Revista Eletrônica da Construção Civil - Porto Alegre, RS e Florianópolis, SC - Ano XVI - Opiniões, Sugestões de Pautas e Críticas - e-mail: reformaeconstrucaodacasa@gmail.com
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Os desafios da construção civil no RS.
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
FGV divulga INCC-M de dezembro.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou taxa de variação de 0,22%, em dezembro, resultado abaixo do verificado no mês de novembro, quando a variação atingiu a taxa de 0,27%. No acumulado do ano o índice marcou a variação de 8,05%. Com relação a Materiais, Equipamentos e Serviços o índice registrou variação de 0,23%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,29%. O índice referente à Mão de Obra variou 0,21%. No mês anterior, registrou variação de 0,25%. O INCC-M, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,26%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,38%. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para acabamento cuja taxa passou de 0,62% para 0,32%.
A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de -0,03% em novembro, para 0,12% em dezembro. Neste grupo, vale destacar a aceleração do subgrupo refeição pronta no local de trabalho, cuja variação passou de -0,26% para 0,34%.
O grupo Mão de Obra registrou variação de 0,21%, em dezembro. No mês anterior, a variação foi 0,25%. A aceleração foi consequência do dissídio coletivo ocorrido em Recife.
Capitais
Seis capitais apresentaram desaceleração em suas taxas de variação:
Setor registra uma leve piora no último trimestre do ano.
Entre dezembro de 2012 e de 2013, o índice apresentou queda de 5,0%, ante -3,7%, em novembro. No enfoque trimestral, a piora do ICST deveu-se tanto à avaliação da situação atual quanto às expectativas das construtoras. De forma geral, os resultados da pesquisa sinalizam que o ritmo de atividade do setor, que vinha ganhando fôlego, é ainda moderado na virada de ano.
O Índice de Expectativas (IE-CST) mostrou relativa estabilidade nas comparações trimestrais, ao passar de -1,7%, em novembro, para -1,6%, em dezembro. Na forma de comparação interanual mensal, houve piora considerável, com variações de -1,8% para -4,9%, nos mesmos períodos de comparação.
Dos onze segmentos pesquisados, seis apresentaram piora no Índice de Confiança, na comparação trimestral interanual. Os destaques negativos ficaram com Obras de arte especiais e Obras de outros tipos, segmento cuja variação passou de -4,0%, em novembro, para -7,6%, em dezembro; e Obras de Acabamento, de -8,3% para -11,2%, nos mesmos períodos.
A piora relativa do ISA-CST foi influenciada pelo quesito evolução recente da atividade. A variação interanual do Indicador Trimestral deste item passou de -5,1%, em novembro, para -8,3%, em dezembro. Das 699 empresas consultadas, 21,9% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre findo em dezembro, contra 27,9% no mesmo período do ano anterior; já 18,0% das empresas reportaram que a atividade diminuiu (contra 14,6%, em dezembro de 2012).
O quesito que mede o grau de otimismo com a tendência dos negócios nos seis meses seguintes foi o que exerceu a maior pressão negativa para o recuo do IE-CST. A variação interanual trimestral deste quesito passou de -2,0%, em novembro, para -2,6%, em dezembro. A proporção de empresas prevendo melhora da situação na média do trimestre findo em dezembro é de 37,5%, contra 39,8% há um ano, enquanto a parcela das que estão prevendo piora foi de 6,1%, contra 5,0%, em dezembro de 2012.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
INCC-M de setembro em crescimento.
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em setembro, taxa de variação de 0,43%, acima do resultado do mês anterior, de 0,31%. No ano, o índice acumula variação de 7,18% e, nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,99%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,91%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,63%. O índice referente à Mão de Obra não variou, em setembro. No mês anterior, a taxa foi de 0,03%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.Materiais, Equipamentos e Serviços
No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentosregistrou variação de 1,14%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,63%. Os quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, passando de 0,83% para 1,06%.
A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,59% em agosto, para 0,04% em setembro. Neste grupo, vale destacar a desaceleração do subgrupo projetos, cuja variação passou de 1,52% para 0,23%.
Mão de obra
O grupo Mão de Obra não registrou variação em setembro. No mês passado, a taxa havia sido de 0,03%. A desaceleração foi consequência do fim dos reajustes salariais ocorrido em várias capitais.
Capitais
Seis capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Em contrapartida, Porto Alegre registrou desaceleração.
Fonte: FGV
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Feitintas fecha parceria com o Grupo Cipa Fiera Milano para 2014.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Novos rumos para a indústria da construção.
Redes sociais são nova vitrine das lojas.
uma realidade consolidada.


