Os mais de 170 mil acessos ao www.reformaeconstrucaodacasa.blogspot.com maximizam o foco na excelência pela informação jornalística de qualidade. Ao optarmos pelo segmento editorial assumimos compromissos como ferramenta imprescindível no empreendedorismo do setor. Dar suporte através de uma comunicação precisa, verídica e direta é responsabilidade e metas desta publicação online. Além dos significativos acessos, opiniões, sugestões ou críticas serão bem-vindas no aperfeiçoamento e consolidação dos objetivos proposto. Sua participação vai estampar a página desta revista como forma de reconhecimento e admiração pelo seu direito de expressão. Comentários através do reformaeconstrucaodacasa@gmail.com

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Cerca de 223 mil novas vagas em 2011.








O setor da construção civil fechou o ano de 2011 com 222.897 novas vagas, um crescimento de 8,78%, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego(MTE). O setor respondeu por aproximadamente 11,46% da criação de empregos ao ano no País, ou seja, 1.944.560 novas vagas (+5,41%). Somente a região Sudeste contratou 96.718 novas vagas no período.

As regiões e o número de novas vagas

Região Norte - alta de 12,17%
Região Centro-Oeste - alta de 10,60%,
Região Sul - alta de 9,50%,
Região nordeste - alta de 8,84,
Região Sudeste - alta de 7,80%,

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

INCC-M de janeiro registra alta.








O Índice Nacional de Custo da Construção - M (INCC-M) registrado em janeiro foi de 0,67% acima do mês de dezembro, onde a variação ficou em 0,35%. Nos últimos 12 meses o acumulado obteve alta de 7,90%. Os índices relativos a materiais, equipamentos e serviços e mão de obra apresentaram variação de 0,35% e 0,98%, respectivamente. Os dados são do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e foram divulgados nesta quinta-feira, 26. Conforme a FGV o INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. É importante destacar que cinco capitais registraram aceleração: Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Brasília e Recife tiveram desaceleração.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No segmento de Materiais, Equipamentos e Serviços para a construção o índice foi de 0,27%, ante a alta de 0,18% no mês anterior. Outros subgrupos componentes apontaram acréscimo em suas taxas de variação de dezembro de 2011 para janeiro de 2012:

Materiais para estrutura (de 0,05% para 0,14%),
Materiais para acabamento (de 0,41% para 0,56%),
Equipamentos para transporte de pessoas (de0,10% para 0,26%),
Serviços (de 0,39% para 0,68%),

Mão de Obra

Já o setor responsável pela mão de obra registrou variação de 0,98%, em janeiro, ante a taxa de 0,47% apontado em dezembro.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Empresários da construção civil mais confiantes.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) do setor da construção civil registrou alta de 59,7 pontos no mês de janeiro, conforme pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada no último dia 23. Índices maiores que 50 pontos representam crescimento.

Os setores de Construção de Edifícios, Obras de Infraestruturas e Serviços Especializados apontaram índices de 57,8; 61,0; e 61,9 pontos, respectivamente. O ICEI geral, abrangendo todos os setores, aumentou 2,5 pontos no mesmo período, atingindo 57,3 pontos. É a maior alta verificada desde janeiro de 2010, quando foi realizada a primeira pesquisa. A confiança do empresariado cresceu nos três segmentos da indústria e nas cinco regiões geográficas.

da Redação com cni.org.br

sábado, 14 de janeiro de 2012

Venda de cimento no mercado interno é recorde.


As vendas de cimento no mercado interno brasileiro atingiram 63,5 milhões de toneladas em 2011. Um crescimento de 7,3% sobre 2010. Somente em dezembro a comercialização do produto foi de 5,0 milhões de toneladas. Um aumento nas vendas de 3,5% em relação ao mesmo período de 2010. Os dados foram divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).

O comércio do cimento em 2011 por regiões no País:

Região Sudeste (21,6 milhões de toneladas - alta de 7%);
Região Nordeste (11,9 milhões de toneladas - alta de 6,3%);
Região Sul (9,4 milhões de toneladas - alta de 7,4%);
Região Centro-Oeste (6,8 milhões de toneladas - alta de 9,6%); e
Região Norte (3,6 milhões de toneladas - alta de 9,9%)
Estas duas últimas regiões concentraram o menor volume de vendas, mas com maiores evoluções anuais.

Regiões que apresentaram queda em dezembro/2011

Região Sudeste (queda de ,3%);
Região Norte (queda de 1,2%)

Regiões que apresentaram crescimento em dezembro/2011

Região Sul (alta de 10,2);
Região Nordeste (alta de 7,3%); e
Região Centro-Oeste (altas de 6,8%)

Exportação

O Brasil comercializou 44 mil toneladas de cimento em 2011 (alta de 21,2%).

Fonte: SNIC.

Financiamento para compra de material de construção.





















































Quem vai reformar ou ampliar o imóvel pode contar agora com uma nova linha de financiamento para a compra de material de construção, sem limite de renda e com 120 meses para pagar.

Ao custo de 12%, incluindo juro, comissões e encargos o limite máximo de financiamento será de R$ 20 mil por tomador. O governo vai disponibilizar de R$ 300 milhões a R$ 1 bilhão, dependendo da demanda.

