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quarta-feira, 28 de março de 2012

Incentivos fiscais ao mercado da construção.

O governo federal vai reduzir as alíquotas do imposto dos laminados PET para revestimentos, papel de parede, luminárias e lustres até o dia 30 de junho deste ano. A alíquota para laminados PET que era de 15% passa para zero por cento; o papel de parede, de 20% para 10% e luminárias e lustres, de 15% para 5%. Com a desoneração e redução das alíquotas o governo deixará de arrecadar mais R$ 20 milhões. O objetivo da medida é a reativação da economia.

No final de 2011, o governo já havia prorrogado a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais de construção até o final de 2012, conforme decreto 7.660/2011, publicada no Diário Oficial da União em 26 de dezembro.

Materiais com IPI zero

- cimentos brancos (mesmo corados artificialmente);
- cimento comum;
- tintas à base de polímeros acrílicos ou vinílicos;
- vernizes;
- argamassas e concretos não refratários;
- dobradiças;
- chuveiro elétrico;
- Banheiras, boxes para chuveiros, pias e lavatórios de plástico;
- telhas em aço galvanizado;
- ladrilhos e placas (lajes) de cerâmica para pavimentação ou revestimento, vidrados ou esmaltados, entre outros.

Outros materiais

- disjuntores com redução de IPI de 10%
- indutos utilizados em pintura com redução de IPI de 2%
- aditivos preparados para cimentos, argamassas ou concretos e outras guarnições, ferragens e artigos semelhantes para construções com redução de IPI de 5%.

Vendas de materiais de construção aumentaram em março.

As vendas de materiais de construção aumentaram 15% em março, ante ao mês de fevereiro. 16% a mais se comparados ao mesmo período de 2011. Para o mês de abril a estimativa é de crescimento em 11% no aumento de vendas em todas as regiões. Os dados foram divulgados pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamanco), nesta terça-feira, 27.

A pesquisa apontou, ainda, que o crescimento das vendas aconteceu em todas as regiões. Nas Regiões Nordeste a média de vendas foi de 18%; Norte e Sudeste, 15%, e o Centro-Oeste em 13%. Nos segmentos com maior comercialização estão as fechaduras e ferragens, com 13%, interruptores, com 10%, portas e esquadrias de alumínio, com 8% e lâmpadas fluorescentes com 7%.

Foram entrevistados 500 varejistas em todo o país, dos quais 61% acreditam que as vendas deverão atingir 17%, em média, no mês de abril. O varejo de material do setor atingiu um faturamento de R$ 52 bilhões, em 2011, com um crescimento de 4,5%.

Atualmente há 138 mil lojas de materiais de construção no Brasil, representando 13% do Produto Interno Brasileiro (PIB). Deste total, 77% são pequenas ou médias empresas.

terça-feira, 27 de março de 2012

Rodolfo Testoni é o presidente da Acomac Porto Alegre.

Imagem:divulgação Acomac




A Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção de Porto Alegre (Acomac) empossou a nova diretoria, para gestão 2012-2013, no dia 12 de março. O empresário Rodolfo Rogério Testoni assumiu a presidência da entidade, em substituição ao empresário Arcione Piva, em cerimônia realizada no Lindóia Tênis Clube, na capital gaúcha.

Em discurso de transição Rodolfo Rogério Testoni destacou que a Acomac Porto Alegre manterá o foco no fortalecimento do associativismo, através da capacitação do setor e do relacionamento da cadeia indústria e comércio varejista de material de construção da capital. "Na presidência da entidade, juntamente com o conselho, temos como objetivo dar continuidade aos projetos e metas da entidade, com ênfase para o desenvolvimento do quadro social”, ressaltou.

Testoni enfocou, ainda, que a diretoria dará continuidade aos projetos da gestão anterior e priorizará os novos desafios na qualificação do setor, repassando aos associados os benefícios recebidos pela entidade. “É imprescindível o apoio das indústrias e demais parceiros para que nossas ações tenham êxito”, destacou Testoni.

Já Arcione Piva, ao transferir a presidência da Acomac Porto Alegre, fez um agradecimento especial aos diretores que participaram da sua gestão pela dedicação aos associados, indústrias parceiras, sócios e colaboradores do grupo Elevato. Ele destacou a meta alcançada na qualificação do setor, principalmente na parte técnica, onde as ações somente foram alcançadas a partir da parceria positiva com as indústrias do setor. “Para nós é uma grande satisfação diagnosticar que estamos dando retorno aos nossos associados e enriquecendo cada vez mais o conhecimento de nossa cadeia produtiva, pois sabemos que nosso papel como entidade é buscar capacitar e aperfeiçoar a precisão no nosso atendimento e no nosso potencial humano, nas diversas áreas de atuação de cada empresa”, salientou Piva.

