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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Minha Casa, Minha Vida.

O Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) vai contratar mais 700 mil unidades habitacionais, em 2014. Até o momento foram contratadas mais de 3 milhões de moradias, sendo 2,065 milhões no atual governo. A meta é chegar com 2,750 milhões de casas contratadas até o final de 2014. De acordo com dados do Ministério das Cidades, o número de moradias entregues soma 1,4 milhão. Até o fim deste ano, a previsão é de que sejam contratadas 695,1 milhões de moradias, contra 818,3 milhões em 2012. 

O investimento total realizado até o momento no Minha Casa, Minha Vida foi de R$ 193 bilhões. A previsão para 2014 é que os recursos investidos totalizem R$ 234 bilhões. Ainda pelos cálculos do Ministério, cada R$ 1 milhão investido no programa gera 32 postos de trabalho e R$ 744 mil de renda adicional no país. O ministério estima ainda que as moradias financiadas hoje pelo programa representam 0,7% do estoque total. Em 2012 foram gerados 1,26 milhão de empregos diretos e indiretos. 

Para 2013 a previsão é de atingir 1,27 milhão. As compras de materiais e serviços adicionadas pelo programa foram de R$ 22 bilhões e a renda injetada na economia brasileira, segundo a estimativa do ministério, totalizou R$ 30 bilhões em 2012, o equivalente a 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. 

Para a CBIC, um dos grandes méritos do programa foi trazer para a formalidade um conjunto de unidades habitacionais que vinham sendo produzidas na informalidade. A formalização vai desde a localidade onde a casa vai ser construída até a construtora que vai erguê-la. (Fonte: Brasil Econômico) 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

A Construção Civil em 2014.

INCC - O Índice Nacional de Custo da Construção registrou variação de 0,22%, em dezembro, abaixo do resultado de novembro, de 0,27%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,23%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,29%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,21%, em dezembro. No mês anterior, este índice registrou taxa de 0,25%. (fonte:FGV) 

IGPM - O Índice Geral de Preços – Mercado variou 0,60%, em dezembro, ante ao registrado em novembro, quando a taxa de variação foi de 0,29%. A variação no ano foi de 5,51%. Já em 2012, o índice elevou-se 7,82%. O IGP-M é calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. (fonte: FGV) 

PIB da Construção - O mercado da construção civil deverá crescer entre 3% a 4% em 2014, uma estimativa de 0,5% a 1,5% sobre o PIB nacional, conforme a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Em 2013, a expectativa era de um crescimento em torno de 2%. Para a entidade, as concessões de obras de infraestrutura e a continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida, devem contribuir para o crescimento do setor e dos investimentos no país. Mas tudo dependerá de regras claras para reduzir insegurança jurídica para os investidores. (Fonte:CBIC) 

Mercado da Construção - Para o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Siduscon-SP) o mercado do setor no Brasil deverá alcançar um crescimento de 2,8%, em 2014, no caso de o PIB nacional atingir 2%. Para a economista Ana Maria Castelo, da Fundação Getulio Vargas, em entrevista concedida à Agência Brasil, já ocorre uma mudança na percepção do empresariado quanto ao retorno dos investimentos com tendências mais positivas para este ano, segundo pesquisas de sondagem realizadas no segmento. 

Outro fator positivo e que vai possibilitar a garantia de que o mercado da construção civil retorne em franco aquecimento nos investimentos é o setor de mão de obra. Atualmente, pesquisas apontaram que o mercado tem cerca de 3,5 milhões de empregados com carteira assinada, um crescimento de 1% em 2013, com previsão de atingir 1,5% neste ano que começa. (Fonte:Agência Brasil) 

CNI - A Confederação Nacional da Indústria prevê um crescimento de 2,1%, do Produto Interno Bruto (PIB), em 2014, contra estimativa de avanço previsto de 2,4% em 2013. Para entidade, a formação bruta de capital fixo (FBCF), medida do que se investe em máquinas, equipamentos e na construção civil, deve avançar 5% neste ano. A única exceção é o PIB industrial, que deve passar de avanço de 1,4% em 2013 para 2% em 2014. A confederação aponta que a inflação alta dificulta um crescimento mais robusto. 

