Revista Eletrônica da Construção Civil - Porto Alegre, RS e Florianópolis, SC - Ano XVI - Opiniões, Sugestões de Pautas e Críticas - e-mail: reformaeconstrucaodacasa@gmail.com
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sábado, 26 de março de 2011
Empresários estão otimistas para 2011.
Aumento de 5,1% no indicador de desempenho das empresas, atingindo 58,8 pontos
Aumento de 3,4% nas perspectivas de desempenho das empresas, atingindo 61,8 pontos
Aumento em 2% na confiança à política econômica, atingindo 52,3 pontos
Aumento em 3,3% nas dificuldades financeiras, atingindo 54 pontos
Redução em 21,3% na expectativa de redução da inflação, baixando para 37,3 pontos.
Tecmold amplia para crescer.
Com a fabricação de caixas de passagem, galerias e tubos para obras de canalização pluvial e esgoto sanitário, utilizando-se de modernas máquinas e tecnologia de ponta, a produção vai atender aos mercados gaúcho e catarinense, principalmente instituições públicas e empreiteiras. O aquecimento do setor da construção civil e a forte demanda de obras de infraestrutura, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, impulsionaram os investimentos da Tecmold.
quinta-feira, 24 de março de 2011
A abordagem na recepção ao cliente pode garantir a venda e dar início a um longo relacionamento. Estudo sobre as Empresas que Mais Respeitam o Consumidor, realizado pela Shopper Experience em parceria com o Grupo Padrão apontou que 48% dos entrevistados destacaram ser o atendimento o fator determinante pela escolha de uma marca. Para Roberto Meir, especialista internacional em relações de consumo e CEO do Grupo Padrão, o consumidor valoriza a educação, a capacitação e a forma educada dos funcionários durante o atendimento. A oitava edição da pesquisa ouviu 1370 pessoas nas cidades de Porto Alegre, São Paulo, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte.
O estudo registrou, ainda, que 42% dos pesquisados destacaram a importância da qualidade do produto oferecido. A imagem que a empresa transmite ao cliente ficou com 34% da preferência das pessoas ouvidas.
Para 34% dos entrevistados, tão importante quanto a qualidade do atendimento e de produtos, é a imagem que a empresa transmite ao consumidor. Estão atentos à importância que a corporação dá às ações de responsabilidade social, ambiental e com o País, porém com destaque a saber ouvir e respeitar o consumidor (13%) e a honestidade e credibilidade que transmite aos seus clientes (9%).
“Os consumidores brasileiros estão cada vez mais exigentes, pois conhecem seus direitos e cobram das corporações que eles sejam cumpridos, e este é um sinal de alerta às empresas que ainda não têm foco total na satisfação de seus clientes”, explica Meir.
Economia estabilizada, baixo índice de desemprego e confiança no futuro do País contribuíram para que o atributo preço ficasse em última colocação na ordem de importância dos atributos, com 22% das menções, sendo que condições de pagamento, preço acessível e menores taxas de juros foram os mais citados.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Nex Group surge como maior empresa gaúcha da construção civil.
Com 2,9 mil funcionários a holding vai operar em empreendimentos para o programa Minha Casa, Minha Vida, condomínios verticais fechados na faixa de R$ 200 mil, horizontais na faixa entre R$ 300 mil e R$ 500 mil e produtos diferenciados, como prédios residenciais de alto padrão e corporativos. Através de captação de recursos em fundos de participação o Nex Group prevê construções simultâneas em outros estados, como Santa Catarina, Paraná e na região Sudeste.
Na avaliação de valor das companhias a Capa Engenharia ficará com 58% de participação no novo empreendimento. DHZ, EGL e Lomando Aita ficarão com 14% cada. Individualmente, enquanto é acertado a fusão, as empresa continuarão operando pelos contratos já assinados de construção e vendas.
O anúncio de criação da Nex Group, já considerada a maior empresa genuinamente gaúcha da construção civil, ocorreu durante uma coletiva de realizada em 17 de março, no Hotel Sheraton, em Porto Alegre.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Mercado varejista do material de construção deve comercializar R$ 76,4 bilhões em 2011.
O gasto percapita do brasileiro com material de construção ficará entorno de R$ 500,00, em 2011, conforme pesquisa realizada pela Ibope Inteligência a partir de dados da Pyxis Consumo - ferramenta que indica o potencial de consumo de diferentes setores. Os dados apontaram, ainda, que as vendas de materiais de construção no varejo devem movimentar R$ 76,43 bilhões neste ano. Por ser a primeira vez em que a pesquisa é realizada não há comparativo com o ano anterior.
