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sábado, 23 de maio de 2026

Índice Nacional de Custo da Construção de abril de 2026

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) 1 registrou alta de 1,04% em abril, acima da taxa de variação de 0,36% observada no mês anterior. Com este resultado, a taxa acumulada em 12 meses pelo índice atingiu 6,28%, representando uma desaceleração em relação a abril de 2025, quando o índice acumulava alta de 7,52% em 12 meses. O aumento também foi registrado em Porto Alegre, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, capitais que compõem o índice, conforme dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas - FGV.

O grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 1,35% em abril, após alta de 0,27% no mês anterior. A taxa de variação da categoria de Materiais e Equipamentos passou de 0,28% em março para 1,40% em abril. Esse movimento reflete uma forte aceleração nos preços desses insumos, crucial para a execução de projetos de construção. Nesta apuração, três dos quatro subgrupos que compõem essa categoria exibiram avanço em suas taxas de variação. O principal destaque foi o subgrupo “materiais para estrutura", que passou de 0,17% para 1,82%. No âmbito do grupo de Serviços, observou-se um aumento em sua taxa de variação, que passou de 0,24% em março para 0,97% em abril. Esse movimento foi reflexo do item "aluguel de máquinas e equipamentos", cuja taxa passou de 0,05% para 1,87%. 

Mão de Obra acelera em abril A taxa de variação do índice de Mão de Obra foi de 0,61% em abril, marcando um avanço quando comparada ao valor de 0,47% observado em março. 1O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. 

Fonte: FGV

segunda-feira, 3 de junho de 2024

FGV divulga INCC-M

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 0,59% em maio, registrando aceleração em comparação a taxa de 0,41% observada no mês anterior. Apesar da aceleração, este movimento sinaliza uma tendência de estabilização nos custos da construção, quando se observa a taxa em 12 meses, que está em 3,68%, patamar próximo ao registrado no mês passado. Em comparação a igual período em 2023, o índice registrou grande descompressão, pois a taxa anualizada em maio de 2023 era de 6,32%.

A componente do Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) referente a Materiais, Equipamentos e Serviços evidenciou uma modesta aceleração em seu crescimento, passando de 0,18% em abril para 0,27% em maio. Esse movimento sugere estabilidade nos custos dos insumos e dos serviços no setor. Por outro lado, o setor da Mão de Obra subiu para 1,05% em maio, acelerando em relação à taxa de 0,74% registrada no mês anterior.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços, a categoria de Materiais e Equipamentos registrou aumento de 0,25% em maio, marcando um incremento maior em relação à taxa de 0,17% vista em abril. Esse movimento reflete uma tendência de alta nos preços desses insumos, crucial para a execução de projetos de construção. Nesta apuração, três dos quatro subgrupos que compõem essa categoria exibiram avanço em suas taxas de variação. Um destaque particular foi o subgrupo "materiais para instalação", que viu sua taxa subir de 0,63% para 0,85%.

No âmbito do grupo de Serviços, observou-se um aumento significativo na variação, que passou de 0,29% em abril para 0,50% em maio. Esta elevação foi reflexo no item "projetos", que viu sua taxa de variação avançar de 0,14% para 0,55%.

Mão de obra

A variação do índice de Mão de Obra registrou 1,05% em maio, marcando uma importante aceleração quando comparada ao índice de 0,74% observado em abril, em função de reajustes espontâneos e dos dissídios.

Capitais

As taxas de variação do Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) mostraram uma dinâmica variada em diferentes cidades brasileiras durante o mês de maio. Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo apresentaram uma aceleração em suas taxas de variação, sinalizando um aumento nos custos de construção nessas localidades. Por outro lado, Salvador, Recife e Porto Alegre registraram recuo em suas taxas de variação, indicando uma diminuição relativa nos custos de construção nessas cidades.

