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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Custo da Construção em dezembro de 2014.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em dezembro, taxa de variação de 0,25%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,30%. No ano, o índice acumulou variação de 6,74%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços apontou variação de 0,27%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,40%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,24%. No mês anterior, a variação registrada foi de 0,22%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,29%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,27%. 

Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para acabamento, cuja taxa passou de 0,44% para 0,68%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,89%, em novembro, para 0,19%, em dezembro. Neste grupo, vale destacar a desaceleração do subgrupo projetos, cuja variação passou de 1,46% para 0,07%.

Mão de obra

O grupo Mão de Obra registrou variação de 0,24%, em dezembro. No mês anterior, a variação registrada foi de 0,22%. A aceleração está sendo consequência do reajuste salarial ocorrido em Recife.

Capitais 

Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro registraram aceleração em suas taxas de variação.

Salvador, Brasília, Porto Alegre e São Paulo apresentaram desaceleração em suas taxas de variação.
Fonte: FGV

Preços médios dos materiais de construção de dezembro de 2014.

Aço CA-50 Ø mm R$ 3,78
Areia Lavada m3 R$ 63,16;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 245,66; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 865,01;
Brita nº 02 m3 R$ 64,10
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 2,69
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,48; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 307,79
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 30,56;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 81,66;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 12,93
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 498,79
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 26,49;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,11
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 162,86
Locação de Betoneira dia R$ 32,33
Placa de gesso m2 R$ 8,68
Porta lisa p/pintura unid R$ 87,92;
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 18,38;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 41,49; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 51,87
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,56;
Tinta látex PVA l R$ 14,44
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 23,32
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 18,29; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 61,53; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Salários médios do mês de dezembro de 2014.

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 14,96
Acima de 25 subordinados - 21,24
Média - 17,01
Pedreiro
 - 5,43
Servente
 - 4,11
Carpinteiro
 - 5,60
Ferreiro (Armador)
 - 5,57
Pintor
 - 5,40
Apontador
 - 9,14
Eletricista
Oficial - 5,89
Meio Oficial - 4,92
Ajudante - 4,06
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 5,99
Meio Oficial -4,48
Ajudante - 4,07
Engenheiro
 - 40,36
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.

Fonte: DEE – Sinduscon/R

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

CUB/m² do mês de dezembro de 2014.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon/RS) divulgou o CUB/m² - Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de dezembro de 2014. 

Os materiais de construção que mais subiram no acumulado do mês de dezembro de 2014 foram: 

Emulsão asfáltica impermeabilizante (15,04%),
Janela de correr tamanho 1,20m x 1,20m em ferro (15,03%),
Tinta Látex em PVA (13,97%),
Cimento CP-32 II (11,63%), e
Porta lisa p/pintura (11,39%)

Já os materiais de construção que apresentaram as maiores reduções de preços em agosto foram:

Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 39 cm (-8,19%),
Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm PB II (-7,82%), e
Aço CA-50 10mm Ø (-6,90%),
Fonte: Sinduscon/RS

domingo, 7 de dezembro de 2014

34 Anos Sinduscon Florianópolis

O Sindicato da Indústria da Construção Civil da Grande Florianópolis (Sinduscon) comemorou 34 anos no dia 20 de novembro de 2014. Entidade reconhecida e respeitada pelo empenho ao desenvolvimento socioeconômico da capital catarinense e região, o Sinduscon também se consolida pela importante atuação em prol das mais de 250 empresas associadas. Para o presidente da entidade, Helio Bairros, os associados “acreditam no nosso trabalho e sabem a importância da união do setor formal. Nosso maior objetivo é fazer jus a confiança que essas construtoras depositam no Sinduscon”, destaca.  

Quando o então presidente da Associação Profissional da Indústria da Construção Civil da Grande Florianópolis, Olavo Fontana Arantes, lá em 1980, recebera a carta sindical que modificava a situação da entidade para sindicato, dava-se mais um passo na constituição de um órgão de representação do empresariado local.  “Unimo-nos para discutir o desenvolvimento do mercado e quais os empreendimentos que seriam lançados, contudo tínhamos uma atribuição muito restrita”, lembra Arantes.

Olavo Arantes destaca, ainda, que os sucessos do setor e da entidade estão diretamente ligados aos lideres do Sinduscon. “Sempre tivemos presidentes atuantes, que além de buscarem desenvolver o setor formal, também pensavam na saúde dos trabalhadores. Recordo-me que na minha gestão criamos um projeto para alfabetizar aqueles que atuavam no canteiro de obra, para que soubessem ler as placas sinalizadoras e dessa forma evitar possíveis acidentes”, orgulha-se ele.

A atual gestão, liderada por Helio Bairros, desde 2006, também desenvolve programas voltados à saúde do trabalhador da construção civil, através de seminários, palestras e debates técnicos, aplicados na atualização dos empresários e profissionais que atuam no segmento formal.

