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sábado, 11 de janeiro de 2014

CUB da Construção tem dois valores.

Os Sindicatos da Indústria da Construção Civil (Sinduscons) de todo o país passaram a divulgar dois valores para o Custo Unitário Básico (CUB), a partir de dezembro de 2013, o índice oficial calculado pela FGV, que reflete a variação dos custos da construção, para utilização nos reajustes dos contratos do setor.

O primeiro CUB vai indicar os custos das obras não incluídas na desoneração da folha de pagamentos e que continuam no recolhimento da contribuição mensal patronal de 20% para o INSS, as das incorporadoras imobiliárias e as das construtoras de obras de infraestrutura.

O segundo CUB irá mostrar os custos das obras que, dependendo da data de abertura da CEI (matrícula da obra no INSS), sujeitam as empresas a recolher uma contribuição previdenciária de 2% sobre a receita bruta mensal, no lugar da contribuição de 20% sobre a folha.

Estas empresas são as que desenvolvem atividades de construção de edifícios, instalações elétricas, hidráulicas e outras instalações em construções, obras de acabamento e outros serviços especializados para a construção. Para tanto, elas devem estar enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439 da CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) 2.0.

Tais empresas, se responsáveis pela CEI, ficarão nesta nova situação tributária até o término das obras em andamento ou das que se iniciarem. Já as que não são responsáveis pela CEI voltarão a recolher 20% sobre a folha de pagamentos em 2015, uma vez que o final da desoneração está previsto para 31/12/2014.

No caso de uma empresa ser incorporadora e também construtora, prevalecerá a atividade de maior receita bruta auferida ou esperada, para efeito de recolhimento da contribuição patronal previdenciária.

Receita bruta é aquela: decorrente da venda de bens nas operações de conta própria; decorrente da prestação de serviços em geral; e o resultado auferido nas operações de conta alheia. Este é o entendimento transmitido pela Receita Federal, em orientação enviada à CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e no Parecer Normativo 3/2012. A receita auferida é para empresas que estão iniciando suas atividades.

Já as empresas de obras de infraestrutura entrarão nessa sistemática em janeiro de 2014, também devendo sair dela em 2015.

Caberá agora a cada empresa que tiver contratos reajustados pelo CUB verificar em qual situação ela se enquadra: se no índice tradicional ou naquele que dá início a uma nova série, contemplando as obras obrigadas ao recolhimento sobre a receita bruta e não sobre a folha. Fonte: SindusCon-SP

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Duratex é selecionada para compor a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa

A Duratex anuncia ao mercado que, por mais um ano, teve suas ações selecionadas para compor a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa – ISE, com vigência de 06 de janeiro de 2014 a 02 de janeiro de 2015. Líder de mercado e maior produtora de painéis de madeira industrializada, pisos laminados, louças e metais sanitários do Hemisfério Sul, a Duratex figura com suas ações desde 2008/2009.

Para compor a carteira 2013/2014, a Duratex participou do processo de seleção realizado pela BM&FBovespa, que analisou a performance de 183 companhias de maior representatividade do ponto de vista de liquidez das ações. Entre os aspectos apreciados, foram avaliados pontos como a atuação social, ambiental e econômico-financeiro das empresas, além de práticas relacionadas à governança corporativa, características do negócio, natureza do produto e mudanças climáticas. Todo o processo foi verificado pela KPMG.

Entre as 40 empresas selecionadas pela BM&FBovespa, a Duratex, alinhada às melhores práticas que norteiam o trabalho da companhia, foi uma das 22 empresas que autorizaram a divulgação das respostas indicadas no questionário de avaliação.

“Integrar por mais um ano a carteira do ISE reforça o compromisso da Duratex com o desenvolvimento sustentável de nossas operações, a criação de valor aos nossos acionistas e a perenidade das operações. Além disso, eleva nossa companhia com um dos melhores desempenhos do mercado em todas as dimensões que mensuram a sustentabilidade empresarial”, afirma Flavio Donatelli, Diretor Financeiro, Relações com Investidores e Serviços Corporativos.

Ainda em 2013, a Duratex foi incluída no índice Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index.

Sobre a Duratex

A Duratex S.A. é uma empresa brasileira, privada e de capital aberto, com controle compartilhado entre os conglomerados Itaúsa - Investimentos Itaú S.A e Companhia Ligna de Investimentos. Maior produtora de painéis de madeira industrializada e pisos laminados, louças e metais sanitários do Hemisfério Sul, é líder no mercado brasileiro com as marcas Durafloor, Duratex, Deca e Hydra. Também está entre as 10 maiores empresa globais dos setores em que atua.

