Os mais de 170 mil acessos ao www.reformaeconstrucaodacasa.blogspot.com maximizam o foco na excelência pela informação jornalística de qualidade. Ao optarmos pelo segmento editorial assumimos compromissos como ferramenta imprescindível no empreendedorismo do setor. Dar suporte através de uma comunicação precisa, verídica e direta é responsabilidade e metas desta publicação online. Além dos significativos acessos, opiniões, sugestões ou críticas serão bem-vindas no aperfeiçoamento e consolidação dos objetivos proposto. Sua participação vai estampar a página desta revista como forma de reconhecimento e admiração pelo seu direito de expressão. Comentários através do reformaeconstrucaodacasa@gmail.com

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Salários médios de agosto.

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 17,05
Acima de 25 subordinados - 23,37
Média - 18,69
Pedreiro - 6,05
Servente - 4,76
Carpinteiro - 6,25
Ferreiro (Armador) - 6,10
Pintor - 6,05
Apontador - 8,29
Eletricista
Oficial - 5,99
Meio Oficial - 4,92
Ajudante - 4,06
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 6,13
Meio Oficial -4,96
Ajudante - 4,38
Engenheiro - 39,76
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Preços médios dos materiais de construção em agosto.

Aço CA-50 Ø mm R$ 3,92
Areia Lavada m3 R$ 64,87;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 254,34; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.009,50;
Brita nº 02 m3 R$ 61,35
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 2,87
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,51; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 309,10
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 30,23;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 85,64;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 13,74
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 550,01
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 29,60;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,14
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 171,90
Locação de Betoneira dia R$ 32,00
Placa de gesso m2 R$ 9,28
Porta lisa p/pintura unid R$ 95,81
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 20,40;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 42,32; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 51,42
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,57;
Tinta látex PVA l R$ 14,94
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 25,58
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 20,27; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 59,30; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Sinduscon-RS divulga CUB/m² de agosto.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de agosto de 2015, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em agosto foram:

Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm, PB II (3,71%),
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (3,03%),
Placa de gesso (2,77%),
Telha fibrocimento ondulada 6mm (1,91%),
Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 39cm (1,77%), e 
Emulsão asfáltica impermeabilizante (1,70%).

O material de construção que apresentou redução de preço em agosto último:

Aço CA-50 Ø 10mm (-4,62%),
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (-1,26%),
Chapa compensado plastificado 18mm (-1,02%),
Areia lavada (-0,80%), 
Registro de pressão cromado Ø ½” (-0,73%),  e 
Brita nº 02 (-0,55%). 
Fonte: Sinduscon-RS


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Fundação Getulio Vargas divulga índice da construção de agosto.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou taxa de variação de 0,80%, em agosto, ante ao 0,66% apontado no mês anterior. Materiais, Equipamentos e Serviços obtiveram variação de 0,27%, onde em julho, o índice ficara em 0,17%. Mão de Obra obteve variação de 1,27%, enquanto que no mês anterior, a variação foi de 1,10%. O INCC-M é calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Materiais, Equipamentos e Serviços

O índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,19%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,15%. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para acabamento, cuja taxa passou de 0,45% para 0,67%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,23%, em julho, para 0,58%, em agosto. Neste grupo, vale destacar a aceleração do subgrupo projetos, cuja variação passou de 0,36% para 1,31%.

Mão de obra

O grupo Mão de Obra registrou variação de 1,27%, em agosto. No mês anterior, a variação registrada foi de 1,10%. A variação desta classe de despesa foi influenciada pelos reajustes salariais no Distrito Federal e Porto Alegre.

Capitais

Capitais que apresentaram aceleração nas taxas de variação: 
Brasília, 
Belo Horizonte, 
Rio de Janeiro, e 
Porto Alegre. 

Capitais que apresentaram aceleração nas taxas de variação: 
Salvador e São Paulo. 
Recife manteve a taxa de variação do mês anterior.
Fonte: FGV

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Salão do Imóvel de Florianópolis será bienal.

Divulgação Sinduscon-fpolis
O maior evento do segmento da construção civil em Santa Catarina, o Salão do Imóvel, na 22ª edição, não será realizado este ano, devido ao momento econômico desfavorável, que também reflete de forma negativa no financiamento habitacional do setor. Para o presidente do Sinduscon Grande Florianópolis, Helio Bairros, além da atual conjuntura financeira do país, o momento será de reestruturação da feira, que vai acontecer de forma bienal, a partir de 2016. "Refletimos sobre o atual cenário econômico para tomar a decisão mais adequada ao momento. Nosso objetivo com essa alteração é buscar a melhor solução para os expositores, atingir o público-alvo com mais eficiência e garantir o sucesso da próxima edição do Salão do Imóvel”, destacou Bairros. 
Fonte: Sinduscon-fpolis. 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Redes sociais são vitrines das lojas.

Rafael Ferreira 


Hoje as mídias digitais são
uma realidade consolidada. 
O lojista precisa estar conectado 
para comunicar-se com seus 
públicos de maneira adequada.




