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sábado, 19 de setembro de 2015

Censo do Mercado Imobiliário em Porto Alegre.

A oferta de imóveis novos para a venda em Porto Alegre aumentou 1,64%, na comparação com 2014.  Atualmente, o setor disponibiliza 6.306 unidades, distribuídas em 321 empreendimentos, de 179 empresas. Deste total, 6.009 são imóveis residenciais (5.596 apartamentos e 342 casas) e 297 unidades comerciais, distribuídas em uma área de 627.405 m²Os dados são do 18º Censo do Mercado Imobiliário, elaborado pelo Sinduscon-RS e divulgados no dia 1º deste mês de setembro. 

A pesquisa apontou ainda que o maior volume das ofertas custam entre R$ 145,3 mil e R$ 210,0 mil, com 25,84% do total e entre R$ 436,1 mil e R$ 533,0 mil, com 14,29%.
Os bairros que apresenta maior número de empreendimentos em oferta são: Petrópolis, Menino Deus, Tristeza, Passo D’Areia, Santana, Auxiliadora, Cavalhada, Partenon, Rio Branco e Moinhos de Vento.

O volume de oferta de unidades novas em 2015 manteve-se nos mesmos patamares observados em 2014. Os apartamentos de dois dormitórios, representam a grande maioria da oferta, assim como havia sido observado em anos anteriores. Já nos anos de 2002 a 2008, a maioria da oferta era de apartamentos de três dormitórios.

Desde 1997  o Departamento de Economia e Estatística do Sinduscon-RS realiza o Censo com o objetivo de dimensionar a oferta de imóveis novos em Porto Alegre para subsidiar o processo decisório dos empresários do setor imobiliário.
Fonte: Sinduscon-RS

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Segurança na construção civil

Capacete – É equipamento básico de segurança em qualquer obra, é feito de material plástico rígido, de alta resistência à penetração e impacto. Utilizado com suspensão, que permite o ajuste mais exato à cabeça e amortece os impactos, o uso do capacete evita lesões no pescoço do trabalhador.

Óculos – Equipamento para uso em atividades diversas. Em materiais sólidos perfurantes, poeiras em suspensão, materiais químicos, radiação e serviços de solda ou corte a quente com maçarico.


Respiradores – protegem o aparelho respiratório contra poeiras, gases e vapores. Podem ser semifaciais (abrangem nariz e boca) ou faciais (nariz, boca e olhos). A especificação dos filtros é indicada conforme o tipo de substância ao se está exposto.

Escudos e Máscaras - protegem o rosto e os olhos contra fagulhas incandescentes ou quando em serviços de soldagem.


Protetores auriculares – Equipamento indicado na proteção dos ouvidos quando em ambientes onde o ruído está acima dos limites de tolerância.


Luvas – Equipamento para uso em funções diversas elas podem ser de:
• amianto (para altas temperaturas);
• raspa de couro (soldagern ou corte a quente);
• PVC com forro de malha fina (produtos químicos);
• PVC sem forro (permite maior mobilidade que a versão forrada);
• PVC sem forro e 7cm de punho (protege apenas as mãos, mas é bastante maleável);
• borracha (serviços elétricos, divididos em cinco classes, de acordo com a voltagem);
• pelica (protege as luvas de borracha contra perfurações);
• lona com punho de malha (evita riscos e cortes no manuseio de materiais leves);
• vinílica (protege da radiação infravermelha ou ultravioleta).


Aventais – Em couro, para soldagem ou corte a quente, ou em PVC, contra produtos químicos e derivados de petróleo, os aventais devem proteger o tórax, o abdômen e parte dos membros inferiores.


Cinturões – Em couro ou náilon, os cintos de segurança, além de limitar os espaços reduzem a área de atuação do usuário, dando proteção ao evitarem possíveis acidentes com quedas.



Colete Reflexivo – Equipamento em tecido plastificado na cor laranja, é usado em trabalhos com risco de atropelamento.


Calçados – São indicados botas em PVC, com solado antiderrapante para locais úmidos. E uso permanente na obra, os sapatos protegem de materiais pesados que podem cair nos pés do usuário.


Capa de Chuva - protege o trabalhador contra a chuva.