Com sede em São Paulo, conta com cerca de 12 mil colaboradores e 15 unidades industriais estrategicamente localizadas nos estados de MG, PB, PE, RS, RJ, SC e SP, além de três fábricas de painéis na Colômbia, através de sua participação de 37% na Tablemac. Possui 230 mil hectares com florestas plantadas e áreas de conservação nos estados de MG, RS e SP.
 
Fonte: 
Glaucia Ferreira - Holofote Comunicação

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Seminário vai abordar os impactos na norma de desempenho.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) realiza nos dias 17 e 18 de fevereiro o seminário Impactos na Norma de Desempenho, no auditório do prédio nº 01 do IPT, da Cidade Universitária, no Butantã, em São Paulo. O encontro vai discutir ações necessárias e os desafios para que o conceito de desempenho seja ampliado e estimule cada vez mais a qualidade das construções habitacionais brasileiros e a qualificação de seus profissionais. O evento é realizado juntamente com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Sinduscon-SP, as Secretarias de Habitação e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia de São Paulo, o Governo do Estado de São Paulo e o Ministério das Cidades.
                
O primeiro dia do seminário será para “nivelamento” de conhecimento sobre o conteúdo da norma, suas implicações jurídicas e seus desdobramentos no ensino tecnológico no país.

Já o segundo será dedicado às análises, aos impactos e aos desdobramentos que tal norma terá no setor produtivo privado e no setor público afeto à produção de habitações no Brasil.

Clique aqui para acessar a programação completa.

As vagas são limitadas e o evento também conta com apoio do CB-02 (Comitê Brasileiro da Construção Civil) e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ANBT), além do apoio institucional da Prefeitura de São Paulo, da Anamaco, da Abece, da Asbea, da CDHU e do Secovi-SP e do apoio de divulgação da Pini.
Mais informações pelo telefone (11) 3334-5600.
Fonte: Cbic.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Construção em pauta.

Governo do RS sanciona lei que estabelece normas sobre segurança e prevenção contra incêndios.
O governador gaúcho sancionou a Lei Complementar nº 155/2013, que estabelece normas sobre segurança, prevenção e proteção contra incêndios nas edificações e áreas de risco de incêndio no estado, no último no dia 26 de dezembro de 2013. O relatório torna mais rígida a obtenção de alvarás de todas as edificações, exceto as ocupações de apenas uma família com uso residencial. Além da área e a altura, se tornam exigência a capacidade de lotação, o tipo de uso do imóvel, a carga de incêndio e a extração de fumaça das edificações. Principal novidade, a carga de incêndio determina o potencial de combustão de um imóvel, considerando materiais internos. Uso de madeira, espuma, borracha, papel e plástico elevam o quociente. O texto ainda especifica a adoção das normas de resistência ao fogo de estruturas e de saídas de emergência em edifícios, entre outras. As punições para infração variam entre notificação, multa, interdição e embargo. As três primeiras serão aplicadas pelo Corpo de Bombeiros, enquanto o embargo fica a cargo da prefeitura. Com informações do Portal Piniweb. 


Ministério do Planejamento esclarece                     reportagem sobre veto de artigos da LDO.

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), em nota divulgada ontem, dia 6, esclarece reportagem sobre veto de artigos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) publicada também ontem no jornal O Estado de S.Paulo. De acordo o MPOG, o Sistema de Custos Rodoviários (Sicro) e o Sistema de Preços Custos e Índices (Sinapi), enquanto referências de preços para obras públicas, permanecem como metodologia padrão da Administração Pública Federal na elaboração do orçamento de referência das obras e serviços de engenharia contratados e orçados com recursos dos orçamentos da União. A nota destaca que até 2013, não existia norma de natureza permanente que tratasse de regras e critérios para a elaboração do orçamento referência de obras e serviços de engenharia, por isso tal assunto era tratado no âmbito na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Clique a seguir para acessar a íntegra da nota, bem como a matéria do jornal

A Finep, Bndes e Ministério do Meio Ambiente lança edital para incentivas investimentos na área ambiental.


A Finep, em conjunto com o BNDES e o Ministério do Meio Ambiente, lançou o Edital do Plano Inova Sustentabilidade. A iniciativa visa incentivar a realização de investimentos na área ambiental, com a promoção de soluções inovadoras capazes de mitigar impactos das atividades produtivas sobre o meio ambiente. Com dotação orçamentária de R$ 2 bilhões, divididos igualmente entre FINEP e BNDES, para operações contratadas no período de 2014 a 2016, o Inova Sustentabilidade terá quatro principais linhas temáticas: produção sustentável (eficiência energética no setor industrial; carvão vegetal; emissões atmosféricas; materiais tóxicos ou perigosos; efluentes líquidos, e resíduos sólidos industriais); recuperação de biomas brasileiros e fomento às atividades produtivas sustentáveis de base florestal; saneamento ambiental (resíduos sólidos urbanos; água; esgotos sanitários; logística reversa, e solos contaminados); e monitoramento de desastres ambientais (geossensores e sistemas remotos). Clique aqui para acessar o edital. 