A cerimônia de posse contou com as presenças do presidente do Conselho Deliberativo da Acomac Porto Alegre, Irio Piva; os ex-presidentes da entidade, Luiz Antonio Lopes, Roque Rigoni, Irio Piva, Erminio Vivian, dirigentes de entidades parceiras, indústrias, associados e autoridades públicas estadual e municipal.

Há 17 anos participando da Acomac, Rodolfo Rogério Testoni, 55 anos, é natural de Gaspar, Santa Catarina, SC. É sócio das empresas GTA do Sul Serviços Auxiliares à Construção Civil Ltda e Testoni Indústria e Comércio Ltda, onde atua no comércio e serviços de materiais de acabamento para construção civil desde 1977.

Diretoria Biênio 2012/2013

Imagem:divulgação Acomac

Presidente: Rodolfo Testoni
1º Vice-Presidente: Fábio Almada
2º Vice-Presidente: Paulo Penna Rey
1º Vice-Presidente Administrativo: Felippe Sielichow
2º Vice-Presidente Administrativo: Lourdes Martins
1º Vice-Presidente Financeiro: Paulo Gonzaga
2º Vice-Presidente Financeiro: Tarcísio Morais
1º Vice-Presidente de Eventos: Erminio Vivian
2º Vice-Presidente de Eventos: Roni Zenevich
1º Vice-Presidente de Patrimônio: Jaime Silvano
Diretor de Patrimônio: Genesvile Zanotelli
1º Vice-Presidente de Relação com a Comunidade: Paulo Pancinha
Diretor de Relação com a Comunidade: Arcione Piva

Da redação com Assessoria de Imprensa da Acomac Porto Alegre.

INCC-M de março.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou variação de 0,37, em março, ante aos 0,42% do mês anterior. Nos últimos 12 meses a taxa de variação foi de 7,85% e, no o acumulado do ano, o índice atingiu 1,46%. Já o índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,42%, ante aos 0,40% referente ao mês de fevereiro. No mesmo período, a mão de obra apontou o índice de variação de 0,32%. O INCC-M, divulgado pela Fundação Getulio Vargas, é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo correspondente a materiais e equipamentos a taxa de variação foi de 0,44%, ante ao índice de 0,32% do mês anterior. Três subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,29% para 0,47%), materiais para instalação (-0,11% para 0,37%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,56% para 0,64%). Com relação a serviços a taxa foi de 0,34%.

Mão de obra

O grupo mão de obra registrou variação de 0,32%, em março, ante a 0,43% do mês anterior. Em Salvador, foi registrada variação de 1,61%, por conta de reajustes salariais ocorridos em função da data base. Já em Porto Alegre, a taxa de 1,47% decorre de adicional previsto no acordo coletivo. No Rio de Janeiro ocorreu discreta variação salarial.

As capitais Salvador, Brasília e Porto Alegre registraram aceleração nos índices de variação. Ao contrário, Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro apresentaram desaceleração.

Da redação com a FGV.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Lâmpadas incandescentes com os dias contados.

As lâmpadas incandescentes devem ser trocadas por fluorescentes ou LED (diodos emissores de luz) até 2016, conforme portaria dos Ministérios de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia, e Indústria e Comércio, de janeiro de 2011. O objetivo é a economia na geração e distribuição de energia, além de possibilitar uma redução em até 80% dos gastos para o consumidor. Atualmente, são comercializados cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes nos Brasil.

A medida pode ter incentivado a produção local do setor no país. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) o Brasil deverá receber três novas fábricas para produção de lâmpadas LED nos próximos anos. Hoje, o crescimento do consumo das LEDs nas residências chega a 250 mil unidades por ano, um crescimento em 100% no país, segundo a Abilux.

As lâmpadas LED são cerca de 6,5 vezes mais eficientes, apresentando vida útil entre 20 mil e 50 mil horas de duração, enquanto uma incandescente (tradicional) chega a cerca de mil horas. Diferente das incandescentes que liberam energia através do calor, o LED libera a energia excedente na forma de luz.

Da redação com a Abilux

13ª Expolux.



O crescimento do setor da indústria da iluminação, impulsionado pelo aumento do poder de compra do brasileiro e a situação favorável da construção civil, permitiu que a Expolux - Feira Internacional da Indústria da Iluminação, em sua 13ª edição, conquistasse um novo espaço para o evento. Para atender a uma antiga reivindicação dos empresários do setor a Expolux 2012 será realizada no Expo Center Norte, em São Paulo, capital, de 24 a 28 de abril.

O evento, idealizado pela Associação Brasileira da Indústria da Iluminação (Abilux) e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, acontecia paralelamente à Feicon Batimat, no Pavilhão de Exposição do Anhembi. Com o novo local a expectativa dos organizadores é de que a Expolux receba mais de 38 mil visitantes, entre arquitetos, incorporadores, especificadores de compras, revendedores de materiais elétricos e de construção, engenheiros, lojistas, decoradores, construtores, projetistas e consumidores. Maiores informações no site: www.expolux.com.br ou através do Tel.: 55 11 3060-4918.

Da redação com Abilux