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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Vagas para estudantes de engenharia.

A Mills Engenharia abriu 42 vagas para estágio de estudantes universitários cursando entre o 5º e 8º período de engenharia (civil, mecânica, produção, elétrica, entre outras). O candidato deve ter entre 18 e 24 anos, inglês intermediário e conhecimentos em informática e Coeficiente de Rendimento (CR) igual ou superior a seis. As inscrições devem ser feitas no site da empresa: http://www.mills.com.br/. A Mills Engenharia é um dos maiores prestadores de serviços especializados de engenharia no Brasil e líder no fornecimento de Fôrmas de Concretagem, Estruturas Tubulares e Locução de equipamentos motorizados de acesso para o mercado brasileiro.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Índice de Confiança da Construção perde força, aponta a FGV.



Após  três meses consecutivos de melhora relativa, o Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, apresentou piora no trimestre findo em julho ao registrar variação de  -4,0%, em relação ao mesmo período do ano anterior. Na mesma base de comparação, a queda havia sido de 3,6% no trimestre findo em junho. O índice médio do trimestre ficou em 118,8 pontos, o menor da série iniciada em setembro de 2010.

O indicador-síntese da Sondagem da Construção sinaliza, portanto, continuidade na tendência de arrefecimento do ritmo de atividade econômica do setor no início do terceiro trimestre de 2013.

ICST pontual de julho (116,7 pontos) é também o menor da série histórica. Mas a distância em relação ao índice do mesmo mês do ano anterior, no entanto, ficou menor em julho: a variação interanual mensal foi de -3,9% neste mês, contra -4,8%, em junho.

Considerando-se as comparações trimestrais, a piora do ICST deveu-se tanto à avaliação sobre a situação atual quanto às expectativas das construtoras. A  variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-CST) passou de  -7,2%, em junho, para -7,8%, em julho. Na mesma base de comparação, o Índice de Expectativas (IE-CST) passou de -0,6% para -0,8%, respectivamente. Na métrica interanual mensal, observou-se melhora acentuada da situação atual (de -9,5%, em junho, para -7,3%, em julho) e estabilidade nas perspectivas futuras (-0,9% em junho e julho).Dos onze segmentos pesquisados, sete apresentaram piora, com destaque para Obras de Infraestrutura para Engenharia Elétrica e Telecomunicação cuja variação interanual do índice de confiança trimestral passou de -12,7%, em junho, para -14,2%, em julho; Obras de Montagem, ao passar de -16,2% para -18,2%, nos mesmos períodos; e Obras de Arte Especiais e Obras de Outros tipos (de -2,7% para -4,1%).

A queda do ISA-CST em julho foi influenciada pelo quesito situação atual dos negócios. A variação interanual do Indicador Trimestral deste item passou de -8,7%, em junho, para -10,3%, em julho. Das 701 empresas consultadas, 24,5% avaliaram a situação atual como boa no trimestre findo em julho, contra 32,1% no mesmo  período do ano anterior; 15,5% a consideraram ruim (contra 10,7%, em julho de 2012).

Fonte: fgv

FGV divulgou o INCC de agosto.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) variou 0,13%, no primeiro decêndio do mês de agosto. Para o mesmo período de apuração do mês anterior, a variação foi de 0,26%. O primeiro decêndio do IGP-M de agosto compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de julho.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no primeiro decêndio de agosto, taxa de 0,33%. No primeiro decêndio de julho, a taxa foi de 1,01%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,59%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,48%. O índice que representa o custo da Mão de Obra variou 0,09%, no primeiro decêndio de agosto. Na apuração referente ao mesmo período do mês anterior, o índice apresentou variação de 1,50%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 0,15%, no primeiro decêndio de agosto. No mesmo período do mês de julho, o índice variou 0,21%. A taxa de variação do índice referente ao subgrupo de materiais e componentes para a construção a variação foi de 0,08% para 0,83%.

Os índices também apresentaram decréscimo na taxa de variação no grupo habitação, onde o índice passou de 0,49% para 0,20%. O item mão de obra para reparos em residência variou de 1,64% para 0,49%, influenciando no grupo habitação.
Fonte: fgv

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Índice Nacional da Construção Civil de julho.

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou variação de - 6,15% em julho, conforme cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado juntamente com a Caixa Econômica Federal. A variação ficou 13,95 pontos percentuais abaixo do índice apontado no mês de junho, de 7,80%. O resultado reflete da desoneração da folha de pagamento das empresas do setor da construção civil.

Considerando o período de janeiro a julho, a variação acumulada está em -2,30%, enquanto em igual período de 2012 o índice havia ficado em 3,56%. Nos últimos 12 meses a taxa ficou em -0,30%, abaixo dos 6,54% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

O custo nacional da construção por metro quadrado, que em junho havia sido de R$ 890,76, caiu para R$ 835,95 no último mês. Deste valor, R$ 461,43 relativos aos materiais e R$ 374,52 à mão de obra.
A parcela dos materiais teve variação de 0,12%, subindo 0,02 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,10%).

já a mão de obra teve variação de -14,68%, caindo 12,69 pontos percentuais em relação a junho (1,80%). De janeiro a julho os acumulados são 1,68% (materiais) e -6,80% (mão de obra), enquanto em 12 meses ficaram em 3,09% (materiais) e -4,18% (mão de obra).

