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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Os desafios da construção civil no RS.

O Rio Grande do Sul emprega atualmente 154 mil trabalhadores, com carteira assinada, na construção civil, segundo o presidente do SindusconRS, Ricardo Antunes Sessegolo, empossado no cargo, em 14 de outubro, para biênio 2013/2015. Para ele, o desafio maior enfrentado pela indústria do setor é a falta de mão de obra. “É registrado no momento uma carência de cerca de 50 mil profissionais no Estado, e a solução para o resolvermos o problema é a formação e qualificação de mão de obra, através do fortalecimento das escolas técnicas existentes e da abertura de novas instituições”, apontou.

Sessegolo também destacou o crescimento verificado na indústria imobiliária que, em 1999, o Sistema Financeiro da Habitação (SFH), privado, financiou 35 mil moradias e, em 2012, foram financiadas 400 mil unidades. Além disso, o Programa Minha Casa Minha Vida e outros que utilizam recursos do FGTS financiaram mais 500 mil unidades, totalizando, portanto, mais de 900 mil residências apenas no ano passado.

Já Paulo Vanzetto Garcia, que ocupou a presidência do Sinduscon/RS nos últimos quatro anos, considerou que um dos maiores obstáculos enfrentados pelo setor é a sucessão de leis e normas impostas pelos poderes públicos sem uma adequação prévia de sua aplicabilidade à realidade do dia a dia das empresas, travando a continuidade dos negócios.
Fonte:Sinduscors

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

FGV divulga INCC-M de dezembro.


O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou taxa de variação de 0,22%, em dezembro, resultado abaixo do verificado no mês de novembro, quando a variação atingiu a taxa de 0,27%. No acumulado do ano o índice marcou a variação de 8,05%. Com relação a Materiais, Equipamentos e Serviços o índice registrou variação de 0,23%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,29%. O índice referente à Mão de Obra variou 0,21%. No mês anterior, registrou variação de 0,25%. O INCC-M, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
 
Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,26%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,38%. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para acabamento cuja taxa passou de 0,62% para 0,32%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de -0,03% em novembro, para 0,12% em dezembro. Neste grupo, vale destacar a aceleração do subgrupo refeição pronta no local de trabalho, cuja variação passou de -0,26% para 0,34%.
 
Mão de obra

O grupo Mão de Obra registrou variação de 0,21%, em dezembro. No mês anterior, a variação foi 0,25%. A aceleração foi consequência do dissídio coletivo ocorrido em Recife.

Capitais

Seis capitais apresentaram desaceleração em suas taxas de variação:

Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo.


Salvador registrou aceleração.
Fonte:FGV

Setor registra uma leve piora no último trimestre do ano.

O Índice de Confiança da Construção (ICST) registrou variação de -3,9%, no último trimestre deste ano, segundo a Fundação Getulio Vargas(FGV). O índice, com findo em dezembro, foi considerado como uma leve piora do setor, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O resultado interrompe a sequência de avanços do índice considerando-se a mesma base de comparação (variações de -4,6%, em setembro; -4,3%, em outubro; e -3,7%, em novembro).

Entre dezembro de 2012 e de 2013, o índice apresentou  queda de 5,0%, ante -3,7%, em novembro. No enfoque trimestral, a piora do ICST deveu-se tanto à avaliação da situação atual quanto às expectativas das construtoras. De forma geral, os resultados da pesquisa sinalizam que o  ritmo de atividade do setor, que vinha ganhando fôlego, é ainda moderado na virada de ano.


Já a taxa de variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-CST) passou de -5,9%, em novembro, para -6,2%, em dezembro. Na comparação interanual mensal, o ISA-CST apresentou melhora relativa, ao variar -5,0% em dezembro, depois de registrar  -5,7%, em novembro.

O Índice de Expectativas (IE-CST) mostrou relativa estabilidade nas comparações trimestrais, ao passar  de -1,7%, em novembro, para -1,6%, em dezembro. Na forma de comparação interanual mensal, houve piora considerável, com variações de -1,8% para -4,9%, nos mesmos períodos de comparação.


