Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.009,50;
Revista Eletrônica da Construção Civil - Porto Alegre, RS e Florianópolis, SC - Ano XVI - Opiniões, Sugestões de Pautas e Críticas - e-mail: reformaeconstrucaodacasa@gmail.com
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sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Preços médios dos materiais de construção em setembro.
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.009,50;
Sinduscon-RS divulga CUB/m² de setembro
Placa de gesso (2,80%),
Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm, PB II (1,91%),
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (1,76%),
Fio de cobre anti-chama, isolamento 750V, #2,5 mm² (1,75%), e
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150mm (1,68%)
Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 39cm (-2,44%),
Registro de pressão cromado Ø ½” (-1,02%),
Janela de correr tamanho 1,20m x 1,20m em ferro (-0,65%),
Aço CA-50 Ø 10mm (-0,51%),
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (-0,37%), e
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
O Cenário Jurídico no Mercado Imobiliário em Florianópolis
Fonte: Sinduscon-Florianópolis.
sábado, 26 de setembro de 2015
Região Sul apresentou alta no índice da construção em agosto.
O Índice Nacional da
Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,70% em agosto, ante ao verificado
no mês de julho, onde a taxa registrada ficou em 0,69%, conforme dados do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatísticas (Ibge), em parceria com a Caixa
Econômica Federal (CEF). No acumulado de janeiro a agosto, o resultado foi de
4,58%. Nos últimos doze meses, a taxa situou-se em 5,96%, acima dos 5,77%
registrados nos últimos doze meses. Em agosto de 2014, o índice havia sido
0,52%. Região Nordeste - R$ 879,34;
Região Sudeste - R$ 1.000,64;
Região Sul - R$ 992,51; e
Região Centro-Oeste - R$ 971,10.
Fonte: Ibge
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Construção Sustentável
* Pensar em longo prazo o planejamento da obra;
* Eficiência energética;
* Uso adequado da água e reaproveitamento;
* Uso de técnicas passivas das condições e dos recursos naturais;
* Uso de materiais e técnicas ambientalmente corretas;
* Gestão dos resíduos sólidos. Reciclar, reutilizar e reduzir;
* Conforto e qualidade interna dos ambientes;
* Permeabilidade do solo; e
* Integrar transporte de massa e ou alternativos ao contexto do projeto.
Estas são algumas diretrizes que integram o relatório Brundtland, documento intitulado Nosso Futuro Comum e que firma a sustentabilidade no desenvolvimento atual sem o comprometimento das gerações futuras.
Em 1987 abriu-se um espaço para uma nova ramificação na arquitetura, onde a interação do homem com o meio, a partir da utilização de elementos e recursos naturais disponíveis, resultou em iniciativas de preservação do planeta, considerando soluções socialmente justas, economicamente viáveis e ecologicamente corretas.
Os resultados das técnicas usadas e do processo na projeção da obra caracterizam a sustentabilidade de uma construção. O cumprimento dos pré-requisitos técnicos, das normas ambientais, a utilização de materiais adequados, a consideração pelas necessidades do entorno, o relacionamento com outras construções e pessoas próximas são indicadores que, em uma comparação entre empreendimentos, podem confirmar a sustentabilidades ou não de uma obra. É importante destacar que uma construção para ser sustentável o ambiente externo é tão importante quanto o que ocorre nas dependências internas da obra.
Em uma construção sustentável considera-se o processo na qual o projeto é concebido, quem vai usar os ambientes, o tempo de vida útil e se, depois desse tempo de utilização, ela poderá servir para outros propósitos ou não. Os materiais empregados também devem levar em conta a sua necessidade, o desperdício, a energia gasta no processo até ser implantado na construção e, depois, se esses materiais podem ser reaproveitados.
A auto-suficiência da edificação deve ser levada em consideração: geração própria de energia e reaproveitamento da água resultam em economia nas contas de luz e água. Produção própria de energia colabora com a redução de gases de efeito estufa em algum momento de sua produção.
Outro fator preponderante em uma arquitetura sustentável é o espaço em que será implantada. Aspectos naturais e suas condições geográficas, meteorológicas, topográficas, aliadas às questões sociais, econômicas e culturais do lugar é que definirão a sustentabilidade da obra.
