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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Salão do Imóvel de Florianópolis será bienal.

Divulgação Sinduscon-fpolis
O maior evento do segmento da construção civil em Santa Catarina, o Salão do Imóvel, na 22ª edição, não será realizado este ano, devido ao momento econômico desfavorável, que também reflete de forma negativa no financiamento habitacional do setor. Para o presidente do Sinduscon Grande Florianópolis, Helio Bairros, além da atual conjuntura financeira do país, o momento será de reestruturação da feira, que vai acontecer de forma bienal, a partir de 2016. "Refletimos sobre o atual cenário econômico para tomar a decisão mais adequada ao momento. Nosso objetivo com essa alteração é buscar a melhor solução para os expositores, atingir o público-alvo com mais eficiência e garantir o sucesso da próxima edição do Salão do Imóvel”, destacou Bairros. 
Fonte: Sinduscon-fpolis. 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Redes sociais são vitrines das lojas.

Rafael Ferreira 


Hoje as mídias digitais são
uma realidade consolidada. 
O lojista precisa estar conectado 
para comunicar-se com seus 
públicos de maneira adequada.




As redes sociais, denominação genérica dos chamados sites de relacionamento na rede mundial de computadores que atendem pela sigla Web, em inglês, fazem parte da estratégia de empresas modernas. Entretanto,  podem ir além da comunicação e relacionamento com empresas e a imprensa, no caso das lojas de tintas, incluindo outras lojas, clientes e profissionais como decoradores e pintores conectados.

Originalmente construídas para relacionar pessoas e conteúdos, as revendas também podem se beneficiar das redes sociais como ferramenta para relacionar-se com seus diversos públicos. Podem ampliar este universo para alcançar a própria indústria de tintas e portais de notícias do setor da construção além, claro, dos clientes e profissionais que são parceiros fundamentais. Podem levar conteúdos como notícias setoriais, orientações técnicas dos fabricantes de tintas e vernizes, entre tantos outros serviços informativos de qualidade. Acima de tudo, o lojista deve entender que as redes são uma vitrine e uma extensão de suas empresas.

Confusões frequentes como, por exemplo, misturar no perfil corporativo assuntos pessoais de donos e gerentes devem ser evitadas a todo custo.  Além disso, não é recomendado compartilhar  manifestações políticas, partidárias, religiosas e até de torcidas – exceção para as seleções nacionais. São assuntos tóxicos para os negócios. Trazem benefícios temas como arquitetura, decoração e manutenção de superfícies, por exemplo. O perfil da loja deve expressar somente opiniões e conteúdos institucionais e comerciais relacionados ao negócio. Aquilo que o lojista escreve no perfil corporativo ganha vida própria nas redes sociais e atinge o mercado.  A inserção de perfis das lojas nas redes é fundamental, mas também deve ser feita com cautela e inteligência empresarial.

Quem imaginaria há seis ou sete anos que um dia o Orkut iria acabar? Pois acabou e o Google + o substituiu. Apesar de ainda contar com poucos usuários, vale a pena conhecê-lo. As redes sociais são muito dinâmicas a passam por mudanças constantes. É preciso estar dentro para acompanhar e tirar bom proveito de todo esse movimento. Atualmente o maior canal de relacionamento é, sem dúvida, o Facebook. O Youtube é um excelente espaço para exibição de vídeos que permitem explorar, por exemplo, o passo-a-passo das aplicações de produtos. Neste ponto, os vídeos das indústrias podem ajudar bastante, sempre que indexados aos sites das lojas. O Instagram tem maior destaque para imagens de fotos, o que abre espaço para projetos de profissionais de construção, pintura e decoração, além da própria loja.

Nunca é demais lembrar que o cuidado gramatical é básico e indispensável, pois é fator de credibilidade da informação veiculada. Também é importante ter claro que quantidade de amigos e seguidores do perfil da empresa não ajuda muito, a qualidade é muito mais importante. Dará melhor retorno investir no envolvimento da empresa com o setor e com os formadores de opinião.

Rafael Ferreira – Gerente de Marketing e Comunicação da Montana Química S.A.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Indústria da construção civil em retração deste 2014.

Com a queda de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2015, ante aos três primeiros meses deste ano, foi a construção civil o setor que apresentou o menor crescimento da indústria brasileira, com uma retração de 8,4% e uma subtração de -5,5% no acumulado do ano, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  

Para o Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (SindusCon-SP) o setor produtivo está pagando uma alta conta pelas decisões da União que vão contra os trabalhadores. “Parece que o governo não está preocupado com a recessão tampouco com o desemprego gerado”, afirma o presidente da entidade, José Romeu Ferraz Neto. “Apesar do baixo desempenho do setor, a União ainda vai onerar a folha de pagamento do setor em 125% e quer aumentar a alíquota do PIS/Confins de 3,65% para 9,25% do faturamento”, destaca o empresário.

