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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Salários médios de setembro do RS.

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 16,87
Acima de 25 subordinados - 23,37
Média - 18,51
Pedreiro - 6,05
Servente - 4,77
Carpinteiro - 6,25
Ferreiro (Armador) - 6,12
Pintor - 6,05
Apontador - 10,53
Eletricista
Oficial - 6,42
Meio Oficial - 5,38
Ajudante - 4,66
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 6,53
Meio Oficial -5,39
Ajudante - 4,66
Engenheiro - 30,37
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Preços médios dos materiais de construção em setembro.

Aço CA-50 Ø mm R$ 3,90
Areia Lavada m3 R$ 65,36;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 258,81; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.009,50;
Brita nº 02 m3 R$ 61,36
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 2,80
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,51; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 309,08
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 30,20;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 85,59;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 13,74
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 550,88
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 29,49;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,16
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 171,79
Locação de Betoneira dia R$ 32,33
Placa de gesso m2 R$ 9,54
Porta lisa p/pintura unid R$ 96,19
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 20,79;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 41,89; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 51,42
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,57;
Tinta látex PVA l R$ 15,47
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 26,01
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 20,37; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 59,30; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Sinduscon-RS divulga CUB/m² de setembro

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de setembro de 2015, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em setembro foram:

Tinta Látex PVA (3,55%),
Placa de gesso (2,80%),
Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm, PB II (1,91%),
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (1,76%),
Fio de cobre anti-chama, isolamento 750V, #2,5 mm² (1,75%), e 
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150mm (1,68%)

O material de construção que apresentou redução de preço em setembro último:

Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 39cm (-2,44%),
Registro de pressão cromado Ø ½” (-1,02%),
Janela de correr tamanho 1,20m x 1,20m em ferro (-0,65%),
Aço CA-50 Ø 10mm (-0,51%),
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (-0,37%), e
Chapa compensado plastificado 18mm (-1,10%),
Fonte: Sinduscon-RS

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O Cenário Jurídico no Mercado Imobiliário em Florianópolis

O Sindicato da Indústria da Construção Civil da Grande Florianópolis (Sinduscon) e o Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina (CRCSC) realizaram o 3º seminário O Cenário Jurídico no Mercado Imobiliário, no dia 7 de outubro, no auditório do CRCSC. O evento, que contou com a parceria do escritório Menezes Niebuhr Advogados Associados, foi direcionado a empresários do setor, contadores, engenheiros, arquitetos, incorporadoras, construtoras, advogados e ao público em geral. As inscrições podem ser feitas através do site  www.cfc.org.br/eventos

Durante o evento os participantes debateram, entre os temas, a responsabilidade trabalhista nos contratos de empreitada; polêmicas jurídicas sobre o novo plano diretor de Florianópolis; e questões que tratam da compra e venda de imóveis e relações de família e sucessões, comentando os cuidados preventivos. Também foi discutido a responsabilidade civil das construtoras e incorporadoras e como se proteger nas ocorrências; além da um painel sobre a estruturação jurídica de negócios imobiliários, tratando dos aspectos societários e tributários.

Participaram das palestras e debates, como convidados especiais, os advogados André Lipp Pinto Basto Lupi, Manoella Rossi Keunecke, Pedro de Menezes Niebuhr, Eduardo Luiz Collaço Paulo, Luíza Valente, Marcus Vinícius Borges, Gustavo Miranda Schlösser e Gabriel Collaço. Como mediadores, Aliator Silveira, vice-presidente de comunicação do Sinduscon, Helio Bairros, presidente do Sinduscon, e Adilson Cordeiro, presidente do CRCSC.
Fonte: Sinduscon-Florianópolis. 

sábado, 26 de setembro de 2015

Região Sul apresentou alta no índice da construção em agosto.

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,70% em agosto, ante ao verificado no mês de julho, onde a taxa registrada ficou em 0,69%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (Ibge), em parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF). No acumulado de janeiro a agosto, o resultado foi de 4,58%. Nos últimos doze meses, a taxa situou-se em 5,96%, acima dos 5,77% registrados nos últimos doze meses. Em agosto de 2014, o índice havia sido 0,52%.

A pesquisa também apontou que o custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 948,47, em julho, para R$ 955,12, em agosto, sendo R$ 510,89 relativos aos materiais e R$ 444,23 à mão de obra.

Materiais
A parcela dos materiais apresentou variação de 0,21%, caindo 0,32 pontos percentuais em relação ao mês anterior (0,53%). No acumulado do ano a taxa está em 2,73%, e nos doze meses ficaram em 3,84%.

Mão de Obra
A mão de obra registrou variação de 1,28% e ficou 0,41 pontos percentuais acima de julho (0,87%). No acumulado do ano a taxa está em 6,80%, e nos doze meses ficaram em 8,48%.

Índice Nacional da Construção Civil por região

Região Sul -  2,50%;
Região Norte - 0,94%;
Região Nordeste - 0,09%;
Região Sudeste - 0,17%; e
Região Centro-Oeste - 2,18%.

Custos regionais por metro quadrado
Região Norte - R$ 958,81;
Região Nordeste - R$ 879,34;
Região Sudeste - R$ 1.000,64;
Região Sul - R$ 992,51; e
Região Centro-Oeste - R$ 971,10.

Variações mensal por estados
 
Paraná - variação mensal de 4,17%;
Goiás, 3,91%;
Amazonas, 3,21%; e
Mato Grosso, 3,20%. 