Dos onze segmentos pesquisados, seis apresentaram piora no Índice de Confiança, na comparação trimestral interanual. Os destaques negativos ficaram com Obras de arte especiais e Obras de outros tipos, segmento cuja  variação  passou de -4,0%, em novembro, para -7,6%, em dezembro; e Obras de Acabamento, de -8,3% para -11,2%, nos mesmos períodos.

A piora relativa do ISA-CST foi influenciada pelo quesito evolução recente da atividade. A variação interanual do Indicador Trimestral deste item passou de -5,1%, em novembro, para -8,3%, em dezembro. Das 699 empresas consultadas, 21,9% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre findo em dezembro, contra 27,9% no mesmo período do ano anterior; já 18,0% das empresas reportaram que a atividade diminuiu (contra 14,6%, em dezembro de 2012).

O quesito que mede o grau de otimismo com a tendência dos negócios nos seis meses seguintes foi o que exerceu a maior pressão negativa para o recuo do IE-CST. A variação interanual trimestral deste quesito passou de -2,0%, em novembro, para -2,6%, em dezembro. A proporção de empresas prevendo melhora da situação na média do trimestre findo em dezembro é de 37,5%, contra 39,8% há um ano, enquanto a parcela das que estão prevendo piora foi de 6,1%, contra 5,0%, em dezembro de 2012.
Fonte: FGV

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

INCC-M de setembro em crescimento.

Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em setembro, taxa de variação de 0,43%, acima do resultado do mês anterior, de 0,31%. No ano, o índice acumula variação de 7,18% e, nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,99%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,91%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,63%. O índice referente à Mão de Obra não variou, em setembro. No mês anterior, a taxa foi de 0,03%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentosregistrou variação de 1,14%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,63%. Os quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, passando de 0,83% para 1,06%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,59% em agosto, para 0,04% em setembro. Neste grupo, vale destacar a desaceleração do subgrupo projetos, cuja variação passou de 1,52% para 0,23%.

Mão de obra

O grupo Mão de Obra não registrou variação em setembro. No mês passado, a taxa havia sido de 0,03%. A desaceleração foi consequência do fim dos reajustes salariais ocorrido em várias capitais.

Capitais 

Seis capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Em contrapartida, Porto Alegre registrou desaceleração. 

Fonte: FGV

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Feitintas fecha parceria com o Grupo Cipa Fiera Milano para 2014.

Tornar a Feira da Indústria de Tintas e Vernizes & Produtos Correlatos (Feitintas) mais profissional, ampliando as oportunidades de negócios aos participantes do evento que acontecerá neste mestre foi o objetivo da parceria firmada entre o Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (Sitivesp) com o grupo do Cipa Fiera Milano, que passará a organizar o evento.

Para o presidente do Sitivesp, Narciso Moreira Preto, “a Feitintas ganhou uma dimensão muito grande nos últimos anos e ficou difícil manter a qualidade utilizando apenas a estrutura do Sindicato”. Segundo ele, com a parceria será destinado um tempo maior para cuidar do conteúdo do evento, buscando o melhor resultado para o setor, organizando os eventos paralelos da feira com foco na divulgação dos novos produtos e crescimento do mercado de tintas. 

Com a parceria com o Grupo Cipa Fiera Milano, empresa tradicional na organização de feiras, o Sindicato dará mais agilidade ao processo de organização. "Com equipe especializada, focada em feiras de negócios, poderemos ampliar os horizontes do evento. Estamos finalizando os últimos detalhes para o lançamento da feira, com a certeza de que a Feitintas será um sucesso, esperando atrair um número ainda maior de expositores e visitantes. O segmento de tintas e vernizes tem muito para mostrar e a Feitintas é o canal ideal para isso", completa Narciso Preto.


Fonte: RM Press 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Novos rumos para a indústria da construção.

O vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústri da Construção, José Carlos Martins, apresenta na manhã desta quarta-feira, dia 4 de setembro, no Rio de Janeiro, o projeto Diálogo CBIC. O objetivo é debater temas de relevância para a construção civil como: desoneração da folha de pagamento no setor, ambiente de negócios, licenciamentos, competitividade, relações de trabalho, patrimônio de afetação, entre outros. O Diálogo CBIC tem como meta estreitar o relacionamento com os associados da entidade, além de possibilitar uma maior visibilidade e conhecimento sobre as ações que a CBIC vem desenvolvendo em diversas áreas. Outra característica desses encontros que vêm ocorrendo ao longo do ano em todo o Brasil é a troca de informações com a base, o que vai subsidiar o trabalho da CBIC e ajudar a entidade a buscar soluções para problemas que impactam diretamente o dia a dia dos empresários da construção em todas as regiões do país. Segundo José Carlos Martins, o encontro é uma oportunidade para se conhecer os problemas, os gargalos, a realidade local de cada um dos associados, para que a entidade possa trabalhar de forma que, de fato, os ajude a ganhar competitividade e desburocratizar o processo.
Fonte: Cbic

Redes sociais são nova vitrine das lojas.



Hoje as mídias digitais são
uma realidade consolidada. 
O lojista precisa estar conectado para comunicar-se com seus públicos de maneira adequada.



As redes sociais, denominação genérica dos chamados sites de relacionamento na rede mundial de computadores que atendem pela sigla Web, em inglês, fazem parte da estratégia de empresas modernas. Entretanto,  podem ir além da comunicação e relacionamento com empresas e a imprensa, no caso das lojas de tintas, incluindo outras lojas, clientes e profissionais como decoradores e pintores conectados.

Originalmente construídas para relacionar pessoas e conteúdos, as revendas também podem se beneficiar das redes sociais como ferramenta para relacionar-se com seus diversos públicos. Podem ampliar este universo para alcançar a própria indústria de tintas e portais de notícias do setor da construção além, claro, dos clientes e profissionais que são parceiros fundamentais. Podem levar conteúdos como notícias setoriais, orientações técnicas dos fabricantes de tintas e vernizes, entre tantos outros serviços informativos de qualidade. Acima de tudo, o lojista deve entender que as redes são uma vitrine e uma extensão de suas empresas.

Confusões frequentes como, por exemplo, misturar no perfil corporativo assuntos pessoais de donos e gerentes devem ser evitadas a todo custo.  Além disso, não é recomendado compartilhar  manifestações políticas, partidárias, religiosas e até de torcidas – exceção para as seleções nacionais. São assuntos tóxicos para os negócios. Trazem benefícios temas como arquitetura, decoração e manutenção de superfícies, por exemplo. O perfil da loja deve expressar somente opiniões e conteúdos institucionais e comerciais relacionados ao negócio. Aquilo que o lojista escreve no perfil corporativo ganha vida própria nas redes sociais e atinge o mercado.  A inserção de perfis das lojas nas redes é fundamental, mas também deve ser feita com cautela e inteligência empresarial.

Quem imaginaria há seis ou sete anos que um dia o Orkut iria acabar? Pois acabou e o Google + o substituiu. Apesar de ainda contar com poucos usuários, vale a pena conhecê-lo. As redes sociais são muito dinâmicas a passam por mudanças constantes. É preciso estar dentro para acompanhar e tirar bom proveito de todo esse movimento. Atualmente o maior canal de relacionamento é, sem dúvida, oFacebook. O Youtube é um excelente espaço para exibição de vídeos que permitem explorar, por exemplo, o passo-a-passo das aplicações de produtos. Neste ponto, os vídeos das indústrias podem ajudar bastante, sempre que indexados aos sites das lojas. O Instagram tem maior destaque para imagens de fotos, o que abre espaço para projetos de profissionais de construção, pintura e decoração, além da própria loja.

Nunca é demais lembrar que o cuidado gramatical é básico e indispensável, pois é fator de credibilidade da informação veiculada. Também é importante ter claro que quantidade de amigos e seguidores do perfil da empresa não ajuda muito, a qualidade é muito mais importante. Dará melhor retorno investir no envolvimento da empresa com o setor e com os formadores de opinião.

Rafael Ferreira – Gerente de Marketing e Comunicação da Montana Química S.A.