Derli dos Reis
Jornalista

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Salários médios de agosto.

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 17,05
Acima de 25 subordinados - 23,37
Média - 18,69
Pedreiro - 6,05
Servente - 4,76
Carpinteiro - 6,25
Ferreiro (Armador) - 6,10
Pintor - 6,05
Apontador - 8,29
Eletricista
Oficial - 5,99
Meio Oficial - 4,92
Ajudante - 4,06
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 6,13
Meio Oficial -4,96
Ajudante - 4,38
Engenheiro - 39,76
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Preços médios dos materiais de construção em agosto.

Aço CA-50 Ø mm R$ 3,92
Areia Lavada m3 R$ 64,87;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 254,34; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.009,50;
Brita nº 02 m3 R$ 61,35
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 2,87
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,51; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 309,10
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 30,23;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 85,64;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 13,74
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 550,01
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 29,60;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,14
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 171,90
Locação de Betoneira dia R$ 32,00
Placa de gesso m2 R$ 9,28
Porta lisa p/pintura unid R$ 95,81
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 20,40;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 42,32; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 51,42
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,57;
Tinta látex PVA l R$ 14,94
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 25,58
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 20,27; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 59,30; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Sinduscon-RS divulga CUB/m² de agosto.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de agosto de 2015, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em agosto foram:

Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm, PB II (3,71%),
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (3,03%),
Placa de gesso (2,77%),
Telha fibrocimento ondulada 6mm (1,91%),
Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 39cm (1,77%), e 
Emulsão asfáltica impermeabilizante (1,70%).

O material de construção que apresentou redução de preço em agosto último:

Aço CA-50 Ø 10mm (-4,62%),
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (-1,26%),
Chapa compensado plastificado 18mm (-1,02%),
Areia lavada (-0,80%), 
Registro de pressão cromado Ø ½” (-0,73%),  e 
Brita nº 02 (-0,55%). 
Fonte: Sinduscon-RS


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Fundação Getulio Vargas divulga índice da construção de agosto.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou taxa de variação de 0,80%, em agosto, ante ao 0,66% apontado no mês anterior. Materiais, Equipamentos e Serviços obtiveram variação de 0,27%, onde em julho, o índice ficara em 0,17%. Mão de Obra obteve variação de 1,27%, enquanto que no mês anterior, a variação foi de 1,10%. O INCC-M é calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Materiais, Equipamentos e Serviços

O índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,19%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,15%. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para acabamento, cuja taxa passou de 0,45% para 0,67%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,23%, em julho, para 0,58%, em agosto. Neste grupo, vale destacar a aceleração do subgrupo projetos, cuja variação passou de 0,36% para 1,31%.

Mão de obra

O grupo Mão de Obra registrou variação de 1,27%, em agosto. No mês anterior, a variação registrada foi de 1,10%. A variação desta classe de despesa foi influenciada pelos reajustes salariais no Distrito Federal e Porto Alegre.

Capitais

Capitais que apresentaram aceleração nas taxas de variação: 
Brasília, 
Belo Horizonte, 
Rio de Janeiro, e 
Porto Alegre. 

Capitais que apresentaram aceleração nas taxas de variação: 
Salvador e São Paulo. 
Recife manteve a taxa de variação do mês anterior.
Fonte: FGV

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Salão do Imóvel de Florianópolis será bienal.

Divulgação Sinduscon-fpolis
O maior evento do segmento da construção civil em Santa Catarina, o Salão do Imóvel, na 22ª edição, não será realizado este ano, devido ao momento econômico desfavorável, que também reflete de forma negativa no financiamento habitacional do setor. Para o presidente do Sinduscon Grande Florianópolis, Helio Bairros, além da atual conjuntura financeira do país, o momento será de reestruturação da feira, que vai acontecer de forma bienal, a partir de 2016. "Refletimos sobre o atual cenário econômico para tomar a decisão mais adequada ao momento. Nosso objetivo com essa alteração é buscar a melhor solução para os expositores, atingir o público-alvo com mais eficiência e garantir o sucesso da próxima edição do Salão do Imóvel”, destacou Bairros. 
Fonte: Sinduscon-fpolis.