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domingo, 26 de janeiro de 2014

Setor de materiais de construção otimista em 2014.

As vendas de materiais de construção devem chegar a 4,5% em 2014, alavancada pelo varejo, que deverá crescer entre 6,0% e 7,0%, conforme projeção da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), divulgada no dia 21 deste mês. Em 2013, as vendas atingiram R$ 137,5 bilhões, 3,0% do faturamento, m1esmo ficando abaixo do previsto pelo setor, de 4,5% do total no ano. Em dezembro, a comercialização do setor caiu 16,1% ante novembro e 6,1% ante o mesmo mês de 2012.

Responsável por metade das vendas da indústria de materiais de construção o varejo manteve-se aquecido em 2013, acumulando, no período, a expansão de cerca de 6,0%. O setor de infraestrutura  cresceu menos de 1,0% devido ao ritmo lento das obras públicas. O segmento é o responsável por 22% das vendas da indústria. Já o setor imobiliário cresceu cerca de 1,5%.
Já as vendas de materiais de acabamento (pisos, azulejos, metais sanitários, entre outros) aumentaram 6,2% no ano passado. Os materiais de base (cimento, areia, vidro, entre outros), cresceram apenas 1,2%. O forte consumo de materiais, as boas condições de renda, emprego e crédito garantiram a demanda do mercado de materiais de construção em 2013. 

Construção em Pauta.

INCC positivo no primeiro mês do ano.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), de janeiro, registrou taxa de variação de 0,36%, acima do resultado apresentado em dezembro, de 0,26%. Relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços o índice registrou variação de 0,26%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,20%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,45%. No mês anterior, o índice registrou taxa de 0,32%. (fonte: FGV)

1,5 milhões de toneladas de alumínio em 2013.

A Associação Brasileira de Produtores de Alumínio (Abal) e o Instituto Aço Brasil (IABr) estimam um recorde no consumo doméstico de produtos transformados de alumínio em 2013, com 1,5 milhões de toneladas, um aumento de 5,3%, ante ao registrado em 2012. Embalagens foi o setor que registrou maior consumo do metal transformado (29%), seguido dos transportes (21%) e construção civil (17%). (Usinagem-Brasil).

O Brasil é o oitavo maior produtor de alumínio primário do mundo, precedido pela China, Rússia, Canadá, Estados Unidos, Austrália, Emirados Árabes e Índia; quarto produtor de bauxita, atrás da Austrália, China e Indonésia; e terceiro produtor de alumina, atrás de China e Austrália. (fonte: Abal)

Edital regulamenta a construção de cisternas.

O Diário Oficial d União (DOU) publicou, no dia 17 de janeiro de 2014, o novo modelo de edital de chamada pública que regulamenta a construção de cisternas de placas e de enxurrada no Brasil. Segundo o governo federal vai ser investido R$ 1 bilhão na construção de cisterna na região do semiárido. A meta é entregar 269 cisternas. Em 2011 foram entregues 88 mil unidades, em 2012, 150 mil e, em 2013, 238 mil. Pelo novo modelo, as Organizações Não Governamentais estão dispensadas do processo licitatório com pregão eletrônico para adquirir areia e cimento. (fonte: Cbic)

Energia positiva na iluminação.

O setor de iluminação fechou 2013 com um faturamento da ordem de R$ 4,0 bilhões, um crescimento de aproximadamente 4% nas vendas quando comparado a 2012, onde foram comercializados R$ 3,8 bilhões.  Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), que atribuiu o desempenho positivo à oferta de produtos mais eficientes (fontes de luz e luminárias) e à evolução do mercado com a chegada de novas tecnologias. (fonte: Abilux)

Setor imobiliário nas alturas.

