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terça-feira, 24 de julho de 2018

Sinduscon RS divulga o CUB/m² de junho.

Sinduscon RS divulga o CUB/m² de junho.O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de junho de 2018, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em junho foram:

Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 30cm (6,11%),
Fio de cobre anti-chama, isolamento 750v, 2,5 m2 (5,69%),
Esquadria de correr temanho 2,00m x 1,40m, em alumínio (4,52%), 
Cimento CP-32 II (3,64%),
Emulsão asfáltica impermeabilizante (2,51%), e
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2″ (2,51%)

O material de construção que apresentou redução de preço em junho último:

Aço CA-50 Ø 10mm (-2,01%),
Tijolo 19cm x 19cm x19cm (-1,61%)
Disjuntor tripolar 70 A (-1,17%),

Bacia sanitária branca com caixa acoplada (-1,11%)

Telha fibrocimento ondulada 6mm (-0,69%), e
Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm, PB II (-0,09%). 

Fonte: SindusconRS

sábado, 21 de julho de 2018

Em audiência, CBIC apresenta problemas e sugere medidas imediatas para questões relacionadas a crédito para o setor da construção.



A falta de crédito para o financiamento à produção, os aumentos sucessivos dos preços do asfalto, o fim do Regime Especial de Tributação (RET) em dezembro deste ano e as constantes propostas de desvio do uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), entre outras questões que impedem o crescimento da construção civil,  reuniram, em audiência, representantes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em São Paulo, no começo de julho, com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, e o secretário de Política Econômica (SPE), Fabio Kanczuk.

Indutor de emprego e renda, o setor da construção sofre a falta de crédito para produção. Buscando uma solução para o problema, principalmente em razão do difícil momento vivenciado pelas empresas construtoras e a dificuldade de acesso os recursos financiamentos, a entidade reforçou à equipe financeira a importância do governo estabelecer mecanismos que deem segurança tanto para os bancos investirem quanto para o setor produzir, na linha de novos critérios de governança, de transparência, de auditoria e de seguros. O assunto também foi tratado esta semana com o diretor de Regulação do Banco Central do Brasil, Otávio Ribeiro Damaso. 

A CBIC também manifestou apreensão com as inúmeras notícias sobre o desvio de uso dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para as mais diferentes aplicações E possíveis mudanças no FGTS. Se houver mudança, o Brasil continuará com vergonhosos índices de déficit habitacional e falta de saneamento, por comprometer a aplicação de recursos em habitação, saneamento, infraestrutura urbana, operações urbanas consorciadas e mobilidade urbana, que levam melhorias à sociedade brasileira. Nos mais de 50 anos de aplicação do FGTS, são indiscutíveis os resultados concretos tanto no que se refere à entrega de obras de mobilidade urbana quanto em redes de abastecimento de água e de saneamento, estação de tratamento de esgoto, recuperação ambiental e as inúmeras habitações produzidas. Além de suscitar a geração de emprego formal e renda, representando uma parcela importante do investimento nacional, que contribui para o crescimento sustentável da economia, os investimentos do Fundo de Garantia também retornam para o governo na forma de impostos.

Fonte: cbic

domingo, 24 de junho de 2018

Custo da Construção apontou alta em maio.



O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 0,30% em maio, acima do resultado do mês anterior, que foi de 0,28%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços teve variação de 0,49%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,40%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,15% na passagem de abril para maio. 

Materiais, Equipamentos e Serviços


No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,54%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,35%. Dos quatro subgrupos componentes, três apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para acabamento, cuja taxa passou de 0,23% para 0,66%. 

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,61%, em abril, para 0,27%, em maio. Neste grupo, vale destacar a desaceleração da taxa do subitem projetos, cuja variação passou de 1,48% para 0,95%. 

Mão de obra


O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,15% na passagem de abril para maio. Esta variação ocorreu devido a reajustes salariais de várias categorias em Belo Horizonte e Recife. 

Capitais 


Quatro capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador, Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro. Em contrapartida, Brasília, Porto Alegre e São Paulo registraram desaceleração. 

Fonte: FGV

Emprego na construção civil cresceu em abril.

