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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Índice de Confiança da Construção de janeiro

O Índice de Confiança da Construção (ICST) subiu 2,5 pontos em janeiro de 2017, atingindo 74,5 pontos, o maior nível desde junho de 2015  (76,2 pontos), conforme a Fundação Getulio Vargas. A alta foi determinada pela evolução favorável de seus dois componentes. O Índice da Situação Atual (ISA-CST) aumentou 1,5 ponto, alcançando 65,3 pontos, influenciado pelo indicador que mede a situação atual dos negócios, com alta  de 1,5 ponto. O Índice de Expectativas (IE-CST) cresceu 3,4 pontos, para 84,0 pontos. Dentre os quesitos que compõem o IE-CST, as perspectivas para a demanda nos próximos três meses seguintes foi o que mais contribuiu para o crescimento no mês, com aumento de 3,9 pontos na margem.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor subiu 0,7 ponto percentual (p.p.), alcançando 63,8%, resultado insuficiente para compensar o recuo de dezembro (1,1 ponto).

“A melhora das expectativas combinada a uma percepção menos negativa sobre a situação atual contribuiu para que a confiança da construção registrasse em janeiro a maior alta mensal da série. Ainda assim não é possível apontar o fim do ciclo recessivo no setor, pois o aumento da confiança continua amparado muito mais nas expectativas do que na melhora de fato dos negócios. Vale notar que a carteira de contratos das empresas encontra-se em um patamar muito baixo”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE.

EMPREGO

A perspectiva de aumento na demanda nos próximos meses parece ter influenciado favoravelmente nas decisões relativas ao pessoal ocupado no setor. Entre dezembro e janeiro, a proporção de empresas prevendo reduzir o quadro de pessoal passou de 41,4% para 32,7%, enquanto a parcela das que planejam contratar subiu de 10,2% para 14,0%. Ainda longe de representar uma retomada de contratações, portanto, o resultado parece sinalizar ao menos uma desaceleração no ritmo de demissões.  “O ano de 2016 foi especialmente ruim para o emprego na construção, que registrou a diminuição de mais de 358 mil postos de trabalho”, observou Ana Castelo. 

A edição de janeiro de 2017 coletou informações de 700 empresas entre os dias 02 e 24 deste mês.
Fonte: FGV

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Sinduscon rs divulga CUB/m² de janeiro.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de janeiro de 2017, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em janeiro foram:

Placa de gesso (2,31%)
Porta lisa pra pintura (2,28%)
Aço CA -50 Ø Ø 1/2 (1,75%)
Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 39cm (1,25%)

O material de construção que apresentou redução de preço em janeiro último:

Chapa de compensado plastificado 18mm (-1,22%)
Bacia sanitária com caixa acoplada (-1,03%)
Areia lavada (-0,72%),
Brita nº02 (-0,63%)
Janela de correr tamanho 120m x 120m em ferro (-0,47%)
Telha fibrocimento ondulado 6m (-0,14%). 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

As redes sociais são as vitrines das lojas.

Hoje as mídias digitais são
uma realidade consolidada. 
O lojista precisa estar conectado
 para comunicar-se com seus 
públicos de maneira adequada.



As redes sociais, denominação genérica dos chamados sites de relacionamento na rede mundial de computadores que atendem pela sigla Web, em inglês, fazem parte da estratégia de empresas modernas. Entretanto,  podem ir além da comunicação e relacionamento com empresas e a imprensa, no caso das lojas de tintas, incluindo outras lojas, clientes e profissionais como decoradores e pintores conectados.

Originalmente construídas para relacionar pessoas e conteúdos, as revendas também podem se beneficiar das redes sociais como ferramenta para relacionar-se com seus diversos públicos. Podem ampliar este universo para alcançar a própria indústria de tintas e portais de notícias do setor da construção além, claro, dos clientes e profissionais que são parceiros fundamentais. Podem levar conteúdos como notícias setoriais, orientações técnicas dos fabricantes de tintas e vernizes, entre tantos outros serviços informativos de qualidade. Acima de tudo, o lojista deve entender que as redes são uma vitrine e uma extensão de suas empresas.

Confusões frequentes como, por exemplo, misturar no perfil corporativo assuntos pessoais de donos e gerentes devem ser evitadas a todo custo.  Além disso, não é recomendado compartilhar  manifestações políticas, partidárias, religiosas e até de torcidas – exceção para as seleções nacionais. São assuntos tóxicos para os negócios. Trazem benefícios temas como arquitetura, decoração e manutenção de superfícies, por exemplo. O perfil da loja deve expressar somente opiniões e conteúdos institucionais e comerciais relacionados ao negócio. Aquilo que o lojista escreve no perfil corporativo ganha vida própria nas redes sociais e atinge o mercado.  A inserção de perfis das lojas nas redes é fundamental, mas também deve ser feita com cautela e inteligência empresarial.