A valorização imobiliária no País cresceu 55% nos últimos dez anos.  Somente no Rio Grande do Sul entidades de crédito concederam R$ 6,42 bilhões, em 2013, ante aos R$ 4,74 bilhões, concedidos em 2012, em financiamentos de imóveis, um crescimento superior a 35%. A quantidade de imóveis financiados subiu 19,7% no Estado, passando de 31,7 mil unidades para 37,9 mil. A Caixa Econômica Federal (CEF) autorizou R$ 3,89 bilhões em crédito imobiliário via SBPE (pouco mais da metade do financiado no Estado), financiando  2,6 mil unidades para produção (um total de R$ 660,72 milhões). O volume de crédito para produção registrou crescimento de 54%. No País, a CEF responde por R$ 60,6 bilhões do total financiado via SBPE, mais de R$ 14 bilhões foram concedidos para produção (alta de 39%, em comparação com 2012).  Atuais condições devem consolidar um novo recorde de crédito para 2014. (fonte: CEF)

Porto Alegre tem mais de oito mil imóveis novos à venda: 361 empreendimentos imobiliários pertencentes a 180 empresas. São 8.291 unidades novas, 7.661 unidades residenciais (7.335 apartamentos e 326casas) e 529 unidades comerciais. Em uma área total em oferta corresponde a 820.521 m2. O estudo foi realizado e divulgado pelo Sinduscon RS, dentro do 16º Censo do Mercado Imobiliário. (fonte: SindusconRS)

Construções aquecidas pelos financiamentos.

Empréstimos para compra e construção de imóveis atingiram R$ 109,2 bilhões, em 2013, 32% superior aos R$ 82,8 bilhões registrados em 2012. O resultado superou também a alta de 3,6% apontada na comparação de 2012 ante 2011. Nos doze meses de 2013 foram financiados 529,8 mil imóveis, 17% acima das 453,2 mil unidades contratadas no mesmo período de 2012. Em dezembro o volume de empréstimos somou R$ 10,4 bilhões, 2,3% acima do resultado de novembro e 17% acima do registrado no mesmo mês de 2012. No último mês de 2013, foram financiadas aquisições e construções de 50,9 mil imóveis, com alta de 7% em relação a novembro e de 19% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (21) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança.  (fonte: Abecip)

Cores & Lugares

Lugares especiais caracterizam-se por formas diversas e, principalmente, cores variadas, que causam influências e reações diferentes nas pessoas. Para alguns ambientes da casa são indicadas tonalidades especificas com suas respectivas características.

Quartos - cores mais relaxantes, suaves e tons pastéis. Tons azulados para pessoas cheias de energia e dinâmica. Também é uma cor indicada para quem sofre de insônia. Cores azuis estimulam a criatividade e o raciocínio. A parede da cabeceira da cama pode receber uma cor em destaque.

Cozinha e a Sala de Jantar - cores fortes e vibrantes, como o vermelho, o laranja e os tons verdes, das saladas e frutas.

Sala de Estar – opte por cores como o laranja, o verde ou violeta que são ideais para lugares em que ocorrerem encontros e discussões.

Para iluminar espaços que recebem pouca luz solar são indicadas cores frescas.

Dicas:

Para alongar os corredores pinte as paredes das extremidades e o teto de uma mesma cor, usando um tom mais escuro nas paredes laterais.

Para alongar paredes pinte em tons mais fortes e no teto usar a cor branca. Outro truque é dividir a parede, usando uma cor mais clara na parte de cima e um tom mais escuro na parte de baixo.

Para encurtar paredes, quando o pé direito é muito alto e se quer dar ao ambiente um ar de maior aconchego, o melhor é usar no teto uma cor mais escura do que aquela escolhida para as paredes.

Pinte e economize no investimento.

Para economizar tempo e dinheiro comece a pintura de um ambiente pelo teto. Depois pinte as paredes, portas, janelas e, finalmente, o rodapé.

Tintas esmaltes e vernizes devem ser aplicadas em locais ventilados, com portas e janelas abertas.

Rolos são indicados para áreas grandes: paredes ou tetos:
O rolo de lã pêlo baixo (sintética ou de carneiro) é indicado para tintas PVA e acrílica.
O rolo de espuma deve ser usado para aplicar esmaltes, tinta óleo e vernizes.
O rolo de espuma rígida ou borracha é recomendado para dar efeito em texturas.

Os pincéis de cerdas escuras são indicados para aplicação de tintas à base de solvente, como os esmaltes, tintas óleo e vernizes.
Os pincéis de cerdas grisalhas são usados na aplicação de tintas à base de água, como as PVA e acrílica.