De uma sala no edifício Hércules, no Centro de Florianópolis, cedida para a diretoria da época, e que  já atuava em prol de seis empresas que se uniram para formar a associação, o Sinduscon, hoje, tem sede própria, na avenida Rio Branco. Para Helio Bairros, um dos principais objetivos da atual diretoria era a construção da sede. “Esse foi o sonho idealizado por todos aqueles que presidiram o Sinduscon e nossa diretoria pode concretizá-lo”, destacou ele.

Salão do Imóvel consolida-se como o principal evento de SC

Entre os eventos de destaque desenvolvidos nesses 34 anos, o Salão do Imóvel é o carro chefe. Em 1993, quando o presidente do Sinduscon era José Joaquim de Souza, fora criado o Salão do Imóvel. “Na época, o setor da construção civil começava a ganhar mais espaço. Precisávamos movimentar o mercado, então criamos o Salão do Imóvel. É um orgulho ver o quanto o evento cresceu e saber que eu e aquela diretoria participamos diretamente deste processo”, relata o ex-presidente. Hoje, a feira tem como objetivo apresentar ao público todo o ciclo da casa própria, desde o terreno, imóvel, construção e decoração.

O Salão do Imóvel e Construfair-SC constituíram-se como os maiores e principais eventos do sul do país nos setores imobiliário e da construção civil. Local onde estão disponíveis todas as possibilidades para a aquisição da casa própria, assim como a mais completa e inovadora linha de insumos para reforma, construção e produtos para distribuidores, lojistas, atacadistas e profissionais do setor, além de serviços de paisagismo e decoração, como plantas ornamentais, jardinagem e floriculturas, móveis, eletroeletrônico.
Fonte: sinduscon-fpolis.org.br e construfairsc.com.br

Otimistas, mesmo que a médio e longo prazos.

Os empresários da indústria da construção estão otimistas com a possibilidade de crescimento em 2015, mesmo que a médio e longo prazos, mostrou a 61º Sondagem Nacional da Indústria da Construção, realizado pelo SindusCon-SP e FGV, na primeira quinzena de novembro. Foram consultadas 150 empresas.

Com relação à condução da política econômica, a percepção dos empresários melhorou, mas permanece baixa. As expectativas sobre a obtenção de mão de obra qualificada melhoram, estimuladas pela percepção de que o enfraquecimento da atividade ao longo do ano facilitará o cenário para contratações desse tipo de trabalhador.

No que diz respeito às expectativas para 2015, o empresário da construção mostrou-se pessimista em relação ao crédito imobiliário. No entanto, há a percepção de que os lançamentos para média e baixa renda devem se manter proporcionalmente mais elevados como em 2014. Vale observar que o empresário está indicando a predominância desse tipo de empreendimento no mercado imobiliário, o que não representa aumento no total de lançamentos na comparação com o ano anterior. Os empresários também seguem otimistas com relação aos investimentos em novas tecnologias, embora se observe um arrefecimento após o salto das perspectivas observado em 2013. 

Os indicadores sobre dificuldades financeiras e perspectiva de crédito pioraram em relação há um ano. O mesmo ocorreu com a avaliação dos empresários sobre o cenário macroeconômico, cuja percepção negativa continuou se acentuando.


Fonte: SindusCon-SP

O desempenho da construção civil para 2015

O desempenho da indústria da construção civil não deverá crescer em 2015, ficando estacionado em 0%, na comparação com 2014, conforme o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), que apontou, ainda, um crescimento entre 0% e 5% do setor, até o final deste ano. Outro índice desfavorável no segmento, em 2015, segundo a entidade, está relacionado à produção de materiais para a construção, com previsão de crescimento superior a 5%, mas com comercialização nula destes insumos.

Os fatores responsáveis e determinantes nos índices previstos para a economia do setor resultarão de situações positivas e negativas, contrabalançadas simultaneamente. Na avaliação do SindusCon-SP, o governo terá de conter a inflação e recuperar a confiança dos investidores, de forma imediata; impulsionar as obras de infraestruras e aumentar as contratações de novas unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida, já no primeiro semestre de 2015.

Para a segunda metade do ano deverão intensificar-se as contratações de obras relacionadas a novos investimentos, com o mercado imobiliário mantendo-se em fase de ajuste, contrapondo o baixo crescimento de renda e consumo das famílias, apontou a entidade.

As previsões negativas para o setor, no próximo ano, também refletem no empresariado. Segundo a Sondagem da Indústria da Construção, realizada na segunda quinzena de novembro, pelo SindusCon-SP, em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), os empresários estão pessimistas quanto ao desempenho de seus empreendimentos; mas otimistas na possibilidade de crescimento a médio e longo prazos.

Fonte: SindusCon-SP.