“Impactos na norma de desempenho”            será tema de seminário em São Paulo.

A CBIC, juntamente com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Sinduscon-SP, as Secretarias de Habitação e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia de São Paulo, o Governo do Estado de São Paulo e o Ministério das Cidades, realiza nos dias 17 e 18 de fevereiro deste ano, no auditório do prédio nº 01 do IPT, Cidade Universitária, no Butantã, em São Paulo, o seminário Impactos na Norma de Desempenho. O evento visa discutir as ações necessárias e os desafios para que o conceito de desempenho seja ampliado e estimule cada vez mais a qualidade das construções habitacionais brasileiros e a qualificação de seus profissionais. O primeiro dia do seminário será para “nivelamento” de conhecimento sobre o conteúdo da norma, suas implicações jurídicas e seus desdobramentos no ensino tecnológico no país. Já o segundo será dedicado às análises, aos impactos e aos desdobramentos que tal norma terá no setor produtivo privado e no setor público afeto à produção de habitações no Brasil.Clique aqui para acessar a programação completa. Lembramos que as vagas são limitadas e que o evento também conta com apoio do CB-02 (Comitê Brasileiro da Construção Civil) e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ANBT), além do apoio institucional da Prefeitura de São Paulo, da Anamaco, da Abece, da Asbea, da CDHU e do Secovi-SP e do apoio de divulgação da Pini. Mais informações pelo telefone (11) 3334-5600. Participe! Fonte: Cbic.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Redes Sociais: a vitrine para vender, crescer e consolidar-se no mercado da construção civil.




Hoje as mídias digitais são
uma realidade consolidada. 
O lojista precisa estar conectado para 
comunicar-se com seus públicos 
de maneira adequada.





As redes sociais, denominação genérica dos chamados sites de relacionamento na rede mundial de computadores que atendem pela sigla Web, em inglês, fazem parte da estratégia de empresas modernas. Entretanto,  podem ir além da comunicação e relacionamento com empresas e a imprensa, no caso das lojas de tintas, incluindo outras lojas, clientes e profissionais como decoradores e pintores conectados.

Originalmente construídas para relacionar pessoas e conteúdos, as revendas também podem se beneficiar das redes sociais como ferramenta para relacionar-se com seus diversos públicos. Podem ampliar este universo para alcançar a própria indústria de tintas e portais de notícias do setor da construção além, claro, dos clientes e profissionais que são parceiros fundamentais. Podem levar conteúdos como notícias setoriais, orientações técnicas dos fabricantes de tintas e vernizes, entre tantos outros serviços informativos de qualidade. Acima de tudo, o lojista deve entender que as redes são uma vitrine e uma extensão de suas empresas.

Confusões frequentes como, por exemplo, misturar no perfil corporativo assuntos pessoais de donos e gerentes devem ser evitadas a todo custo.  Além disso, não é recomendado compartilhar  manifestações políticas, partidárias, religiosas e até de torcidas – exceção para as seleções nacionais. São assuntos tóxicos para os negócios. Trazem benefícios temas como arquitetura, decoração e manutenção de superfícies, por exemplo. O perfil da loja deve expressar somente opiniões e conteúdos institucionais e comerciais relacionados ao negócio. Aquilo que o lojista escreve no perfil corporativo ganha vida própria nas redes sociais e atinge o mercado.  A inserção de perfis das lojas nas redes é fundamental, mas também deve ser feita com cautela e inteligência empresarial.

Quem imaginaria há seis ou sete anos que um dia o Orkut iria acabar? Pois acabou e o Google + o substituiu. Apesar de ainda contar com poucos usuários, vale a pena conhecê-lo. As redes sociais são muito dinâmicas a passam por mudanças constantes. É preciso estar dentro para acompanhar e tirar bom proveito de todo esse movimento. Atualmente o maior canal de relacionamento é, sem dúvida, oFacebook. O Youtube é um excelente espaço para exibição de vídeos que permitem explorar, por exemplo, o passo-a-passo das aplicações de produtos. Neste ponto, os vídeos das indústrias podem ajudar bastante, sempre que indexados aos sites das lojas. O Instagram tem maior destaque para imagens de fotos, o que abre espaço para projetos de profissionais de construção, pintura e decoração, além da própria loja.