A região Sudeste, com variação de -6,81%, apresentou a maior queda em julho. Os demais resultados foram: -5,98% (Norte), -5,84%(Nordeste), -6,32% (Sul) e -4,23%(Centro-Oeste).

Os custos regionais, por metro quadrado, ficaram em R$ 833,78 (Norte); R$ 780,36 (Nordeste), R$ 875,25 (Sudeste); R$ 849,48 (Sul) e R$ 847,13 (Centro-Oeste). A Região Centro-Oeste tem a maior variação nos últimos doze meses: 1,67%.


Devido à pressão exercida pelo reajuste salarial decorrente de acordo coletivo, Goiás registrou a menor queda entre os estados, com taxa mensal de -1,07%.
Fonte: Ibge

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Emprego na construção cresceu no primeiro semestre de 2013.

O nível de emprego na construção civil brasileira cresceu 3,43% no primeiro semestre, com a abertura de 115,7 mil vagas. O ritmo indica desaceleração em relação ao primeiro semestre do ano passado, quando o setor contratou 193,4 mil pessoas (+6,09%). A pesquisa foi elaborada pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) em parceria com a FGV (Fundação Getulio Vargas). 

Em junho, o indicador subiu 0,09% em relação a maio, com a contratação de 3,1 mil trabalhadores. Já em maio foram registradas 1.751 demissões (-0,05%). De acordo com o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, “os dados dos últimos dois meses revelam que o indicador de emprego praticamente estabilizou”.

No acumulado dos últimos 12 meses terminados em junho a alta ficou em 0,52%, o que representa a contratação de 18 mil pessoas. O resultado é bem inferior ao registrado na comparação de 12 meses terminados em junho de 2012, quando o setor acumulava 207,9 mil contratações (+6,58%).

Com o resultado de junho, o setor empregava 3,489 milhões de trabalhadores em todo país ao final do primeiro semestre. O Sudeste concentrava no mês passado 1,764 milhão de trabalhadores da construção civil; seguida pelo Nordeste (726,3 mil); Sul (492,8 mil); Centro-Oeste (288,1 mil) e Norte (217,8 mil). Confira na planilha abaixo:

Fonte: SindusconSP

sábado, 3 de agosto de 2013

Encontro em Brasília debate as condições de trabalho nas construções.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) participou da reunião da Mesa Nacional Permanente para o Aperfeiçoamento das Condições de Trabalho na Indústria da Construção, no Palácio do Planalto, em Brasília, no dia 1º de agosto.  Durante o encontro, a entidade apresentou uma série de vídeos educativos sobre prevenção de acidentes e segurança na Construção Civil produzidos em parceria com o Sesi Nacional, CNI, Seconci Brasil e Sindicatos da Indústria da Construção.

Os vídeos, que integram o Programa Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho para a Indústria da Construção, vão auxiliar as empresas do setor durante treinamentos sobre segurança nos canteiros de obras.

Na ocasião, também foram tratadas questões referentes ao balanço das atividades 2013, Indicadores e Informe do trabalho dos GTs. A CBIC esteve representada pelo presidente da COP/CBIC, Antônio Carlos Mendes Gomes, além de Érico Furtado Filho, Fernando Pinto, Euclésio Finatti, Gilmara Dezan, Jorge Sander e Domingos Lourenço.


A reunião contou com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, e do ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, além de representantes dos trabalhadores.

Fonte: Cbic

Dia Nacional da Construção Social.

O Dia Nacional da Construção Social será comemorado em Porto Alegre, Capão da Canoa e Santa Cruz do Sul com diversas atividades nas áreas de saúde, meio ambiente, educação, cultura, lazer e cidadania para os trabalhadores do setor da construção e familiares, no dia 17 de agosto. O evento é uma iniciativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com o objetivo de valorizar e resgatar a cidadania e a qualidade de vida destes profissionais.

Na programação estão incluídos serviços e atrações como shows, corte de cabelo, cidade dos brinquedos, medição de pressão arterial, programa saúde da mulher, higiene e orientação sobre saúde bucal, oficinas de reciclagem e geração de renda, entre outras atividades.

Locais do evento

Porto Alegre - instalações do Sesi Rubem Berta, zona norte, das 10h às 16h.
Escritório Regional do SindusconRS no Litoral Norte - Ginásio Municipal de Capão da Canoa, das 13h às 17h, e
Escritório do SindusconRS no Vale do Rio Pardo - instalações do Sesi no Bairro Arroio Grande, em Santa Cruz do Sul, das 13h às 17h.

O Dia Nacional da Construção Social conta com o apoio do Sistema Fiergs/Ciergs, através do Sesi/RS, dos sindicatos dos trabalhadores do setor no Estado e prefeituras locais.