A região Sudeste responde pelo faturamento de R$ 41,66 bilhões.
A região Sul - R$13,14 bilhões.
A região Nordeste - R$ 11,18 bilhões.
A região Centro-Oeste - R$6,7 bilhões, e
A região Norte - R$ 3,75 bilhões.
Por classe social, com relação às vendas, a pesquisa apontou que:
Classe B (responsável por 23,5% dos domicílios urbanos) - potencial de consumo estimado em 43,2% (R$32,98 bilhões).
Classe C (representa 50,4% dos domicílios urbanos_ potencial de consumo estimado em 33,1% (R$25,27 bilhões).
Classe A (representa apenas 2,5%, dos domicílios urbanos) - potencial de consumo estimado em 18,4% (R$14,10 bilhões).
Classes D e E (representam 23,6% dos domicílios urbanos)- devem responder por apenas 5,3% do consumo.
O PYxis Consumo faz estimativas de potencial para o varejo em 50 grupos de produtos. Em nota, o Ibope esclarece que o potencial de consumo se refere apenas ao consumo domiciliar, excluindo os negócios entre construtoras e indústria de materiais de construção.
sábado, 5 de março de 2011
Construção civil gaúcha atrai investidores.

O grupo norte-americano de guindastes Manitowoc Crane vai investir R$ 70 milhões em uma unidade em Passo Fundo, Região Planalto, a 284 Km de Porto Alegre, para fabricação de guindastes do tipo Truck Train, guindaste telescópio; RT, para terrenos acidentados; e gruas para construção civil. A Manitowoc, que atualmente opera apenas com escritório de vendas no Brasil, deverá faturar R$ 250 milhões anuais, durante cinco anos, com crescimento de 40% ao ano. Além dos Estados Unidos, onde está sediada, o grupo também opera na Itália. A unidade gaúcha será a terceira no mundo com produtos de alta tecnologia .
O "boom" da construção civil no País, as obras de infraestruturas para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 são os principais motivos que levaram o grupo norte-americano Manitowoc Crane Group a resgatar um projeto de 2006 e investir no Estado. O protocolo de intenções, que prevê enquadramento no Fundopem e Integrar, com adiamento de oito anos no recolhimento de parte do ICMS gerado pelos produtos, foi assinado no dia 2 de março, entre o governo do Estado e o empreendedor. A inauguração está prevista para marco de 2012.
Perfil da Manitowoc
A Manitowoc Crane Group é uma empresa subsidiária da Manitowoc Company Inc., com sede nos Estados Unidos onde opera desde 1902 no segmento de guindastes industriais assim como na produção de equipamentos para cozinhas industriais e refeitórios. Esta empresa está cotada na bolsa de Nova York desde 1971 e possui 15 plantas industriais espalhadas entre Estados Unidos, Europa, Japão, Índia e China. Nos vários países onde opera, a Manitowoc ocupa posição de destaque em razão de sua tecnologia exclusiva.
No Brasil, a Manitowoc Crane está presente há 20 anos atuando em todo o território brasileiro, com ênfase em vendas no Ceará, Pernambuco, Pará, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, onde estão os maiores locadores de guindaste, as maiores construtoras, as mineradoras, as refinarias e as grandes obras de infraestrutura e de produção pesada.
Primeira planta na América Latina
A planta, primeira na América Latina - o grupo já tem três unidades nos Estados Unidos e fábricas na China, Índia, Rússia, Eslováquia, França, Itália e Portugal - ficará no Distrito Industrial de Passo Fundo em uma área de 45 hectares. A empresa norte-americana pretende formar uma rede de fornecedores, principalmente do Rio Grande do Sul, distante no máximo 340 quilômetros. Também é possível que o complexo industrial receba sistemistas, seguindo uma tendência mundial de produção.
"A unidade brasileira será a terceira do grupo com alta tecnologia na fabricação de guindastes pesados, repetindo o que é feito somente nas nossas fábricas dos Estados Unidos e Itália", lembrou o vice-presidente para a América Latina, Larry Weyers. Recebendo as licenças ambientais até o final de março, projetou o executivo, o plano da empresa é começar a montagem da fábrica em abril, com prazo de 12 meses para ativar sua linha de produção.