Fonte:FGV.

domingo, 2 de junho de 2024

sábado, 5 de março de 2022

9ª Feira Brasileira do Varejo,

Estão abertas as inscrições para a 9ª Feira Brasileira do Varejo, que vai reunir referências nacionais e internacionais do setor para debater e compartilhar conhecimento em diversas áreas do varejo por meio do Congresso Brasileiro do Varejo, de 24 a 26 maio de 2022,  no Centro de Eventos da FIERGS (Av. Assis Brasil, 8787 – Porto Alegre/RS). Com o objetivo de qualificar os lojistas, a FBV ainda apresenta tendências e o que há de novo no mercado do Brasil e do mundo. Além do congresso, a Feira Brasileira do Varejo oportuniza conexões por meio de diversas iniciativas, como o FBV Moda, Trend Store, FBV Talks, Varejo Now, Varejo Experience e FBV Talks, atrações que reúnem varejistas, profissionais do setor, startups, investidores e estudantes no mesmo evento, pelo mesmo intuito: fazer o varejo crescer.

Índice Nacional de Custo da Construção

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) variou 0,48% em fevereiro, percentual inferior ao apurado no mês anterior, quando o índice registrou taxa de 0,64%, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas, acumulando alta de 1,12% no ano e 13,04% em 12 meses. Em fevereiro de 2021, o índice subira 1,07% no mês e acumulava alta de 10,18% em 12 meses. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 1,09% em janeiro para 0,75% em fevereiro. O índice referente à Mão de Obra variou 0,19% em fevereiro, contra 0,14%, em janeiro. 

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a taxa correspondente a Materiais e Equipamentos variou 0,56% em fevereiro, após subir 1,05% no mês anterior. Todos os subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de 0,66% para 0,06%. 

A variação relativa a Serviços passou de 1,28% em janeiro para 1,69% em fevereiro. Neste grupo, vale destacar o avanço da taxa do item taxas de serviços e licenciamentos, que passou de 4,81% para 5,66%.

Mão de obra

A taxa de variação referente ao índice da Mão de Obra variou 0,19% em fevereiro, ante 0,14% em janeiro. 

Capitais

Cinco capitais apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: Brasília, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e São Paulo. Em contrapartida, Salvador e Rio de Janeiro apresentaram acréscimo em suas taxas de variação

quinta-feira, 3 de março de 2022

O SindusconRS divulgou o CUB/m² de fevereiro.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul (SindusconRS) divulgou o CUB/m² - Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de fevereiro de 2022, com base na NBR 12.721/2006.  


Os materiais de construção que mais subiram em fevereiro último:

Janela de correr tamanho 1,20m x 1,20m, em ferro (3,42%),
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (2,53%),
Placa cerâmica (azulejo) 30cm X 40cm, PBII (2,48%),
Concreto fck=25 Mpe (2,41%),
Tubo de PVC R rígido reforçado para esgoto Ø 150mm (2,32%), e
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1,40m , em alumínio (2,01%).

Já os materiais  de construção que apresentaram redução nos preço foram: 

Aço CA - 50 10mm (-2,66%),
Brita nº02 (-2,12%),
Areia lavada (-1,59%), e
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2″ (-0,42%). 

Nos últimos doze meses, de março de 2021 a fevereiro de 2022, os materiais que mais subiram foram: 

Chapa compensado plastificado 18mm (62,25%),
Porta lisa para pintura (44,05%),
Emulsão Asfáltica Impermeabilizante (41,75%),
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1,40m , em alumínio (38,81%),
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (33,08%),
Tinta Látex PVA (29,97%), e
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (28,70%).

 Fonte: SindusconRS

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

O Sinduscon RS divulgou os valores dos salários médio de janeiro de 2021.

  Salário Médio R$/h

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 20,79
Acima de 25 subordinados - 22,90
Média - 21,35

Pedreiro - 7,68
Servente - 6,17
Carpinteiro - 7,77
Ferreiro (Armador) - 7,69
Pintor - 7,57
Apontador - 13,81

Eletricista
Oficial - 7,74
Meio Oficial - 6,42
Ajudante - 5,92

Instaladores Hidráulicos
Oficial - 8,05
Meio Oficial -6,42
Ajudante - 6,04

Engenheiro - 45,75
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Preços médios dos materiais de construção em janeiro de 2021.