As redes sociais, denominação genérica dos chamados sites de relacionamento na rede mundial de computadores que atendem pela sigla Web, em inglês, fazem parte da estratégia de empresas modernas. Entretanto,  podem ir além da comunicação e relacionamento com empresas e a imprensa, no caso das lojas de tintas, incluindo outras lojas, clientes e profissionais como decoradores e pintores conectados.

Originalmente construídas para relacionar pessoas e conteúdos, as revendas também podem se beneficiar das redes sociais como ferramenta para relacionar-se com seus diversos públicos. Podem ampliar este universo para alcançar a própria indústria de tintas e portais de notícias do setor da construção além, claro, dos clientes e profissionais que são parceiros fundamentais. Podem levar conteúdos como notícias setoriais, orientações técnicas dos fabricantes de tintas e vernizes, entre tantos outros serviços informativos de qualidade. Acima de tudo, o lojista deve entender que as redes são uma vitrine e uma extensão de suas empresas.

Confusões frequentes como, por exemplo, misturar no perfil corporativo assuntos pessoais de donos e gerentes devem ser evitadas a todo custo.  Além disso, não é recomendado compartilhar  manifestações políticas, partidárias, religiosas e até de torcidas – exceção para as seleções nacionais. São assuntos tóxicos para os negócios. Trazem benefícios temas como arquitetura, decoração e manutenção de superfícies, por exemplo. O perfil da loja deve expressar somente opiniões e conteúdos institucionais e comerciais relacionados ao negócio. Aquilo que o lojista escreve no perfil corporativo ganha vida própria nas redes sociais e atinge o mercado.  A inserção de perfis das lojas nas redes é fundamental, mas também deve ser feita com cautela e inteligência empresarial.

Quem imaginaria há seis ou sete anos que um dia o Orkut iria acabar? Pois acabou e o Google + o substituiu. Apesar de ainda contar com poucos usuários, vale a pena conhecê-lo. As redes sociais são muito dinâmicas a passam por mudanças constantes. É preciso estar dentro para acompanhar e tirar bom proveito de todo esse movimento. Atualmente o maior canal de relacionamento é, sem dúvida, o Facebook. O Youtube é um excelente espaço para exibição de vídeos que permitem explorar, por exemplo, o passo-a-passo das aplicações de produtos. Neste ponto, os vídeos das indústrias podem ajudar bastante, sempre que indexados aos sites das lojas. O Instagram tem maior destaque para imagens de fotos, o que abre espaço para projetos de profissionais de construção, pintura e decoração, além da própria loja.

Nunca é demais lembrar que o cuidado gramatical é básico e indispensável, pois é fator de credibilidade da informação veiculada. Também é importante ter claro que quantidade de amigos e seguidores do perfil da empresa não ajuda muito, a qualidade é muito mais importante. Dará melhor retorno investir no envolvimento da empresa com o setor e com os formadores de opinião.

Rafael Ferreira – Gerente de Marketing e Comunicação da Montana Química S.A.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Indústria da construção civil em retração deste 2014.

Com a queda de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2015, ante aos três primeiros meses deste ano, foi a construção civil o setor que apresentou o menor crescimento da indústria brasileira, com uma retração de 8,4% e uma subtração de -5,5% no acumulado do ano, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  

Para o Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (SindusCon-SP) o setor produtivo está pagando uma alta conta pelas decisões da União que vão contra os trabalhadores. “Parece que o governo não está preocupado com a recessão tampouco com o desemprego gerado”, afirma o presidente da entidade, José Romeu Ferraz Neto. “Apesar do baixo desempenho do setor, a União ainda vai onerar a folha de pagamento do setor em 125% e quer aumentar a alíquota do PIS/Confins de 3,65% para 9,25% do faturamento”, destaca o empresário.

A pesquisa de emprego do SindusCon-SP, divulgada nessa sexta-feira (28), mostra que a construção civil brasileira registrou queda de 1,29% em julho na comparação com o mês anterior (desconsiderando os fatores sazonais). Essa é a 17ª queda mensal consecutiva. 

Próximos meses

Em razão da piora do ambiente macroeconômico, principalmente dos indicadores como Produto Interno Bruto (PIB), juros, inflação, emprego e câmbio, o SindusCon-SP revisou em agosto suas estimativas para baixo, prevendo uma retração de 7% para o PIB da Construção em 2015 ante os 5,5% projetados anteriormente.


Há também a previsão de que 475 mil vagas com carteira assinada serão cortadas até o fim do ano. “De janeiro a julho de 2015 foram cortados 184,6 mil empregos na construção brasileira em relação a dezembro de 2014. Ou seja, o maior impacto ainda se dará nesse segundo semestre”, diz Romeu Ferraz. “O corte nos postos de trabalho vai se acelerar e gerar um impacto ainda maior no PIB no segundo semestre.”
Fonte: SindusCon-SP