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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

José Carlos Martins assume a presidência da CBIC.

O engenheiro civil José Carlos Martins assumiu a presidência da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), na terça-feira, 5 de agosto, em Brasília, com o objetivo de dar competitividade econômica ao setor no país a partir de uma gestão de trabalho em conjunto com o governo. Segundo ele, a eficiência do setor será responsável por uma economia mais forte.

No discurso de posse, José Carlos Martins lembrou que nos últimos 10 anos a indústria da construção cresceu muito. Saiu de pouco mis de 1 milhão de empregos formais para mais de 3,5 milhões ; de R$ 2,3 bilhões em financiamentos imobiliários para mais de R$ 100 bilhões; de R$ 1 bilhão de pagamentos do DNIT para quase R$ 9 bilhões.

Durante a cerimônia, também assumiram, como vice-presidente Administrativo, Adalberto Cléber Valadão; e como vice-presidente Financeiro, Elson Ribeiro e Póvoa. A Assembleia Geral Extraordinária que indicou a nova administração foi realizada no dia 16 de abril. A atual gestão deverá presidir a entidade até 2017.

Fonte: CBIC                      

domingo, 3 de agosto de 2014

Construção apresentou queda no índice de confiança do setor.

Índice de Confiança da Construção (ICST) da Fundação Getulio Vargas registrou variação interanual de -10,3%, no trimestre findo em julho de 2014, ante uma taxa de -9,8% observada no trimestre findo em junho. Pelo quinto mês consecutivo, este foi o pior resultado desde outubro de 2011, onde o índice apontou -10,4%. 

Em bases mensais, o indicador acompanhou o mesmo movimento da métrica trimestral: em julho, a variação interanual do ICST foi de -12,4%, frente aos -8,9%, em junho, na mesma base de comparação. É o pior resultado da série histórica.


Segundo a coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE, “com a finalização de grande parte das obras ligadas à Copa do Mundo e o enfraquecimento do mercado imobiliário – decorrente da redução dos lançamentos e vendas dos últimos dois anos, a atividade da construção está se desacelerando fortemente. A piora das expectativas sinaliza que não deve haver alteração desse quadro no segundo semestre.”

Como aconteceu nos últimos três meses, o recuo da confiança em julho decorreu da piora das expectativas do setor. Em bases trimestrais, a variação interanual do Índice de Expectativas (IE-CST) avançou de -13,1%, no trimestre findo em junho, para -14,0%, em julho. Em termos mensais, a queda foi ainda mais pronunciada : passou de -13,6%, em junho, para -15,1%, em julho.

A variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-CST) ficou relativamente estável em relação ao mês anterior, ao passar de -5,7%, em junho, para -5,8%, em julho. em termos mensais,ISA-CST apresentou piora acentuada ao passar de -3,0%, em junho, para -9,2%, em julho. 

Dos onze segmentos pesquisados, sete apresentaram queda na métrica interanual trimestral. Os destaques negativos foram os segmentos de Edificações, cuja taxa passou de -11,3%, em junho, para -13,0%, em julho; Preparação do Terreno, de -9,3% para -10,2%; e Obras de Arte Especiais, de -12,2% para -13,0%, respectivamente, nos mesmos períodos.

A relativa estabilidade do ISA-CST resultou de movimentos em sentidos opostos dos quesitos que o compõem: no quesito evolução recente da atividade, a variação interanual do Indicador Trimestral¹ passou de -6,1%, em junho, para -6,5%, em julho, enquanto no quesito situação atual dos negócios, foi de -5,3% para -5,0%, respectivamente, nos mesmos períodos. Das 703 empresas consultadas, 17,3% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre findo em julho de 2014, contra 20,9% no mesmo período do ano anterior; já 21,0% das empresas reportaram que a atividade diminuiu (contra 17,9%, em julho de 2013). No quesito situação atual dos negócios, 20,4% a avaliaram como boa, na mesma métrica temporal, (contra 24,5%, em julho de 2013); e 17,0%, a consideraram ruim (contra 15,5% há um ano).