Aço CA-50 Ø mm R$ 8,93
Areia Lavada m3 R$ 72,70;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 316,17; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.309,65;
Brita nº 02 m3 R$ 69,76
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unidade R$ 4,63
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,61; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 366,55
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 47,13;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 119,37;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 20,15
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 1.509,27
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 44,22;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 2,42
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 281,77
Locação de Betoneira dia R$ 37,00
Placa de gesso m2 R$ 11,50
Porta lisa p/pintura unid R$ 150,99;
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 23,21;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 56,45; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 75,65
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,84;
Tinta látex PVA l R$ 27,13
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 42,18
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 22,33; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 84,71; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

O SindusconRS divulgou o CUB/m² de janeiro.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul (SindusconRS) divulgou o CUB/m² - Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de janeiro de 2021, com base na NBR 12.721/2006.  


Os materiais de construção que mais subiram em janeiro foram:

Aço CA - 50 10mm (15,08%),
Tijolo 9cm x 19cm x 19cm (13,51%),
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2″ (12,69%),
Fio de cobre anti-chama, isolamento 750V,#2,5mm2 (12,04%), e
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1,40m , em alumínio (10,24%)  


Já os materiais  de construção como  o 

Bloco de concreto sem função estrutural 19cm x 19cm x 39cm; 
Cimento CP-32 II; 
Concreto fck=25 Mpe; 
Locação de Betoneira; e 
Placa de Gesso não apresentaram alteração nos valores e foi registrado redução de preço em apenas um material dos 26 pesquisados no levantamento de dezembro, Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado (-0,27%)
Fonte: SindusconRS

terça-feira, 1 de setembro de 2020

O Sinduscon RS divulgou os valores dos salários médio de agosto de 2020.

Salário Médio R$/h

Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 19,41
Acima de 25 subordinados - 23,02
Média - 20,14

Pedreiro - 7,64
Servente - 6,11
Carpinteiro - 7,67
Ferreiro (Armador) - 7,54
Pintor - 7,50
Apontador - 14,98

Eletricista
Oficial - 7,73
Meio Oficial - 6,42
Ajudante - 5,92

Instaladores Hidráulicos
Oficial - 7,99
Meio Oficial -6,42
Ajudante - 5,92

Engenheiro - 47,19
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

Preços médios dos materiais de construção em agosto de 2020.

Aço CA-50 Ø mm R$ 5,32
Areia Lavada m3 R$ 68,25;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 284,11; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.242,99;
Brita nº 02 m3 R$ 65,56
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unidade R$ 4,42
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,54; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 333,81
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 37,35;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 107,23;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 20,24
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 1.084,76
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 42,86;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,47
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 234,04
Locação de Betoneira dia R$ 37,00
Placa de gesso m2 R$ 11,50
Porta lisa p/pintura unid R$ 143,31;
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 22,99;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 52,94; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 57,88
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,66;
Tinta látex PVA l R$ 26,06
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 30,87
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 20,05; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 78,00; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

O SindusconRS divulgou o CUB/m² de agosto

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul (SindusconRS) divulgou o CUB/m² - Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de agosto de 2020, com base na NBR 12.721/2006.  


Os materiais de construção que mais subiram em agosto foram:

Aço CA - 50 10mm (11,30%),
Telha fibrocimento ondulada 6mm (6,76%),
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1,40m , em alumínio (5,79%), 
Registro de pressão cromado Ø 1/2″ (3,78%). 
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro (3,58%), e
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2″ (3,17%)

O material de construção que apresentou redução de preço em agosto último:

Porta lisa p/pintura (-1,81%),
Tinta Látex PVA (-1,81%),
Placa cerâmica (azulejo) 30 cm X 40 cm, PB II (-1,63%),
Concreto fck=25 Mpe (-1,34%), e
Brita n° 02 (-1,25%)  
Fonte: SindusconRS

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Preços médios dos materiais de construção em janeiro de 2020.