Linha de produção
Em 2013, a unidade fabril estará produzindo 80 mil unidades por ano dos guindastes RT e Gruas, com faturamento previsto de R$ 100 milhões. Em 2014, é prevista a entrada na linha de produção do guindaste Telescópio, com a produção anual ficando entre 100 e 120 mil unidades, com previsão de R$ 400 milhões de faturamento/ano. O vice-presidente Larry Weyers não descartou a ampliação da planta em cinco anos.
fonte: com agência PP/RS
Redução de IPI até o final do ano.



Materiais de construção com redução de IPI prorrogados até 31 de dezembro de 2011.
- IPI: zero - Cimentos brancos, mesmo corados artificialmente - NCM: 2523.21.00
- IPI: zero - Cimento comum - NCM: 2523.29.10
- IPI: zero – Outros - NCM: 2523.29.90
- IPI: zero - Tintas à base de polímeros acrílicos ou vinílicos - NCM: 3209.10.10
- IPI: zero - Vernizes à base de polímeros acrílicos ou vinílicos - NCM: 3209.10.20
- IPI: zero - À base de politetrafluoretileno - NCM: 3209.90.11
- IPI: zero - Outras - NCM: 3209.90.19
- IPI: zero - Vernizes - NCM: 3209.90.20
- IPI: 2% - Mástique de vidraceiro, cimentos de resina e outros mástiques - NCM: 3214.10.10
- IPI: 2% - Indutos utilizados em pintura - NCM: 3214.10.20
- IPI: zero - Outros - NCM: 3214.90.00
- IPI: 5% - Aditivos preparados para cimentos, argamassas ou concretos - NCM: 3824.40.00
- IPI: zero - Argamassas e concretos, não refratários - NCM: 3824.50.00
- IPI: zero - Banheiras, boxes para chuveiros, pias e lavatórios de plástico - NCM: 3922.10.00
- IPI: zero - Assentos e tampas, de sanitários de plástico - NCM: 3922.20.00
- IPI: zero - Outros - NCM: 3922.90.00
- IPI: zero - Pias, lavatórios, colunas para lavatórios, banheiras, bidês, sanitários, caixas de descarga, mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários, de porcelana ou cerâmica - NCM: 6910.10.00
- IPI: zero - Outros - NCM: 6910.90.00
- IPI: zero - Grades e redes de aço, não-revestidas, para estruturas ou obras de concreto armado ou argamassa armada - NCM: 7314.20.00 Ex 01
- IPI: zero - Outras grades e redes de aço, não revestidas, para estruturas ou obras de concreto armado ou argamassa armada - NCM: 7314.39.00 Ex 01
- IPI: zero - Pias e lavatórios, de aços inoxidáveis - NCM: 7324.10.00
- IPI: zero - Outras fechaduras; ferrolhos - NCM: 8301.40.00
- IPI: zero - Partes - NCM: 8301.60.00
- IPI: zero - Dobradiças de qualquer tipo (incluídos os gonzos e as charneiras) - NCM: 8302.10.00
- IPI: 5% - Outras guarnições, ferragens e artigos semelhantes para construções - NCM: 8302.41.00
- IPI: zero - Válvulas para escoamento - NCM: 8481.80.11
- IPI: zero - Outros - NCM: 8481.80.19
- IPI: 10% - Disjuntores - NCM: 8536.20.00 -
- IPI: zero - Chuveiro elétrico - NCM: 8516.10.00 Ex 01
- IPI: zero - Misturas betuminosas à base de asfalto ou de betume naturais, de betume de petróleo, de alcatrão mineral ou de breu de alcatrão mineral (por exemplo, mástiques betuminosos e " cut-backs " ) - NCM: 2715.00.00
– IPI: zero - Ladrilhos e placas (lajes), para pavimentação ou revestimento, não vidrados nem esmaltados, de cerâmica; cubos, pastilhas e artigos semelhantes, para mosaicos, não vidrados nem esmaltados, de cerâmica, mesmo com suporte - NCM: 69.07
- IPI: zero - Ladrilhos e placas (lajes) para pavimentação ou revestimento, vidrados ou esmaltados, de cerâmica - NCM: 69.08
- IPI: zero - Telhas em aço galvanizado - NCM: 7308.90.90
- IPI: zero - Cadeados - NCM: 8301.10.00
- IPI: zero - Válvulas tipo gaveta - NCM: 8481.80.93
Derli dos Reis
Jornalista