Cuidado
Áreas sujeitas ao contato com água, pintura sobre superfície com presença de pó e ainda repintura sobre tinta muito antiga ou de má qualidade podem provocar bolhas.




O que fazer?
Chuvas leves, garoas ou respingos de água podem ocasionar manchas em paredes recém-pintadas. Lave as paredes imediatamente, com água em abundância, de maneira uniforme e sem esfregar.





Sobrou tinta?

Tampe bem a lata e guarde-a em um lugar coberto, sempre na posição vertical.
Nunca despeje a tinta pelo ralo ou em outros cursos de água.
Uma solução é doar o que sobrou para amigos, vizinhos ou instituições de caridade que estejam precisando do material.

Lembre-se
,O galão de 3,6 litros pinta, em média, 45m² por demão
Uma lata de 18 litros dá para pintar, em média, 200m2 por demão.




Economize
Limpe os pincéis e rolos após o uso e depois os guarde de maneira correta.

Se o material for usado para tintas à base de solvente (esmaltes, vernizes, tinta óleo), limpe o rolo ou pincel com jornal e lave-os com tiner.

Para tintas à base de água, acrílica e PVA, é recomendável lavar os pincéis com água e sabão.

Arrume as cerdas dos pincéis com um pente, umedeça-os com óleo vegetal e guarde-os enrolados em papel impermeável.

Cuidado
- Em caso de intoxicação com a tinta, procure um médico, levando a embalagem do produto.
- Nunca reutilize a embalagem de tinta para colocar água potável ou alimentos
- Não jogue as embalagens de tintas em terrenos baldios, aterros ou próximo a nascentes de rios e córregos.
- Não deixe o produto ao alcance de crianças e animais.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Segurança na Construção.

Capacete – É equipamento básico de segurança em qualquer obra, é feito de material plástico rígido, de alta resistência à penetração e impacto. Utilizado com suspensão, que permite o ajuste mais exato à cabeça e amortece os impactos, o uso do capacete evita lesões no pescoço do trabalhador.

Óculos – Equipamento para uso em atividades diversas. Em materiais sólidos perfurantes, poeiras em suspensão, materiais químicos, radiação e serviços de solda ou corte a quente com maçarico.


Respiradores – protegem o aparelho respiratório contra poeiras, gases e vapores. Podem ser semifaciais (abrangem nariz e boca) ou faciais (nariz, boca e olhos). A especificação dos filtros é indicada conforme o tipo de substância ao se está exposto.

Escudos e Máscaras - protegem o rosto e os olhos contra fagulhas incandescentes ou quando em serviços de soldagem.


Protetores auriculares – Equipamento indicado na proteção dos ouvidos quando em ambientes onde o ruído está acima dos limites de tolerância.


Luvas – Equipamento para uso em funções diversas elas podem ser de:
• amianto (para altas temperaturas);
• raspa de couro (soldagern ou corte a quente);
• PVC com forro de malha fina (produtos químicos);
• PVC sem forro (permite maior mobilidade que a versão forrada);
• PVC sem forro e 7cm de punho (protege apenas as mãos, mas é bastante maleável);
• borracha (serviços elétricos, divididos em cinco classes, de acordo com a voltagem);
• pelica (protege as luvas de borracha contra perfurações);
• lona com punho de malha (evita riscos e cortes no manuseio de materiais leves);
• vinílica (protege da radiação infravermelha ou ultravioleta).


Aventais – Em couro, para soldagem ou corte a quente, ou em PVC, contra produtos químicos e derivados de petróleo, os aventais devem proteger o tórax, o abdômen e parte dos membros inferiores.


Cinturões – Em couro ou náilon, os cintos de segurança, além de limitar os espaços reduzem a área de atuação do usuário, dando proteção ao evitarem possíveis acidentes com quedas.


Colete Reflexivo – Equipamento em tecido plastificado na cor laranja, é usado em trabalhos com risco de atropelamento.


Calçados – São indicados botas em PVC, com solado antiderrapante para locais úmidos. E uso permanente na obra, os sapatos protegem de materiais pesados que podem cair nos pés do usuário.


Capa de Chuva - protege o trabalhador contra a chuva.




O consumo da água no canteiro de obras.