Aço CA-50 Ø mm R$ 4,62
Areia Lavada m3 R$ 64,50;
Bacia sanitária branca com caixa acoplada R$ 275,76; 
Bancada de pia de mármore branco 2,00 m x 0,60 m R$ 1.218,24;
Brita nº 02 m3 R$ 62,97
Bloco de concreto sem função estrutural 19 x 19 x 39 cm unidade R$ 3,97
Cimento CP-32 II Kg R$ 0,54; 
Concreto fck=25 Mpe m3 R$ 343,24
Chapa compensado plastificado 18mm m2 R$ 36,31;
Disjuntor tripolar 70 A unid R$ 114,44;
Emulsão asfáltica impermeabilizante Kg R$ 19,62
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1 ,40m , em alumínio m2 R$ 851,31
Fechadura para porta interna, em ferro, acabamento cromado unid R$ 39,95;
Fio de cobre anti-chama, Isolamento 750V,#2,5 mm2 m R$ 1,31
Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro m2 R$ 192,54
Locação de Betoneira dia R$ 37,00
Placa de gesso m2 R$ 11,17
Porta lisa p/pintura unid R$ 143,52;
Placa cerâmica (azulejo) 3Ocm x 4Ocm, PB II m2 R$ 23,09;
Registro de pressão cromado Ø 1/2" unid R$ 49,61; 
Tubo de ferro galvanizado com costura Ø 2 1/2" m R$ 53,76
Tijolo 9 x19x19 cm unid R$ 0,63;
Tinta látex PVA l R$ 24,73
Tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto Ø 150 mm m R$ 29,87
Telha fibrocimento ondulada 6 mm m2 R$ 19,19; e
Vidro liso transparente 4 mm m2 R$ 72,66; 
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

O Sinduscon RS divulgou os valores dos salários médios de janeiro de 2020.

Salário Médio R$/h
Mestre de Obras
Até 25 subordinados - 20,09
Acima de 25 subordinados - 23,92
Média - 21,11
Pedreiro - 7,55
Servente - 6,11
Carpinteiro - 7,66
Ferreiro (Armador) - 7,55
Pintor - 7,50
Apontador - 14,99
Eletricista
Oficial - 7,71
Meio Oficial - 6,42
Ajudante - 5,92
Instaladores Hidráulicos
Oficial - 8,01
Meio Oficial -6,42
Ajudante - 5,92
Engenheiro - 45,59
Não estão incluídos os encargos sociais, bonificações e outras despesas.
Fonte: DEE – Sinduscon/RS

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Índice Nacional de Custo da Construção de janeiro de 2020

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) subiu 0,26% em janeiro, percentual superior ao apurado no mês anterior, quando variou 0,14%. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,45% em janeiro, após queda de 0,01% em dezembro. O índice referente à Mão de Obra variou 0,09% em janeiro, após subir 0,26% em dezembro.
Materiais, Equipamentos e Serviços
No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a variação correspondente a Materiais e Equipamentos foi de 0,47%, contra -0,04% no mês anterior. Todos os subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de -0,27% para 0,29%.
A variação relativa a Serviços passou de 0,11% em dezembro para 0,37% em janeiro. Neste grupo, vale destacar o avanço da taxa do item vale transporte, que passou de 0,00% para 0,87%.
Mão de obra
O índice referente à Mão de Obra variou 0,09% em janeiro. No mês anterior, este grupo apresentou taxa de 0,26%.
Capitais
Seis capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador, Brasília, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Em contrapartida, Belo Horizonte apresentou decréscimo em sua taxa de variação.
Fonte: FGV

terça-feira, 29 de outubro de 2019

O SindusconRS divulgou o CUB/m² de setembro

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul (SindusconRS) divulgou o CUB/m² - Custo Unitário Básico por metro quadrado de construção do mês de setembro de 2019, com base na NBR 12.721/2006.  