O quesito que mede o grau de otimismo com a demanda nos três meses seguintes foi o que exerceu maior influência negativa sobre o IE-CST. Sua variação interanual trimestral passou de -13,7%, em junho, para -15,6%, em julho. A proporção de empresas que preveem aumento da demanda no trimestre findo em julho de 2014 é de 23,5%, contra 34,6% há um ano, enquanto a parcela das que preveem piora foi de 15,1%, contra 6,1%, em junho do ano anterior.
Fonte: FGV

sábado, 2 de agosto de 2014

Indústria de Poliureia vai atender o setor de infraestruturas o RS.

Após um ano de negociações, o Rio Grande do Sul vai ganhar uma fábrica de Poliureia, no município de Campo Bom, no Vale do Rio dos Sinos, região metropolitana de Porto Alegre. Muito aplicado na construção, principalmente em obra de infraestrutura, o produto químico tem características múltiplas e funciona como sistema de proteção, como impermeabilizante, utilizado na área de tubulações, em contenção de vazamentos e como produto anticorrosivo.

Com início da produção prevista para janeiro de 2015, a iniciativa concretiza-se a partir de um investimento de R$ 7 milhões entre uma parceria do grupo gaúcho FCC e a norte-americana  Nukota. A capacidade de produção da unidade será de aproximadamente 2 milhões de litros de Poliureia ao ano, índice correspondente ao consumo total da América latina, no momento.
Fonte: JC/RS

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Preços médios dos materiais de construção no mês de julho.

Preços médios dos materiais de construção no mês de julho. Aço CA-50 Ø mm R$ 4,01
Areia Lavada m3 R$ 63,10;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 250,17; e
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 822,89;
Brita nº 02 m3 R$ 61,40
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unid R$ 2,87
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,45; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 301,96
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 30,55;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 78,92;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 12,12
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 483,65
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 28,05;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,11
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 151,91
Locação de Betoneira dia R$ 32,33
Placa de gesso m2 R$ 8,81
Porta lisa p/pintura unid R$ 83,00;
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 19,36;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 40,44; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 52,71
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,56;
Tinta látex PVA l R$ 13,93
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 24,45
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 18,78; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 61,63; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS


Sinduscon/RS divulga salários médios do mês de julho de 2014.

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 16,12
Acima de 25 subordinados - 19,17
Média - 17,40
Pedreiro - 5,43
Servente - 4,06
Carpinteiro - 5,56
Ferreiro (Armador) - 5,52
Pintor - 5,41
Apontador - 7,89
Eletricista
Oficial - 5,74
Meio Oficial - 4,45
Ajudante - 4,05
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 5,95
Meio Oficial -5,45
Ajudante - 4,05
Engenheiro - 40,19

Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas. 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Sinduscon/RS divulga CUB/m² de julho.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon/RS) divulgou o CUB/m² - Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de julho de 2014. 

Os materiais de construção que mais subiram no período foram: 

Bancada de pia de mármore branc0 2,00m x 0,60m (2,13%),
Fio de cobre anti-chama,  isolamento 750v,#2,5mm2 (1,83%),
Tijolo (9cm x 19cm x 19cm) (1,82%),
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (1,34%),
Emulsão asfáltica impermeabilizante (1,08%),
Chapa compensado plastificado 18mm (0,99%)

Já os materiais de construção que apresentaram as maiores variações negativas em julho foram: 

Placa cerâmica (azulejo) 30cm x 40cm,PB II (-3,83%),
Brita nº 2 (-1,90%),
Aço CA-50 10mm (-1,72%),
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (-0,73%),
Areia lavada (-043%), e
Disjuntor tripolar 70 A (-0,27%)
Fonte: Sinduscon/RS

domingo, 27 de julho de 2014

Cerca de mil casas devem ser demolidas em Florianópolis.

923 construções, em uma faixa de 30 metros de largura, na orla da Lagoa da Conceição, em Florianópolis, devem ser demolidas por determinação da Justiça Federal. A área onde estão localizadas lojas, restaurantes, residências e marinas é considerada de preservação permanente, devendo ser protegidos o curso d’agua, a vegetação e a fauna local. Com a decisão, que é de 2010 e não cabe mais contestação, a prefeitura da Capital catarinense, através da Procuradoria-Geral do município, entrou com uma petição tentando suspender os efeitos da decisão. Fonte: O Sul.