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segunda-feira, 30 de abril de 2018

O consumo da água na construção

O consumo diário de água por operário não alojado em uma obra chega a 45 litros por dia, sem a inclusão da refeição. Caso a alimentação seja preparada no local, o consumo pode atingir 65 litros. Já nos serviços de construção o consumo é elevado. Para a confecção de um metro cúbico de concreto, se gasta em média de 160 a 200 litros e, na compactação de um metro cúbico de aterro, podem ser consumidos até 300 litros de água. Estes dados resultam de pesquisa realizada pelo Departamento de Engenharia de Construção Civil e Urbana – Escola Politécnica – da Universidade de São Paulo. As modificações climáticas e consequentemente a possível escassez de água mobilizou a comunidade científica na busca de ações de sustentabilidade na construção civil.

Atualmente, diversos setores produtivos, assim como na construção civil, desenvolvem medidas de racionalização no consumo de água. Ações sobre a necessidade de construções com menor impacto sobre o meio ambiente começaram exatamente a partir de investigações para diminuir o consumo na fabricação de materiais e na construção de prédios. A criação do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, em 2007, foi a iniciativa correta para intensificar o uso consciente dos recursos naturais em um território com cerca de 12% de disponibilidade de água potável do planeta.

Com o “boom” da construção civil, que elevou a demanda e o custo da água, surge a necessidade em se implantar programas para economia de água nos canteiros de obras, tais como a utilização de torneiras com acionamento e desligamento automático; instalação de temporizadores nos chuveiros, determinando o tempo de banho; utilização de água da chuva para descargas e limpeza da obra. Também otimizar estudos para utilização de fontes alternativas de água para consumo em serviços de construção civil, como o uso da água da chuva na cura do concreto ou dosagem de argamassas; palestras para conscientização dos funcionários, com relação à fonte finita de recursos naturais; e acompanhamento mensal dos consumos e medidas para redução dos mesmos.

Para desenvolver ações voltadas ao uso racional da água em suas múltiplas aplicações promovendo a adoção de medidas que minimizem perdas e maximizem a eficiência, o uso racional da água e sua reutilização a Agência Nacional de Águas (ANA) lançou, em novembro, edital para seleção de propostas de entidades privadas sem fins lucrativos para o desenvolvimento de ações em apoio à gestão de Recursos Hídricos no setor da Construção Civil.
www.ana.gov.br

Derli dos Reis
Jornalista

O Sinduscon RS divulgou os valores dos salários médios de março de 2018.

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 17,85
Acima de 25 subordinados - 30,26
Média - 21,54
Pedreiro - 6,93
Servente - 5,60
Carpinteiro - 7,11
Ferreiro (Armador) - 7,31
Pintor - 6,92
Apontador - 12,79
Eletricista
Oficial - 7,42
Meio Oficial - 6,14
Ajudante - 5,62
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 7,48
Meio Oficial -6,00
Ajudante - 5,47
Engenheiro - 46,87
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

quinta-feira, 29 de março de 2018

Sinduscon RS divulga o CUB/m² fevereiro.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de fevereiro de 2018, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em fevereiro foram:

Janela de correr tamanho 1,20m x 1,20m em ferro (2,36%),

Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2″ (1,97%),
Esquadria de correr tamanho 2,00m x 1,40m, em alumínio (1,94%),
Tinta látex PVA (1,26%),
Porta lisa p/pintura (1,05%), e
Fechadura para porta Interna, em ferro, acabamento cromado (0,89%).

O material de construção que apresentou redução de preço em fevereiro último:

Registro de pressão cromado Ø  1/2″ (-4,04%),
Locação de Betoneira (-2,60%),
Disjuntor tripolar 70 A (-2,00%),
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (-1,09%),
Aço CA-50 Ø  10mm (-0,67%), e
Concreto fck=25 Mpe (-0,40%).
Fonte: SindusconRS

quinta-feira, 22 de março de 2018

As redes sociais são as vitrines das lojas.


Rafael Ferreira




Hoje as mídias digitais são
uma realidade consolidada. 
O lojista precisa estar conectado
 para comunicar-se com seus 
públicos de maneira adequada.



As redes sociais, denominação genérica dos chamados de relacionamento na rede mundial de computadores que atendem pela sigla, em inglês, fazem parte da estratégia de empresas modernas. Entretanto,  podem ir além da comunicação e relacionamento com empresas e a imprensa, no caso das lojas de tintas, incluindo outras lojas, clientes e profissionais como decoradores e pintores conectados.

Originalmente construídas para relacionar pessoas e conteúdos, as revendas também podem se beneficiar das redes sociais como ferramenta para relacionar-se com seus diversos públicos. Podem ampliar este universo para alcançar a própria indústria de tintas e portais de notícias do setor da construção além, claro, dos clientes e profissionais que são parceiros fundamentais. Podem levar conteúdos como notícias setoriais, orientações técnicas dos fabricantes de tintas e vernizes, entre tantos outros serviços informativos de qualidade. Acima de tudo, o lojista deve entender que as redes são uma vitrine e uma extensão de suas empresas.

Confusões frequentes como, por exemplo, misturar no perfil corporativo assuntos pessoais de donos e gerentes devem ser evitadas a todo custo.  Além disso, não é recomendado compartilhar  manifestações políticas, partidárias, religiosas e até de torcidas – exceção para as seleções nacionais. São assuntos tóxicos para os negócios. Trazem benefícios temas como arquitetura, decoração e manutenção de superfícies, por exemplo. O perfil da loja deve expressar somente opiniões e conteúdos institucionais e comerciais relacionados ao negócio. Aquilo que o lojista escreve no perfil corporativo ganha vida própria nas redes sociais e atinge o mercado.  A inserção de perfis das lojas nas redes é fundamental, mas também deve ser feita com cautela e inteligência empresarial.