A CNI também prevê:
- uma aceleração da inflação, dos 5,7% estimados em 2013 para 6% em 2014;
- um aumento do desemprego médio (de 5,4% em 2013 para 5,6% em 2014);
- aumento do déficit público nominal (de 3% para 3,7%); 
- diminuição do superávit primário, que deverá ser de 1,4% do PIB em 2014, ante 1,9% do PIB em 2013; 
- a dívida pública líquida deve permanecer estável em 33,9% do PIB;
- melhora nas relações comerciais com outros países por conta de um câmbio mais favorável às exportações;
- a taxa nominal de câmbio deve ser, em média, de R$ 2,35 por dólar em 2014 frente a R$ 2,16 por dólar em 2013. Isso permitirá um crescimento no saldo da balança comercial; e
- a projeção de superávit de US$ 9 bilhões para 2014; (Fonte: Valor Econômico)

Tendências - Casas modulares estão ganhando cada vez mais o mercado da construção civil na Europa, principalmente em Portugal. Além do investimento razoavelmente barato, a opção é prática na produção e montagem, podendo ficar pronta em até três meses. No Brasil, o mercado oferece casas com paredes prontas e pré-pintadas, em concreto e de PVC, ao custo de R$ 35 mil. (Fonte: Exame) 

Tecnologia na Construção Civil - A introdução de uma grande variedade de materiais para a construção civil no Brasil, no início dos anos 90, tais como ferramentas, equipamentos, técnicas especiais, processos construtivos e a administração voltada às construtoras e empreiteiras, contribuiu para o avanço tecnológico do setor. Com a utilização de novas técnicas de modernização o mercado tornou-se mais competitivo, principalmente nos meios de produção, onde eram observados grandes números em materiais desperdiçados. Esta inovações foram possíveis devido a estabilidade da economia, seguido pela elevação do custo de mão de obra fortalecido pelo ganho dos trabalhadores. (Fonte: Ciência et Praxis) 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Boas são as expectativas para vendas em dezembro.


A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) divulgou que 45% das empresas do setor apontaram expectativas regulares nas vendas em curto prazo no mercado interno, para este mês de dezembro. Para o presidente da entidade, Walter Cover, “a melhoria na intenção de investimentos está associada com a expectativa positiva para o segmento de infraestrutura no próximo ano”.

O estudo aponta que:48% das empresas classificou novembro como um bom mês para as vendas. O período foi muito bom para 17%, enquanto outros 17% indicaram como regular. 14% disseram que novembro foi um mês ruim e muito ruim para 5% para as vendas.

A margem de qualificação indica que para janeiro de 2014, 43% das empresas apostam num mês regular para as vendas. Outros 43% creditam como um bom período. 12% esperam um mês ruim e 2% muito ruim.

Pretensão de investimento e confiança nas ações do Governo
As intenções de investimento em relação aos próximos 12 meses subiu 14 pontos percentuais em relação ao termômetro anterior, atingindo a marca de 74%.

O estudo indica que 67% das empresas estão indiferentes quanto as ações do Governo para o desenvolvimento do setor a médio prazo.

Já o nível atual de Utilização da Capacidade Instalada é de 82%, mesma média verificada nos meses anteriores

Fonte:Abramat

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Os desafios da construção civil no RS.

O Rio Grande do Sul emprega atualmente 154 mil trabalhadores, com carteira assinada, na construção civil, segundo o presidente do SindusconRS, Ricardo Antunes Sessegolo, empossado no cargo, em 14 de outubro, para biênio 2013/2015. Para ele, o desafio maior enfrentado pela indústria do setor é a falta de mão de obra. “É registrado no momento uma carência de cerca de 50 mil profissionais no Estado, e a solução para o resolvermos o problema é a formação e qualificação de mão de obra, através do fortalecimento das escolas técnicas existentes e da abertura de novas instituições”, apontou.

Sessegolo também destacou o crescimento verificado na indústria imobiliária que, em 1999, o Sistema Financeiro da Habitação (SFH), privado, financiou 35 mil moradias e, em 2012, foram financiadas 400 mil unidades. Além disso, o Programa Minha Casa Minha Vida e outros que utilizam recursos do FGTS financiaram mais 500 mil unidades, totalizando, portanto, mais de 900 mil residências apenas no ano passado.

Já Paulo Vanzetto Garcia, que ocupou a presidência do Sinduscon/RS nos últimos quatro anos, considerou que um dos maiores obstáculos enfrentados pelo setor é a sucessão de leis e normas impostas pelos poderes públicos sem uma adequação prévia de sua aplicabilidade à realidade do dia a dia das empresas, travando a continuidade dos negócios.
Fonte:Sinduscors

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

FGV divulga INCC-M de dezembro.