A decisão é do Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (CCFGTS) e vai beneficiar a classe média. A medida anunciada em 10 de janeiro deverá entrar em vigor em 30 dias.

Atualmente é concedido financiamento para famílias com renda mensal bruta de até R$ 5,4 mil, ao juro máximo de 8,16% ao ano para materiais de construção. A nova linha também poderá ser usada para instalação de hidrômetros individuais e implementação de sistemas por aquecimento solar.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Redução de IPI é prorrogado.



A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais de construção foi prorrogado pelo governo federal até o final de 2012, conforme decreto 7.660/2011, publicada no Diário Oficial da União em 26 de dezembro.

Materiais com IPI zero

- cimentos brancos (mesmo corados artificialmente);
- cimento comum;
- tintas à base de polímeros acrílicos ou vinílicos;
- vernizes;
- argamassas e concretos não refratários;
- dobradiças;
- chuveiro elétrico;
- Banheiras, boxes para chuveiros, pias e lavatórios de plástico;
- telhas em aço galvanizado;
- ladrilhos e placas (lajes) de cerâmica para pavimentação ou revestimento, vidrados ou esmaltados, entre outros.

Outros materiais

- disjuntores com redução de IPI de 10%
- indutos utilizados em pintura com redução de IPI de 2%
- aditivos preparados para cimentos, argamassas ou concretos e outras guarnições, ferragens e artigos semelhantes para construções com redução de IPI de 5%.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Desempenho e perspectivas da construção civil.








O Produto Interno Bruto (PIB) do setor da construção civil atingiu 4,8% em 2011 e a expectativa de crescimento para 2012 é de 5,2%. A avaliação do desempenho e das perspectivas do setor integram o Banco de Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), divulgado em dezembro, em Brasília.

Para a CBIC a construção civil registra incremento consistente em suas atividades desde 2004. Em 2010 atingiu desempenho recorde, o que se configurou como uma base de comparação elevada. Em 2011 os números atingiram um patamar de maior equilíbrio e sustentabilidade.

A maior oferta de crédito imobiliário; o aumento do emprego formal; o crescimento da renda familiar; a estabilidade macroeconômica; as mudanças no marco regulatório do mercado imobiliário (Lei 10.931/2004) e melhor previsibilidade da economia, tornando mais factíveis os negócios imobiliários; as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) foram as principais razões para a manutenção do crescimento em 2011, segundo a CBIC.

INFORMATIVO ECONÔMICO DA CONSTRUÇÃO CIVIL
DESEMPENHO E PERSPECTIVAS

* De janeiro a setembro de 2011 o Valor Adicionado (PIB setorial) cresceu 3,8% em
relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com o resultado do PIB
trimestral, divulgado pelo IBGE. Estima-se que o setor feche 2011 com alta de 4% a
5%.

* Foram geradas 309.425 vagas formais no setor em todo o País no período de
janeiro a outubro de 2011, de acordo com os dados do Cadastro Geral de
Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, o
que significou expansão de 12,19% no estoque de trabalhadores formais da
Construção Civil neste período.

* O estoque de trabalhadores formais na Construção Civil, também de acordo com o
CAGED/MTE passou de 2.624.255 em outubro/10 para 2.848.684 em outubro/11,
indicando que foram geradas mais de 224 mil novas vagas nos últimos doze meses
(novembro/10 – outubro/11).

* A maior geração de vagas no setor nos últimos anos fez com que os números da taxa
de desemprego alcançassem patamares extremamente baixos. De acordo com a
Pesquisa Mensal de Emprego (PME), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), em seis Regiões Metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo
Horizonte, Recife, Porto Alegre e Salvador) na média de janeiro a outubro/11 ela foi de 3,09%, ficando, portanto, bastante inferior ao resultado da taxa de desocupação da economia (também para o conjunto das seis regiões metropolitanas), que neste mesmo período foi estimada em 6,18%.

* O consumo de cimento no Brasil cresceu 8,43% no período de janeiro a agosto de
2011 em relação ao mesmo período de 2010, conforme dados do Sindicato Nacional
da Indústria do Cimento (SNIC).

* Dados preliminares divulgados pelo SNIC indicam que as vendas de cimento para o
mercado interno brasileiro cresceram 7,7% no período de janeiro a outubro de 2011
em relação ao mesmo período do ano passado.

* O consumo de vergalhão, de acordo com os dados do Instituto Aço Brasil (IABr)
cresceu 8,66% de janeiro a setembro/11 na comparação com igual período de 2010.

* Estimativas da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção
(Abramat) demonstram que o faturamento total deflacionado das vendas de
materiais de construção para o mercado interno, depois de registrar incremento de
12,1% em 2010, deverá crescer 4% em 2011. O resultado acumulado de janeiro a
outubro/11 registrou alta de 2,4% em relação à igual período de 2010.

* O financiamento imobiliário com recursos do SBPE cresceu 44,7% no período de
janeiro a outubro/11 em relação a iguais meses do ano passado. Isso significa que,
até outubro, os financiamentos somaram R$65 bilhões, enquanto nos primeiros dez
meses de 2010 eles totalizaram R$44,9 bilhões.