A forma, as técnicas e materiais podem e devem ser combinados da melhor maneira para uma construção sustentável, onde as diretrizes precisam ser levadas em consideração na hora da projeção do empreendimento.
Fonte: www.cris.org.br
Dicas para pintar a casa com economia.
Tintas esmaltes e vernizes devem ser aplicadas em locais ventilados, com portas e janelas abertas.
Rolos são indicados para áreas grandes: paredes ou tetos:
O rolo de lã pêlo baixo (sintética ou de carneiro) é indicado para tintas PVA e acrílica.
O rolo de espuma deve ser usado para aplicar esmaltes, tinta óleo e vernizes.
O rolo de espuma rígida ou borracha é recomendado para dar efeito em texturas.
Os pincéis de cerdas escuras são indicados para aplicação de tintas à base de solvente, como os esmaltes, tintas óleo e vernizes.
Os pincéis de cerdas grisalhas são usados na aplicação de tintas à base de água, como as PVA e acrílica.
Cuidado:
Áreas sujeitas ao contato com água, pintura sobre superfície com presença de pó e ainda repintura sobre tinta muito antiga ou de má qualidade podem provocar bolhas.
O que fazer?
Chuvas leves, garoas ou respingos de água podem ocasionar manchas em paredes recém-pintadas. Lave as paredes imediatamente, com água em abundância, de maneira uniforme e sem esfregar.
Sobrou tinta?
Tampe bem a lata e guarde-a em um lugar coberto, sempre na posição vertical.
Nunca despeje a tinta pelo ralo ou em outros cursos de água.
Uma solução é doar o que sobrou para amigos, vizinhos ou instituições de caridade que estejam precisando do material.
Lembre-se:
Uma lata de 18 litros dá pintar, em média, 200m² por demão.
O galão de 3,6 litros pinta, em média, 45m² por demão
Economize:
Limpe os pincéis e rolos após o uso e depois os guarde de maneira correta.
Se o material for usado para tintas à base de solvente (esmaltes, vernizes, tinta óleo), limpe o rolo ou pincel com jornal e lave-os com tiner.
Para tintas à base de água, acrílica e PVA, é recomendável lavar os pincéis com água e sabão.
Arrume as cerdas dos pincéis com um pente, umedeça-os com óleo vegetal e guarde-os enrolados em papel impermeável.
Cuidado:
- Em caso de intoxicação com a tinta, procure um médico, levando a embalagem do produto.
- Nunca reutilize a embalagem de tinta para colocar água potável ou alimentos
- Não jogue as embalagens de tintas em terrenos baldios, aterros ou próximo a nascentes de rios e córregos.
- Não deixe o produto ao alcance de crianças e animais.
Derli dos Reis
Jornalista
Cores & Lugares
Quartos - cores mais relaxantes, suaves e tons pastéis. Tons azulados para pessoas cheias de energia e dinâmica. Também é uma cor indicada para quem sofre de insônia. Cores azuis estimulam a criatividade e o raciocínio. A parede da cabeceira da cama pode receber uma cor em destaque.
Cozinha e a Sala de Jantar - cores fortes e vibrantes, como o vermelho, o laranja e os tons verdes, das saladas e frutas.
Sala de Estar – opte por cores como o laranja, o verde ou violeta que são ideais para lugares em que ocorrerem encontros e discussões.
Para iluminar espaços que recebem pouca luz solar são indicadas cores frescas.
Dicas:
Para alongar os corredores pinte as paredes das extremidades e o teto de uma mesma cor, usando um tom mais escuro nas paredes laterais.
Para alongar paredes pinte em tons mais fortes e no teto usar a cor branca. Outro truque é dividir a parede, usando uma cor mais clara na parte de cima e um tom mais escuro na parte de baixo.
Para encurtar paredes, quando o pé direito é muito alto e se quer dar ao ambiente um ar de maior aconchego, o melhor é usar no teto uma cor mais escura do que aquela escolhida para as paredes.
Derli dos Reis
Jornalista