Quem imaginaria há seis ou sete anos que um dia o iria acabar? Pois acabou e o substituiu. Apesar de ainda contar com poucos usuários, vale a pena conhecê-lo. As redes sociais são muito dinâmicas a passam por mudanças constantes. É preciso estar dentro para acompanhar e tirar bom proveito de todo esse movimento. Atualmente o maior canal de relacionamento é, sem dúvida, um excelente espaço para exibição de vídeos que permitem explorar, por exemplo, o passo-a-passo das aplicações de produtos. Neste ponto, os vídeos das indústrias podem ajudar bastante, sempre que indexados aos das lojas. O Instagram tem maior destaque para imagens de fotos, o que abre espaço para projetos de profissionais de construção, pintura e decoração, além da própria loja.

Nunca é demais lembrar que o cuidado gramatical é básico e indispensável, pois é fator de credibilidade da informação veiculada. Também é importante ter claro que quantidade de amigos e seguidores do perfil da empresa não ajuda muito, a qualidade é muito mais importante. Dará melhor retorno investir no envolvimento da empresa com o setor e com os formadores de opinião.

Rafael Ferreira – Gerente de Marketing e Comunicação da Montana Química S.A.

Tendências do mercado para 2018.

Palestra de Cesar Pancinha no Café com Lojistas.
“Em 1960 vivíamos a era da estabilidade, na qual o grande valor para os profissionais era manterem relações e empregos a longo prazo. Depois, por volta da década de 90, a regra era a empregabilidade. O Brasil se encontrava na era do pleno emprego e tudo que a pessoa precisava era ser atrativa para ter opções em mais de uma empresa. Hoje, diferentemente estamos na era 3.0, ou seja a era da trabalhabilidade. Agora, mais do que um emprego fixo as pessoas buscam oportunidades de gerar renda em diversas atividades, de maneira complementar. Por isso, o profissional ideal é aquele que tem a capacidade de ser especialista em determinada área e, ao mesmo tempo, generalista em outras”, explica Pancinha.

Para o palestrante, especialista em comportamento do consumidor e em comportamento humano, com mais de 25 anos de atuação na área, o desafio é sair do automático e ser protagonista. “Assuma o comando, o controle da ação e resolva o problema do seu cliente”, disse.

Mas, afinal, por que se perde um cliente? Segundo Pancinha, 65% dos consumidores deixam de comprar de determinada loja por sentirem indiferença por parte dos vendedores, 14% por reclamações não atendidas pelas empresas e 10% por perceberem que a concorrência oferece mais vantagens a eles. É pensando nisso que ele ressaltou na palestra que não só de mudanças no mercado de trabalho o País está vivendo.

Segundo Pancinha, a revolução também está impactando o comportamento do consumidor. “O cliente não quer mais comprar só um produto, mas o estilo do produto. Você segue vendendo livros ou conhecimento? Mude seu posicionamento. Estamos falando de gerar experiência para o seu cliente, de gerar valor para ele”, ponderou.

Por não se adaptarem ao novo contexto, aos olhos do cliente as empresas estão cada vez mais iguais, utilizando estratégias similares, ofertando os mesmos produtos ou com qualidades semelhantes. E o que estão fazendo para se diferenciar? “Vivemos um momento em que devemos ser melhores do que quando fomos melhores”, disse.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Preços médios dos materiais de construção em dezembro de 2017.

Aço CA-50 Ø mm R$ 4,54
Areia Lavada m3 R$ 64,75;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 320,54; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.108,27;
Brita nº 02 m3 R$ 58,89
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 3,24
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,53; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 31004
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 33,94;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 111,82;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 16,76
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 624,50
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 35,08;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,17
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 168,87
Locação de Betoneira dia R$ 32,33
Placa de gesso m2 R$ 10,77
Porta lisa p/pintura unid R$ 125,39;
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 22,82;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 45,62; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 49,75
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,58;
Tinta látex PVA l R$ 19,85
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 28,50
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 22,25; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 59,33; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Sinduscon RS divulga o CUB/m² de dezembro de 2017.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de dezembro de 2017, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em dezembro foram:

Bacia sanitária branca com caixa acoplada (3,21%), 

Tinta látex PVA (1,85%),
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V, # 2,5mm² (1,74%), 
Chapa compensado plastificado 18mm (1,43%) e 
Concreto fck=25 Mpe (1,08%) 

No acumulado de 2017, os materiais de construção que mais subiram foram: 

Bacia sanitária branca com caixa acoplada (20,15%), 
Aço CA-50 Ø10 mm (14,07%), 
Placa de gesso (12,89%), 
Emulsão asfáltica impermeabilizante (12,41%) e 
Disjuntor tripolar 70 A (12,15%).

O material de construção que apresentou redução de preço em dezembro último:

Tijolo 9cm x19cm x 19cm (-1,69%), 
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm (-1,45%),
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II (-0,91%) e 
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio (-0,90%).


No mesmo período, os materiais de construção que apresentaram as maiores reduções de preços foram

Brita nº 02 (-7,96%), 
Cimento CP-32 II (-3,64%), 
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio (-3,48%). 
Tijolo 9 cm x 19 cm x 19 cm (-3,33%) e 
Areia Lavada (-2,89%).

Fonte: SindusconRS