O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou taxa de variação de 0,22%, em dezembro, resultado abaixo do verificado no mês de novembro, quando a variação atingiu a taxa de 0,27%. No acumulado do ano o índice marcou a variação de 8,05%. Com relação a Materiais, Equipamentos e Serviços o índice registrou variação de 0,23%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,29%. O índice referente à Mão de Obra variou 0,21%. No mês anterior, registrou variação de 0,25%. O INCC-M, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
 
Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,26%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,38%. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para acabamento cuja taxa passou de 0,62% para 0,32%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de -0,03% em novembro, para 0,12% em dezembro. Neste grupo, vale destacar a aceleração do subgrupo refeição pronta no local de trabalho, cuja variação passou de -0,26% para 0,34%.
 
Mão de obra

O grupo Mão de Obra registrou variação de 0,21%, em dezembro. No mês anterior, a variação foi 0,25%. A aceleração foi consequência do dissídio coletivo ocorrido em Recife.

Capitais

Seis capitais apresentaram desaceleração em suas taxas de variação:

Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo.


Salvador registrou aceleração.
Fonte:FGV

Setor registra uma leve piora no último trimestre do ano.

O Índice de Confiança da Construção (ICST) registrou variação de -3,9%, no último trimestre deste ano, segundo a Fundação Getulio Vargas(FGV). O índice, com findo em dezembro, foi considerado como uma leve piora do setor, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O resultado interrompe a sequência de avanços do índice considerando-se a mesma base de comparação (variações de -4,6%, em setembro; -4,3%, em outubro; e -3,7%, em novembro).

Entre dezembro de 2012 e de 2013, o índice apresentou  queda de 5,0%, ante -3,7%, em novembro. No enfoque trimestral, a piora do ICST deveu-se tanto à avaliação da situação atual quanto às expectativas das construtoras. De forma geral, os resultados da pesquisa sinalizam que o  ritmo de atividade do setor, que vinha ganhando fôlego, é ainda moderado na virada de ano.


Já a taxa de variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-CST) passou de -5,9%, em novembro, para -6,2%, em dezembro. Na comparação interanual mensal, o ISA-CST apresentou melhora relativa, ao variar -5,0% em dezembro, depois de registrar  -5,7%, em novembro.

O Índice de Expectativas (IE-CST) mostrou relativa estabilidade nas comparações trimestrais, ao passar  de -1,7%, em novembro, para -1,6%, em dezembro. Na forma de comparação interanual mensal, houve piora considerável, com variações de -1,8% para -4,9%, nos mesmos períodos de comparação.


Dos onze segmentos pesquisados, seis apresentaram piora no Índice de Confiança, na comparação trimestral interanual. Os destaques negativos ficaram com Obras de arte especiais e Obras de outros tipos, segmento cuja  variação  passou de -4,0%, em novembro, para -7,6%, em dezembro; e Obras de Acabamento, de -8,3% para -11,2%, nos mesmos períodos.

A piora relativa do ISA-CST foi influenciada pelo quesito evolução recente da atividade. A variação interanual do Indicador Trimestral deste item passou de -5,1%, em novembro, para -8,3%, em dezembro. Das 699 empresas consultadas, 21,9% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre findo em dezembro, contra 27,9% no mesmo período do ano anterior; já 18,0% das empresas reportaram que a atividade diminuiu (contra 14,6%, em dezembro de 2012).

O quesito que mede o grau de otimismo com a tendência dos negócios nos seis meses seguintes foi o que exerceu a maior pressão negativa para o recuo do IE-CST. A variação interanual trimestral deste quesito passou de -2,0%, em novembro, para -2,6%, em dezembro. A proporção de empresas prevendo melhora da situação na média do trimestre findo em dezembro é de 37,5%, contra 39,8% há um ano, enquanto a parcela das que estão prevendo piora foi de 6,1%, contra 5,0%, em dezembro de 2012.
Fonte: FGV

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

INCC-M de setembro em crescimento.

Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em setembro, taxa de variação de 0,43%, acima do resultado do mês anterior, de 0,31%. No ano, o índice acumula variação de 7,18% e, nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,99%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,91%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,63%. O índice referente à Mão de Obra não variou, em setembro. No mês anterior, a taxa foi de 0,03%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentosregistrou variação de 1,14%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,63%. Os quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, passando de 0,83% para 1,06%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,59% em agosto, para 0,04% em setembro. Neste grupo, vale destacar a desaceleração do subgrupo projetos, cuja variação passou de 1,52% para 0,23%.

Mão de obra

O grupo Mão de Obra não registrou variação em setembro. No mês passado, a taxa havia sido de 0,03%. A desaceleração foi consequência do fim dos reajustes salariais ocorrido em várias capitais.

Capitais 

Seis capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Em contrapartida, Porto Alegre registrou desaceleração. 

Fonte: FGV