Estes resultados são calculados mensalmente pelo IBGE através de acordo de cooperação técnica com a CAIXA – Caixa Econômica Federal, a partir do SINAPI – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil.
O SINAPI, criado em 1969, tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando a elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos.
Fonte: Ibge

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Construção Sustentável

Royal Center - 3ª Perimetral - Porto Alegre (Av.Dom Pedro II)
(Os primeiros prédios verdes foram construídos na Holanda, na Alemanha e nos países nórdicos.)


* Pensar em longo prazo o planejamento da obra;
* Eficiência energética;
* Uso adequado da água e reaproveitamento;
* Uso de técnicas passivas das condições e dos recursos naturais;
* Uso de materiais e técnicas ambientalmente corretas;
* Gestão dos resíduos sólidos. Reciclar, reutilizar e reduzir;
* Conforto e qualidade interna dos ambientes;
* Permeabilidade do solo; e
* Integrar transporte de massa e ou alternativos ao contexto do projeto.

Estas são algumas diretrizes que integram o relatório Brundtland, documento intitulado Nosso Futuro Comum e que firma a sustentabilidade no desenvolvimento atual sem o comprometimento das gerações futuras.

Em 1987 abriu-se um espaço para uma nova ramificação na arquitetura, onde a interação do homem com o meio, a partir da utilização de elementos e recursos naturais disponíveis, resultou em iniciativas de preservação do planeta, considerando soluções socialmente justas, economicamente viáveis e ecologicamente corretas.

Os resultados das técnicas usadas e do processo na projeção da obra caracterizam a sustentabilidade de uma construção. O cumprimento dos pré-requisitos técnicos, das normas ambientais, a utilização de materiais adequados, a consideração pelas necessidades do entorno, o relacionamento com outras construções e pessoas próximas são indicadores que, em uma comparação entre empreendimentos, podem confirmar a sustentabilidades ou não de uma obra. É importante destacar que uma construção para ser sustentável o ambiente externo é tão importante quanto o que ocorre nas dependências internas da obra.

Em uma construção sustentável considera-se o processo na qual o projeto é concebido, quem vai usar os ambientes, o tempo de vida útil e se, depois desse tempo de utilização, ela poderá servir para outros propósitos ou não. Os materiais empregados também devem levar em conta a sua necessidade, o desperdício, a energia gasta no processo até ser implantado na construção e, depois, se esses materiais podem ser reaproveitados.

A auto-suficiência da edificação deve ser levada em consideração: geração própria de energia e reaproveitamento da água resultam em economia nas contas de luz e água. Produção própria de energia colabora com a redução de gases de efeito estufa em algum momento de sua produção.

Outro fator preponderante em uma arquitetura sustentável é o espaço em que será implantada. Aspectos naturais e suas condições geográficas, meteorológicas, topográficas, aliadas às questões sociais, econômicas e culturais do lugar é que definirão a sustentabilidade da obra.

A forma, as técnicas e materiais podem e devem ser combinados da melhor maneira para uma construção sustentável, onde as diretrizes precisam ser levadas em consideração na hora da projeção do empreendimento.
Fonte: www.cris.org.br

Dicas para pintar a casa com economia.

Para economizar tempo e dinheiro comece a pintura de um ambiente pelo teto. Depois pinte as paredes, portas, janelas e, finalmente, o rodapé.

Tintas esmaltes e vernizes devem ser aplicadas em locais ventilados, com portas e janelas abertas.

Rolos são indicados para áreas grandes: paredes ou tetos:
O rolo de lã pêlo baixo (sintética ou de carneiro) é indicado para tintas PVA e acrílica.
O rolo de espuma deve ser usado para aplicar esmaltes, tinta óleo e vernizes.
O rolo de espuma rígida ou borracha é recomendado para dar efeito em texturas.

Os pincéis de cerdas escuras são indicados para aplicação de tintas à base de solvente, como os esmaltes, tintas óleo e vernizes.
Os pincéis de cerdas grisalhas são usados na aplicação de tintas à base de água, como as PVA e acrílica.

Cuidado:
Áreas sujeitas ao contato com água, pintura sobre superfície com presença de pó e ainda repintura sobre tinta muito antiga ou de má qualidade podem provocar bolhas.

O que fazer?
Chuvas leves, garoas ou respingos de água podem ocasionar manchas em paredes recém-pintadas. Lave as paredes imediatamente, com água em abundância, de maneira uniforme e sem esfregar.

Sobrou tinta?
Tampe bem a lata e guarde-a em um lugar coberto, sempre na posição vertical.
Nunca despeje a tinta pelo ralo ou em outros cursos de água.
Uma solução é doar o que sobrou para amigos, vizinhos ou instituições de caridade que estejam precisando do material.

Lembre-se:
Uma lata de 18 litros dá pintar, em média, 200m² por demão.
O galão de 3,6 litros pinta, em média, 45m² por demão

Economize:
Limpe os pincéis e rolos após o uso e depois os guarde de maneira correta.

Se o material for usado para tintas à base de solvente (esmaltes, vernizes, tinta óleo), limpe o rolo ou pincel com jornal e lave-os com tiner.

Para tintas à base de água, acrílica e PVA, é recomendável lavar os pincéis com água e sabão.

Arrume as cerdas dos pincéis com um pente, umedeça-os com óleo vegetal e guarde-os enrolados em papel impermeável.

Cuidado:
- Em caso de intoxicação com a tinta, procure um médico, levando a embalagem do produto.
- Nunca reutilize a embalagem de tinta para colocar água potável ou alimentos
- Não jogue as embalagens de tintas em terrenos baldios, aterros ou próximo a nascentes de rios e córregos.
- Não deixe o produto ao alcance de crianças e animais.
Derli dos Reis
Jornalista