Nunca é demais lembrar que o cuidado gramatical é básico e indispensável, pois é fator de credibilidade da informação veiculada. Também é importante ter claro que quantidade de amigos e seguidores do perfil da empresa não ajuda muito, a qualidade é muito mais importante. Dará melhor retorno investir no envolvimento da empresa com o setor e com os formadores de opinião.

Rafael Ferreira 
Gerente de Marketing e Comunicação da Montana Química S.A.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Procura-se pintor qualificado.




A demanda por profissionais da construção civil 
aumenta cada vez mais no País e o déficit de mão de obra qualificada é grande. Um dos desafios
é encontrar um pintor imobiliário 
bem preparado.




Não é a toa que a indústria está preocupada com a qualificação da mão de obra em geral e, com o pintor, não é diferente. Hoje o mercado exige qualificação. Foi-se o tempo em que o pintor era a pessoa que perdeu o emprego e partia para um bico ou, simplesmente, abraçava a profissão por acaso. Pintura é trabalho para quem gosta e tem talento, por isso a construção civil está empenhada em criar mecanismos para treinar e qualificar esse profissional tão importante para o setor.



Recentemente foi aprovada a norma técnica brasileira referente a pintores imobiliários, a NBR 15.927, que apresenta definições básicas e requisitos mínimos para o exercício da atividade profissional de pintor. Tanto as construtoras, quanto as demais empresas que integram a cadeia produtiva da construção devem adequar-se a esta norma.



Pintando oportunidades – A Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas, a Abrafati, desde 2009,  possui o programa “Pintor Profissional”. É uma iniciativa que valoriza o pintor. Hoje, já são mais de 15 mil inscritos e passa de 4.400 o número dos que concluíram o treinamento, foram aprovados e receberam a carteirinha de identidade profissional para reconhecimento no mercado. É tudo gratuito e começa com o cadastramento impresso ou diretamente no site www.pintorprofissional.org.br.  O candidato recebe a apostila, estuda em casa e faz a prova. Este é somente o primeiro estágio do programa, vem mais por aí.



Outra iniciativa promissora vem do Serviço Nacional da Indústria, o Senai, com apoio do Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo, o Sitivesp. O projeto colabora para a qualificação de pintores profissionais por meio de dois cursos já adequados à norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas, a ABNT. Em 2012 foram formados 4.106 pintores de obras e 323 pintores decorativos em 53 escolas Senai distribuídas por todo o território nacional.



O esforço conjunto de indústrias, lojistas, associações de classe e instituições ligadas às empresas para qualificar e valorizar o pintor está avançando. É preciso ser aperfeiçoado constantemente, para que o profissional da pintura saiba trabalhar de modo adequado com um número cada vez maior de novos produtos inovadores, com tecnologias que aumentam seu valor agregado. A mão de obra deve estar preparada para responder às demandas do mercado. Já não basta para fabricantes e lojistas oferecer bons produtos, são indispensáveis os bons pintores para realizar em cada obra o alto desempenho esperado.



Rafael Ferreira,

Gerente de Marketing e Comunicação da Montana Química S.A.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Minha Casa, Minha Vida.

O Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) vai contratar mais 700 mil unidades habitacionais, em 2014. Até o momento foram contratadas mais de 3 milhões de moradias, sendo 2,065 milhões no atual governo. A meta é chegar com 2,750 milhões de casas contratadas até o final de 2014. De acordo com dados do Ministério das Cidades, o número de moradias entregues soma 1,4 milhão. Até o fim deste ano, a previsão é de que sejam contratadas 695,1 milhões de moradias, contra 818,3 milhões em 2012. 

O investimento total realizado até o momento no Minha Casa, Minha Vida foi de R$ 193 bilhões. A previsão para 2014 é que os recursos investidos totalizem R$ 234 bilhões. Ainda pelos cálculos do Ministério, cada R$ 1 milhão investido no programa gera 32 postos de trabalho e R$ 744 mil de renda adicional no país. O ministério estima ainda que as moradias financiadas hoje pelo programa representam 0,7% do estoque total. Em 2012 foram gerados 1,26 milhão de empregos diretos e indiretos. 

Para 2013 a previsão é de atingir 1,27 milhão. As compras de materiais e serviços adicionadas pelo programa foram de R$ 22 bilhões e a renda injetada na economia brasileira, segundo a estimativa do ministério, totalizou R$ 30 bilhões em 2012, o equivalente a 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. 

Para a CBIC, um dos grandes méritos do programa foi trazer para a formalidade um conjunto de unidades habitacionais que vinham sendo produzidas na informalidade. A formalização vai desde a localidade onde a casa vai ser construída até a construtora que vai erguê-la. (Fonte: Brasil Econômico)