Revista Eletrônica da Construção Civil - Porto Alegre, RS e Florianópolis, SC - Ano XVI - Opiniões, Sugestões de Pautas e Críticas - e-mail: reformaeconstrucaodacasa@gmail.com
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sábado, 2 de março de 2013
Como crescer em 2013.
sexta-feira, 1 de março de 2013
INCC-M de fevereiro.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Montana Química completa 60 anos.
na proteção da madeira.
No dia 23 de fevereiro de 2013 a Montana Química completou 60 anos de dedicação à preservação da madeira no país. Foi em 1953 que começava a história da Montana Química. Fundada com a denominação de Osmose Pentox do Brasil Preservação de Madeiras, fruto de uma associação de empreendedores brasileiros - a família Salis – com canadenses e, posteriormente, com americanos. Em 1983 teve sua denominação alterada para a atual, passando a ser uma empresa nacional e mantendo-se na liderança do segmento da preservação de madeiras. Nas primeiras décadas, o foco esteve voltado exclusivamente para o desenvolvimento de produtos e mercados para a preservação industrial de madeiras, setor este muito incipiente em nosso País na época.“Dessa forma, conseguimos desenvolver bons produtos e serviços para as diferentes necessidades de nossos clientes, com soluções objetivas para atendê-los”, revela o diretor superintendente da Montana, Rogildo Gallo.
Desde o início de sua atuação, a Montana conquistou importantes espaços, ampliando e fortalecendo as relações institucionais aqui e no exterior. Em conjunto com o IPT e o IBDF (atual Ibama), em 1969 foi fundada a ABPM – Associação Brasileira de Preservação de Madeiras, com o objetivo de regular e desenvolver o mercado. Assim, surgiram as primeiras normas brasileiras do setor, como a de mourões para cercas e postes para eletrificação. Posteriormente, sempre com o apoio dos associados, seguiram-se as normas de carretéis e bobinas, dormentes para vias férreas, chegando em 2013 com um mercado bem regulamentado, com normas voltadas para a construção civil, setor de grande importância para os fabricantes e consumidores de produtos para tratamento de madeiras.sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Abrafati realiza curso de tecnologia em tintas.
• solventes e plastificantes;
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• manutenção industrial;
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Local: Lab. SSJ - Av. Dr. Cardoso de Melo, 1491 - Vl. Olímpia - SP
Local: Laboratórios SENAI e Indústrias de Tintas
R$ 4.605,00,00 a partir de 21/02/13
Associados 5% desconto.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Construção civil contrata cerca de 150 mil profissionais em 2012.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
ICST inicia o ano com queda.
O Indicador Trimestral do Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, registrou taxa de -4,8% em janeiro, ante -3,3% no trimestre findo em dezembro. O resultado apontou certa fragilidade no movimento de recuperação do setor, após cinco meses de melhora relativa.
Os segmentos que mais pressionaram para a piora na comparação interanual trimestral:
Preparação do Terreno, com variação de -11,3% em janeiro ante -7,8% em dezembro e Construção de Edifícios e Obras de Engenharia Civil, com -4,6% e -2,7%, respectivamente.
O segmento que apresentou melhora no período:
Obras de Infraestrutura para Engenharia Elétrica e de Telecomunicações, com variação de -3,8%, contra -7,6%. Os demais segmentos praticamente mantiveram-se estáveis.
A variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-CST) foi de -5,7%, em janeiro, contra -3,0%, em dezembro (a maior variação negativa da série desde setembro de 2012). No mesmo período e base de comparação, a variação do Índice de Expectativas (IE-CST) foi de -3,9%, ante -3,5%, em dezembro.
O quesito evolução recente da atividade foi o que mais contribuiu para a queda do ISA-CST no trimestre findo em janeiro. A variação interanual do indicador trimestral deste item foi de -16,1%, em janeiro, ante -3,2%, em dezembro. Das 700 empresas consultadas, 24,1% avaliaram que a atividade aumentou no trimestre findo em janeiro, contra 28,7% no mesmo período de 2012; para 14,9% delas, a atividade diminuiu (contra 15,7%, em janeiro de 2012).
O quesito que mede o otimismo com a tendência dos negócios nos seis meses seguintes foi o que exerceu maior influência na piora do IE-CST. A variação interanual trimestral do item foi de -3,0%, contra -1,9%, em dezembro. A proporção de empresas prevendo aumento na demanda foi de 42,1%, ante 46,2%, no trimestre findo em janeiro de 2012, enquanto a parcela das que esperam diminuição ficou praticamente estável, passando de 4,6% para 4,7% do total.
TIPOS DE OBRAS
A Sondagem da Construção permite a geração de resultados por diferentes formas de segmentação. Em janeiro, apresentamos os resultados dos segmentos classificados por tipo de obra. Para agregação dos resultados, os setores são identificadas de acordo com a parcela majoritária de suas vendas, como construtores de obras deEdificações, Infraestrutura e Outras.
Segue abaixo a composição desses segmentos:
• Edificações – Edificações (residenciais, industriais, comerciais e de serviços);
• Obras de Infraestrutura – Obras Viárias; Obras de Arte Especiais; Obras para Geração e Distribuição de Energia Elétrica e Obras para Telecomunicações;
• Outras Obras – Obras de Montagem; Obras de Outros Tipos; Instalações Elétricas; Instalações de Sistemas de Ar Condicionado, de Ventilação e Refrigeração; Instalações Hidráulicas, Sanitárias, de Gás e de Sistema de Prevenção contra Incêndio; Outras Obras de Instalações; Obras de Acabamento e Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição, com Operador.
RESULTADOS
Pelo terceiro mês consecutivo, o Indicador Trimestral do ICST de Edificações apresentou queda relativa: a variação foi de -7,0%, em janeiro, contra -6,5%, em dezembro.
O ICST de Obras de Infraestrutura, que vinha sinalizando recuperação nos meses anteriores, apresentou recuo. OIndicador Trimestral registrou aumento de 0,4%, no trimestre findo em janeiro, contra uma taxa de 3,2%, em dezembro. Esta queda foi decorrente dos segmentos de Obras de Artes Especiais, que apresentou redução de 0,7%, em janeiro, ante 12,5%, em dezembro; e Obras Viárias que passou de 6,1%, em dezembro, para 2,6%, em janeiro.
O ICST de Outras Obras apresentou piora relativa ao passar de -5,7%, em dezembro, para -6,3%, em janeiro. Este movimento foi decorrente de dois segmentos: Preparação de Terreno, com variação de -11,1%, em janeiro (contra -7,8%, em dezembro) e Obras de Montagem que passou de -10,0%, em dezembro, para -12,6%, em janeiro.
Sinduscon RS divulga o CUB/m² de janeiro.
O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Rio Grande do Sul (SindusconRS) divulgou o CUB/m² - Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de janeiro de 2013, com base na NBR 12.721/2006.
Os materiais de construção que mais subiram no período:
Cimento CP-32 II (2,70%),
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39cm (2,49%),
Chapa compensado plastificado 18mm (2,43%),
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V, # 2,5mm² (2,11%),
Vidro liso transparente 4mm (1,46%), e
Emulsão asfáltica impermeabilizante (1,45%).
Os materiais de construção que apresentaram as maiores variações negativas em janeiro:
Locação de Betoneira (-4,00%),
Tijolo 9cm x 19cm x 19cm (-1,82%),
Aço CA-50 Ø 10mm (-1,68%),
Porta lisa p/pintura (-1,51%),
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 ½” (-0,10%), e
Janela de correr tamanho 1,20m x 1,20m em ferro (-0,02%).