Os materiais de construção que mais subiram em setembro foram:

Janela de correr tamanho 1,20m x1,20m em ferro (3,51%), 
Esquadria de correr tamanho 2,00 x 1,40m , em alumínio (2,40%), 
Vidro liso transparente 4 mm  (2,35%), e 
Emulsão asfáltica impermeabilizante (2,13%) . 

O material de construção que apresentou redução de preço em setembro último:

Fechadura para porta Interna, em ferro, acabamento cromado (- 3,56%), 
Bacia sanitária branca com caixa acoplada (-3,43%), e 
Registro de pressão cromado Ø 1/2″ (-1,86%). 
Fonte: SindusconRS

Nova diretoria do SindusconRS é empossada.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) empossou a nova Diretoria para o biênio 2019/2021 em solenidade realizada no dia 28 de outubro na Associação Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre. O engenheiro Aquiles Dal Molin Junior, que permanecerá na presidência da Entidade para uma segunda gestão consecutiva, comemorou com cerca de 400 convidados, os 70 anos do Sindicato, completados no dia 15 de outubro. O Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, deu posse oficial aos novos dirigentes. Prestigiaram a solenidade autoridades, deputados, vereadores, líderes de classe empresarial e dos trabalhadores e empresários da construção.

O presidente reeleito Aquiles Dal Molin se pronunciou de forma otimista com relação aos próximos anos. “Assim como outros setores econômicos, amargamos os efeitos desta crise, a mais prolongada e profunda que se tem lembrança. Porém, Projetamos um cenário positivo para o ano 2020 e melhor ainda para 2021”. Ao mesmo tempo alerta que a concretização da retomada “dependerá dos resultados das reformas estruturantes protagonizadas pelo governo federal e pelo Congresso Nacional, tanto pelo equilíbrio nas contas públicas, como pela atração do capital estrangeiro, que deverá dinamizar a nossa economia”.

Entre fatores que justificam a confiança na recuperação da construção civil o dirigente citou como mais relevantes a Taxa Selic que apresenta o menor percentual de sua série histórica, a redução de juros para financiamentos imobiliários e a inflação controlada em nível baixo. Porém nas entrevistas com a imprensa apontou como um obstáculo a ser vencido a burocracia nos licenciamentos. “Continuaremos pressionando o poder público a buscar mais celeridade nos processos, principalmente, no caso da prefeitura de Porto Alegre”.

A Solenidade encerrou com uma apresentação do Sindusom, um grupo criado a partir do Projeto Construção Cultural, uma iniciativa do Sinduscon-RS, que se destaca pela longevidade e apoio ao cenário de artistas emergentes e consagrados da música popular do Rio Grande do Sul. Foram mais de 60 apresentações em seis anos. Os shows no Teatro Sinduscon-RS, sob a curadoria de Mathias Behrends Pinto, acontecem em todas as últimas quintas de cada mês, entre março e dezembro, com entrada franca. O Grupo Sindusom é formado por engenheiros associados do Sinduscon-RS como Marcelo Moises(Clarinete), Zalmir Chwartzmann (Percussão) e Augusto César Franarin (Saxofone) e músicos profissionais, como Mathias Behrends Pinto (Bandolim), Rafa 16 (Violão), Thayan Martins (Pandeiro), Pamela Amaro (percussão) e Fabio Azevedo (Cavaquinho).
Fonte: SinduscoRS

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Índice de Confiança da Construção sobe em agosto.

O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, subiu 2,2 pontos em agosto, para 87,6 pontos, maior nível desde dezembro de 2014 (88,7 pontos). Em médias móveis trimestrais, o ICST avançou pelo terceiro mês seguido, ao variar 2,3 pontos.

“A sondagem de agosto mostra que a percepção dominante é de que o ambiente de negócios está mais favorável, tornando os empresários mais confiantes na recuperação do setor. Essa melhora por três meses consecutivos do ICST e seus componentes mostra uma maior consistência do movimento de retomada. No entanto, deve-se dizer que os empresários estão menos insatisfeitos, uma vez que o ISA permanece em um patamar que ainda indica atividade baixa. Vale notar que o ritmo de melhora se mostra muito lento, insuficiente para alavancar a economia”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE.