Quem imaginaria há seis ou sete anos que um dia o Orkut iria acabar? Pois acabou e o Google + o substituiu. Apesar de ainda contar com poucos usuários, vale a pena conhecê-lo. As redes sociais são muito dinâmicas a passam por mudanças constantes. É preciso estar dentro para acompanhar e tirar bom proveito de todo esse movimento. Atualmente o maior canal de relacionamento é, sem dúvida, oFacebook. O Youtube é um excelente espaço para exibição de vídeos que permitem explorar, por exemplo, o passo-a-passo das aplicações de produtos. Neste ponto, os vídeos das indústrias podem ajudar bastante, sempre que indexados aos sites das lojas. O Instagram tem maior destaque para imagens de fotos, o que abre espaço para projetos de profissionais de construção, pintura e decoração, além da própria loja.

Nunca é demais lembrar que o cuidado gramatical é básico e indispensável, pois é fator de credibilidade da informação veiculada. Também é importante ter claro que quantidade de amigos e seguidores do perfil da empresa não ajuda muito, a qualidade é muito mais importante. Dará melhor retorno investir no envolvimento da empresa com o setor e com os formadores de opinião.

Rafael Ferreira – Gerente de Marketing e Comunicação da Montana Química S.A.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Índice Nacional de Custo da Construção de janeiro.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou taxa de variação de 0,29%, em janeiro, resultado abaixo do verificado no mês anterior, de 0,36%. O índice relativo aMateriais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,30%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,15%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,28%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,55%. O INCC-Mé calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
 
Materiais, Equipamentos e Serviços
No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentosregistrou a mesma variação do mês anterior, 0,17%. Dos quatro subgrupos componentes, dois apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para instalação (0,84% para 1,34%) e dois apresentaram decréscimo, destacando-se materiais para estrutura (-0,06% para -0,18%).
 
A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,07%, em dezembro, para 0,79%, em janeiro. Neste grupo, vale destacar a aceleração de taxas de serviços e licenciamentos, cuja taxa passou de 0,00% para 3,02%.


Mão de obra
O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,28% em janeiro, ante 0,55% no mês anterior. Esta variação ocorreu devido aos reajustes salariais de Recife e Brasília e antecipações em Salvador.
 
Capitais

Quatro capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Em contrapartida, Brasília, Recife e São Paulo registraram desaceleração. 
Fonte: FGV

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Preços médios dos materiais de construção em dezembro de 2016.

Aço CA-50 Ø mm R$ 3,98
Areia Lavada m3 R$ 66,68;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 266,78; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.069,29;
Brita nº 02 m3 R$ 63,98
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 3,20
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,55; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 308,86
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 31,97;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 99,71;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 14,91
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 646,99
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 32,43;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,19
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 165,76
Locação de Betoneira dia R$ 32,33
Placa de gesso m2 R$ 9,54
Porta lisa p/pintura unid R$ 116,75;
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 22,82;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 43,70; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 50,88
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,60;
Tinta látex PVA l R$ 19,63
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 28,92
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 22,01; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 57,33; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Salários médios de dezembro de 2016.

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 19,52
Acima de 25 subordinados - 25,79
Média - 20,76
Pedreiro - 6,61
Servente - 5,15
Carpinteiro - 6,87
Ferreiro (Armador) - 7,08
Pintor - 6,60
Apontador - 13,12
Eletricista
Oficial - 7,16
Meio Oficial - 5,93
Ajudante - 5,14
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 7,28
Meio Oficial -5,94
Ajudante - 5,14
Engenheiro - 44,65
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

sábado, 7 de janeiro de 2017

Sinduscon divulga os valores do CUB.

O Sinduscon-RS divulgou no dia 2 de janeiro de 2017 o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de dezembro de 2016, com base na NBR 12.721/2006. 

Os materiais de construção que mais subiram em dezembro último foram: 
Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x19cm x 39cm (5,96%), 
Emulsão asfáltica impermeabilizante (2,47%), 
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V, # 2,5mm² (1,71%), 
Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm, PB II (1,69%), 
Disjuntor tripolar 70 A (1,55%) e 
Registro de pressão cromado Ø 1/2″ (1,46%). 

Já os materiais de construção que apresentaram as maiores reduções de preços no mesmo período foram: 
Tijolo 9cm x19cm x 19cm (-1,64%), 
Tinta látex PVA (-1,46%), 
Aço CA-50 Ø 10mm (-1,24%), 
Janela de correr tamanho 1,20m x 1,20m em ferro (-1,07%) e 
Telha fibrocimento ondulada 6mm (-0,81%).
Fonte: SindusconRS