O consumo diário de água por operário não alojado em uma obra chega a 45 litros por dia, sem a inclusão da refeição. Caso a alimentação seja preparada no local, o consumo pode atingir 65 litros. Já nos serviços de construção o consumo é elevado. Para a confecção de um metro cúbico de concreto, se gasta em média de 160 a 200 litros e, na compactação de um metro cúbico de aterro, podem ser consumidos até 300 litros de água. Estes dados resultam de pesquisa realizada pelo Departamento de Engenharia de Construção Civil e Urbana – Escola Politécnica – da Universidade de São Paulo. As modificações climáticas e consequentemente a possível escassez de água mobilizou a comunidade científica na busca de ações de sustentabilidade na construção civil.

Atualmente, diversos setores produtivos, assim como na construção civil, desenvolvem medidas de racionalização no consumo de água. Ações sobre a necessidade de construções com menor impacto sobre o meio ambiente começaram exatamente a partir de investigações para diminuir o consumo na fabricação de materiais e na construção de prédios. A criação do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, em 2007, foi a iniciativa correta para intensificar o uso consciente dos recursos naturais em um território com cerca de 12% de disponibilidade de água potável do planeta.

Com o “boom” da construção civil, que elevou a demanda e o custo da água, surge a necessidade em se implantar programas para economia de água nos canteiros de obras, tais como a utilização de torneiras com acionamento e desligamento automático; instalação de temporizadores nos chuveiros, determinando o tempo de banho; utilização de água da chuva para descargas e limpeza da obra. Também otimizar estudos para utilização de fontes alternativas de água para consumo em serviços de construção civil, como o uso da água da chuva na cura do concreto ou dosagem de argamassas; palestras para conscientização dos funcionários, com relação à fonte finita de recursos naturais; e acompanhamento mensal dos consumos e medidas para redução dos mesmos.

Para desenvolver ações voltadas ao uso racional da água em suas múltiplas aplicações promovendo a adoção de medidas que minimizem perdas e maximizem a eficiência, o uso racional da água e sua reutilização a Agência Nacional de Águas (ANA) lançou, em novembro, edital para seleção de propostas de entidades privadas sem fins lucrativos para o desenvolvimento de ações em apoio à gestão de Recursos Hídricos no setor da Construção Civil. www.ana.gov.br

Cidadania na Construção.

#Fique atento aos vazamentos. O banheiro é o local que mais consome água numa casa. Mantenha a descarga regulada.

#Uma torneira pingando a cada 5 segundos representa mais de 20 litros de água desperdiçados em apenas um dia.

#A vazão média de uma torneira é de 12 litros por minuto. Ao mantermos a torneira fechada durante algumas tarefas cotidianas, como escovar os dentes, ensaboar a louça e fazer a barba, podemos fazer uma boa economia e evitar o desperdício de água.

#Reutilize a água do último enxágüe da máquina de lavar para a limpeza doméstica, regar as plantas, e até para dar descarga nos banheiros.

#Junte roupa em quantidade suficiente para encher a máquina de lavar antes de ligá-la. Utilizar o aparelho na sua capacidade máxima é uma maneira de economizar água.

#Colete água da chuva para afazeres secundários, como lavar uma área ou regar as plantas. Mas cuidado, nas grandes cidades é sempre importante desprezar a água do início da chuva, pois ela traz consigo fuligem e outras impurezas que estão no ar.

#Não despeje o óleo de frituras na pia. Esta gordura, além de contribuir para o entupimento dos canos, dificulta o tratamento do esgoto. Separe este material e destine para locais de coletas.

#Usar sabão em pedra ao invés de detergentes, que são grandes poluidores da água. O fosfato presente no produto é o elemento básico para a reprodução das algas, o que eleva o consumo de oxigênio da água e provoca o aumento da mortandade de peixes. O detergente diluído na água permanece ativo durante vários dias, antes de ser degradado.

#Utilize quantidades menores de produtos de higiene e limpeza para reduzir o nível de poluentes presentes na água.

#A reciclagem é uma maneira eficiente de contribuir na economia de água. Os produtos reciclados consomem menos água do que os produzidos a partir de matéria-prima virgem.