A pesquisa de emprego do SindusCon-SP, divulgada nessa sexta-feira (28), mostra que a construção civil brasileira registrou queda de 1,29% em julho na comparação com o mês anterior (desconsiderando os fatores sazonais). Essa é a 17ª queda mensal consecutiva. 

Próximos meses

Em razão da piora do ambiente macroeconômico, principalmente dos indicadores como Produto Interno Bruto (PIB), juros, inflação, emprego e câmbio, o SindusCon-SP revisou em agosto suas estimativas para baixo, prevendo uma retração de 7% para o PIB da Construção em 2015 ante os 5,5% projetados anteriormente.


Há também a previsão de que 475 mil vagas com carteira assinada serão cortadas até o fim do ano. “De janeiro a julho de 2015 foram cortados 184,6 mil empregos na construção brasileira em relação a dezembro de 2014. Ou seja, o maior impacto ainda se dará nesse segundo semestre”, diz Romeu Ferraz. “O corte nos postos de trabalho vai se acelerar e gerar um impacto ainda maior no PIB no segundo semestre.”
Fonte: SindusCon-SP

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Salários Médios de julho de 2015.

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 16,67
Acima de 25 subordinados - 24,17
Média - 18,33
Pedreiro - 6,07
Servente - 4,70
Carpinteiro - 6,31
Ferreiro (Armador) - 6,07
Pintor - 6,06
Apontador - 9,81
Eletricista
Oficial - 5,98
Meio Oficial - 4,91
Ajudante - 4,06
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 6,10
Meio Oficial -4,91
Ajudante - 4,18
Engenheiro - 40,10
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Preços médios dos materiais de construção em julho de 2015.

Aço CA-50 Ø mm R$ 4,03
Areia Lavada m3 R$ 65,39;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 257,58; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 999,54;
Brita nº 02 m3 R$ 61,69
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 2,82
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,51; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 309,10
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 30,45;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 85,33;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 13,51
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 550,01
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 28,73;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,14
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 172,18
Locação de Betoneira dia R$ 32,00
Placa de gesso m2 R$ 9,03
Porta lisa p/pintura unid R$ 95,51
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 19,67;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 42,63; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 51,42
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,57;
Tinta látex PVA l R$ 14,75
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 25,24
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 19,89; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 59,30; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Equipes de Alto Desempenho foi tema de palestra no Sinduscon Florianópolis.

O Sinduscon Florianópolis realizou palestra de capacitação de corretores de imóveis e empresários do setor, na formação de equipes de vendas de alto desempenho, táticas para explorar o potencial dos profissionais, os processos de negociação na hora de adquirir um imóvel e como driblar a crise. O evento, que teve como tema Equipes de Alto Desempenho, foi ministrado  por Edson Scattolin, formado em administração de empresas e comércio exterior e especialista em vendas e negociações aconteceu no dia 1º de setembro, na sede da entidade. 

Para o presidente do Sinduscon, Helio Bairros, a capacitação é fundamental neste momento. “Nossa economia não está em seu melhor momento, mas ainda há oportunidades disponíveis no mercado para aqueles mais capacitados. O corretor de imóvel é peça chave para efetivar a venda, quanto mais qualificado ele estiver maiores serão as possibilidades de fechar o negócio. Por este motivo, o Sinduscon está desenvolvendo essa palestra visando modificar esse cenário”, afirmou o presidente.
Fonte: Sinduscon-Fplois. 

Sinduscon-RS divulga CUB/m² de julho.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) divulgou o CUB/m² – Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de julho de 2015, com base na NBR 12.721/2006.

Os materiais de construção que mais subiram em julho foram:
Tubo de PVC-Rígido reforçado para esgoto Ø 150mm (2,89),
Placa de gesso (2,50%),
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (1,91%),
Areia lavada (1,73%),
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (1,45%), e
Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 39cm (3,32%).

O material de construção que apresentou redução de preço em julho último:
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,# 2,5mm²  (-5,79%),
Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm, PB II (-3,67%),
Aço CA-50 Ø 10mm (-1,95%),
Cimento CP-32 II (-3,67%)
Registro de pressão cromado Ø ½” (-1,02%) e 
Tinta látex PVA (-0,87%)
Fonte: Sinduscon-RS