina, atrás de China e Austrália. (fonte: Abal)

Edital regulamenta a construção de cisternas.

O Diário Oficial d União (DOU) publicou, no dia 17 de janeiro de 2014, o novo modelo de edital de chamada pública que regulamenta a construção de cisternas de placas e de enxurrada no Brasil. Segundo o governo federal vai ser investido R$ 1 bilhão na construção de cisterna na região do semiárido. A meta é entregar 269 cisternas. Em 2011 foram entregues 88 mil unidades, em 2012, 150 mil e, em 2013, 238 mil. Pelo novo modelo, as Organizações Não Governamentais estão dispensadas do processo licitatório com pregão eletrônico para adquirir areia e cimento. (fonte: Cbic)

Energia positiva na iluminação.

O setor de iluminação fechou 2013 com um faturamento da ordem de R$ 4,0 bilhões, um crescimento de aproximadamente 4% nas vendas quando comparado a 2012, onde foram comercializados R$ 3,8 bilhões.  Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), que atribuiu o desempenho positivo à oferta de produtos mais eficientes (fontes de luz e luminárias) e à evolução do mercado com a chegada de novas tecnologias. (fonte: Abilux)

Setor imobiliário nas alturas.

A valorização imobiliária no País cresceu 55% nos últimos dez anos.  Somente no Rio Grande do Sul entidades de crédito concederam R$ 6,42 bilhões, em 2013, ante aos R$ 4,74 bilhões, concedidos em 2012, em financiamentos de imóveis, um crescimento superior a 35%. A quantidade de imóveis financiados subiu 19,7% no Estado, passando de 31,7 mil unidades para 37,9 mil. A Caixa Econômica Federal (CEF) autorizou R$ 3,89 bilhões em crédito imobiliário via SBPE (pouco mais da metade do financiado no Estado), financiando  2,6 mil unidades para produção (um total de R$ 660,72 milhões). O volume de crédito para produção registrou crescimento de 54%. No País, a CEF responde por R$ 60,6 bilhões do total financiado via SBPE, mais de R$ 14 bilhões foram concedidos para produção (alta de 39%, em comparação com 2012).  Atuais condições devem consolidar um novo recorde de crédito para 2014. (fonte: CEF)

Porto Alegre tem mais de oito mil imóveis novos à venda: 361 empreendimentos imobiliários pertencentes a 180 empresas. São 8.291 unidades novas, 7.661 unidades residenciais (7.335 apartamentos e 326casas) e 529 unidades comerciais. Em uma área total em oferta corresponde a 820.521 m2. O estudo foi realizado e divulgado pelo Sinduscon RS, dentro do 16º Censo do Mercado Imobiliário. (fonte: SindusconRS)

Construções aquecidas pelos financiamentos.

Empréstimos para compra e construção de imóveis atingiram R$ 109,2 bilhões, em 2013, 32% superior aos R$ 82,8 bilhões registrados em 2012. O resultado superou também a alta de 3,6% apontada na comparação de 2012 ante 2011. Nos doze meses de 2013 foram financiados 529,8 mil imóveis, 17% acima das 453,2 mil unidades contratadas no mesmo período de 2012. Em dezembro o volume de empréstimos somou R$ 10,4 bilhões, 2,3% acima do resultado de novembro e 17% acima do registrado no mesmo mês de 2012. No último mês de 2013, foram financiadas aquisições e construções de 50,9 mil imóveis, com alta de 7% em relação a novembro e de 19% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (21) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança.  (fonte: Abecip)

Cores & Lugares

Lugares especiais caracterizam-se por formas diversas e, principalmente, cores variadas, que causam influências e reações diferentes nas pessoas. Para alguns ambientes da casa são indicadas tonalidades especificas com suas respectivas características.

Quartos - cores mais relaxantes, suaves e tons pastéis. Tons azulados para pessoas cheias de energia e dinâmica. Também é uma cor indicada para quem sofre de insônia. Cores azuis estimulam a criatividade e o raciocínio. A parede da cabeceira da cama pode receber uma cor em destaque.

Cozinha e a Sala de Jantar - cores fortes e vibrantes, como o vermelho, o laranja e os tons verdes, das saladas e frutas.

Sala de Estar – opte por cores como o laranja, o verde ou violeta que são ideais para lugares em que ocorrerem encontros e discussões.

Para iluminar espaços que recebem pouca luz solar são indicadas cores frescas.

Dicas:

Para alongar os corredores pinte as paredes das extremidades e o teto de uma mesma cor, usando um tom mais escuro nas paredes laterais.

Para alongar paredes pinte em tons mais fortes e no teto usar a cor branca. Outro truque é dividir a parede, usando uma cor mais clara na parte de cima e um tom mais escuro na parte de baixo.

Para encurtar paredes, quando o pé direito é muito alto e se quer dar ao ambiente um ar de maior aconchego, o melhor é usar no teto uma cor mais escura do que aquela escolhida para as paredes.

Pinte e economize no investimento.

Para economizar tempo e dinheiro comece a pintura de um ambiente pelo teto. Depois pinte as paredes, portas, janelas e, finalmente, o rodapé.

Tintas esmaltes e vernizes devem ser aplicadas em locais ventilados, com portas e janelas abertas.

Rolos são indicados para áreas grandes: paredes ou tetos:
O rolo de lã pêlo baixo (sintética ou de carneiro) é indicado para tintas PVA e acrílica.
O rolo de espuma deve ser usado para aplicar esmaltes, tinta óleo e vernizes.
O rolo de espuma rígida ou borracha é recomendado para dar efeito em texturas.

Os pincéis de cerdas escuras são indicados para aplicação de tintas à base de solvente, como os esmaltes, tintas óleo e vernizes.
Os pincéis de cerdas grisalhas são usados na aplicação de tintas à base de água, como as PVA e acrílica.

Cuidado
Áreas sujeitas ao contato com água, pintura sobre superfície com presença de pó e ainda repintura sobre tinta muito antiga ou de má qualidade podem provocar bolhas.




O que fazer?
Chuvas leves, garoas ou respingos de água podem ocasionar manchas em paredes recém-pintadas. Lave as paredes imediatamente, com água em abundância, de maneira uniforme e sem esfregar.





Sobrou tinta?

Tampe bem a lata e guarde-a em um lugar coberto, sempre na posição vertical.
Nunca despeje a tinta pelo ralo ou em outros cursos de água.
Uma solução é doar o que sobrou para amigos, vizinhos ou instituições de caridade que estejam precisando do material.

Lembre-se
,O galão de 3,6 litros pinta, em média, 45m² por demão
Uma lata de 18 litros dá para pintar, em média, 200m2 por demão.




Economize
Limpe os pincéis e rolos após o uso e depois os guarde de maneira correta.

Se o material for usado para tintas à base de solvente (esmaltes, vernizes, tinta óleo), limpe o rolo ou pincel com jornal e lave-os com tiner.

Para tintas à base de água, acrílica e PVA, é recomendável lavar os pincéis com água e sabão.

Arrume as cerdas dos pincéis com um pente, umedeça-os com óleo vegetal e guarde-os enrolados em papel impermeável.

Cuidado
- Em caso de intoxicação com a tinta, procure um médico, levando a embalagem do produto.
- Nunca reutilize a embalagem de tinta para colocar água potável ou alimentos
- Não jogue as embalagens de tintas em terrenos baldios, aterros ou próximo a nascentes de rios e córregos.
- Não deixe o produto ao alcance de crianças e animais.