O nível de emprego na construção civil brasileira cresceu 0,74% em abril na comparação com março. Com a contratação de 17.030 trabalhadores, o estoque foi de 2.312.636 para 2.329.666. Na comparação com abril de 2017, houve queda de 2,43% (-58.141). Ao se desconsiderar os efeitos sazonais*, o emprego registrou -0,09% em abril na comparação com março (-2.080). Os dados são da pesquisa realizada pelo  SindusCon-SP em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE).
A elevação do nível de emprego da construção em abril, embora positiva, não revela uma tendência, segundo o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto. “Seguimos com menos trabalhadores empregados, na comparação do acumulado neste ano com o do ano passado. A escassez de novos contratos para a realização de obras e a queda das expectativas para o desempenho do PIB em 2018 mostram que o emprego na construção ainda demorará muito para iniciar uma trajetória consistente de crescimento”, comenta.
Segmentação
Em abril, na comparação com março, todos os segmentos registraram alta. As maiores altas foram em:
Infraestrutura (0,93%)
Imobiliário (0,91%), e 
Engenharia e Arquitetura (0,68%).
Na análise de 12 meses, houve queda em quase todos os segmentos, exceto Engenharia e Arquitetura (3,20%). 
As maiores baixas foram em: 
Imobiliário (-4,75%)
Obras de acabamento (-3,88%), e 
Incorporação de imóveis (-3,28%).
Por regiões
Na estratificação por regiões, os resultados de abril na comparação com o mês anterior mostram elevação do emprego nas regiões Norte (0,67%), Sudeste (0,90%), Sul (0,72%) e Centro-Oeste (1,80%). A exceção foi o Nordeste, com queda de -0,07% nas contratações.
No Sudeste todos os estados registraram alta: Minas Gerais (1,52%), São Paulo (0,74%), Espírito Santo (0,68%) e Rio de Janeiro (0,62%).
No Centro-Oeste, a alta foi puxada por Mato Grosso (3,23%), seguido de Goiás (2,40%) e o Distrito Federal (1,11%). Na outra ponta, Mato Grosso caiu 0,26%.
Na região Sul todos os estados tiveram elevação no emprego: Santa Catarina (1,44%), Rio Grande do Sul (0,63%) e Paraná (0,25%).
No Nordeste, puxaram o resultado para baixo os estados da Bahia (-0,78%), Pernambuco (-0,69%) e Maranhão (0,39%). Por outro lado, as maiores altas no emprego foram em Alagoas (1,79%), Rio Grande do Norte (1,31%), e Sergipe (0,67%).
Na região Norte, apenas Roraima (-2,15%) teve baixa. As maiores elevações na contratação de trabalhadores foram em Amapá (2,71%), Tocantins (1,57%) e Acre (1,24%). Maior estado do Brasil, o Amazonas teve alta de 0,33%.
Fonte: SindusConSP
Emprego por regiões - 04.2018

domingo, 10 de junho de 2018

O Sinduscon RS divulgou os valores dos salários médios de maio de 2018.

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 18,09
Acima de 25 subordinados - 23,44
Média - 19,75
Pedreiro - 6,93
Servente - 5,57
Carpinteiro - 7,09
Ferreiro (Armador) - 7,27
Pintor - 6,92
Apontador - 12,79
Eletricista
Oficial - 7,39
Meio Oficial - 6,14
Ajudante - 5,63
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 7,53
Meio Oficial -6,14
Ajudante - 5,47
Engenheiro - 44,74
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Sinduscon divulga os preços médios dos materiais de construção em maio de 2018.

Aço CA-50 Ø mm R$ 4,48
Areia Lavada m3 R$ 64,59;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 297,37; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.106,55;
Brita nº 02 m3 R$ 60,29
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 3,60
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,55; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 324,77
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 33,50;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 105,39;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 17,51
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 667,85
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 35,15;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,23
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 180,02
Locação de Betoneira dia R$ 33,00
Placa de gesso m2 R$ 10,77
Porta lisa p/pintura unid R$ 127,32;
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 22,33;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 43,90; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 51,75
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,62;
Tinta látex PVA l R$ 20,64
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 29,01
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 21,84; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 59,33; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Sinduscon RS divulga o CUB/m² de abril.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de abril de 2018, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em abril foram:

Concreto fck=25 Mpe (2,55%),

Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 30cm (2,42%),
Tinta látex PVA (2,32%),
Tijolo 19cm x 19cm x19cm (1,69%)
Janela de correr tamanho 1,20m x 1,20m em ferro (1,69%),
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm (1,69%),

O material de construção que apresentou redução de preço em abril último:

Disjuntor tripolar 70 A (-1,49%),
Locação de Betoneira (-1,43%),
Telha fibrocimento ondulada 6mm (-1,00%), e
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (-0,96%)
Fonte: SindusconRS