Em agosto, o ICST subiu pelo terceiro mês consecutivo, influenciado tanto pela melhora da situação corrente quanto pelas expectativas do curto prazo. O Índice da Situação Atual (ISA-CST) avançou 2,5 pontos, para 77,6 pontos, o maior desde fevereiro de 2015 (81,4 pontos).

A contribuição do resultado positivo ISA-CST veio do indicador que mede a percepção sobre a situação atual da carteira de contratos, que avançou 2,3 pontos, para 75,8 pontos, e do indicador da situação atual dos negócios, que subiu 2,7 pontos, para 79,6 pontos. O Índice de Expectativas (IE-CST) subiu 1,9 ponto, passando para 97,9 pontos, maior nível desde janeiro de 2014 (99,1 pontos). Os dois quesitos deste índice contribuíram positivamente para o resultado. O indicador de demanda prevista nos próximos três meses avançou 2,7 pontos, para 98,2 pontos, e o indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses aumentou 0,9 ponto, para 97,5 pontos. O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor variou 0,7 ponto percentual, para 69,6%, alcançando a quinta alta consecutiva. Tanto o NUCI para Máquinas e Equipamentos quanto o NUCI para Mão de Obra subiram 0,2 e 08 ponto percentual respectivamente.

Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV)

Em boa parte desses anos de crise setorial, o Programa Minha Casa Minha Vida exerceu um papel fundamental de sustentação da atividade. Os investimentos do programa permitiram que as empresas que operavam com a habitação popular mantivessem um patamar de investimentos que contribuiu para amenizar a retração das demais áreas setoriais. “Desde o início do ano, com o contingenciamento do orçamento da União, a falta de repasse de recursos tem levado à paralisação de obras, invertendo o quadro em que as empresas que operavam com o programa eram mais confiantes e otimistas. Ou seja, o programa perde cada vez mais sua capacidade para atenuar os efeitos da crise”, observou Ana Maria Castelo.
Fonte: FGV

Indústria da construção prevê geração de 900 mil empregos


Para mostrar que a indústria da construção pode ser protagonista na retomada do crescimento econômico nacional, na geração de empregos e no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) reuniu nesta quarta-feira (11/09), durante o encontro ‘A construção na condução da retomada do emprego’, cerca de 40 parlamentares de todas as regiões do País para um amplo debate sobre o futuro do setor. Entre os destaques, caminhos para estimular a criação de 936 mil empregos no mercado imobiliário, em concessões municipais, saneamento e retomada de obras paralisadas.

Também participaram do debate o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, e mais de 100 representantes do setor da construção.

Ao mencionar a importância da construção civil para essa retomada, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, destacou que o simples fato de o setor ter crescido 1.9%, já fez o Brasil ter um resultado positivo, puxando o PIB Nacional (0,4%) para cima. “Esse aumento foi gerado apenas pelo mercado imobiliário da Região Sudeste, via Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Imagine se todos os segmentos estivessem funcionando – mercado imobiliário (FGTS, SFI), obras públicas e de infraestrutura, obras industriais e corporativas setor”.

Martins apontou dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) que revelam que a cada R$ 1 milhão de investimentos na construção são gerados diretamente 7,64 empregos e uma renda de R$ 492 mil e direta e indiretamente 11,40 empregos e renda de R$ 772 mil.

“Investimentos de R$ 8,5 bilhões no Mercado Imobiliário [dentro do SFH, Sistema Financeiro da Habitação] gerariam rapidamente mais de 96 mil empregos, ampliando em 0,13% o PIB”, exemplificou, chamando atenção para os dados seguintes:


 


Atrasos no Minha Casa, Minha Vida impactam 200 mil empregos


Martins ressaltou ainda que, com o atraso do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), 200 mil empregos estão sendo impactados. Em seguida questionou se o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), de R$ 500, é uma opção de dar emprego no Brasil ou na China. “Aqui, seriam produzidas 400 mil casas, gerando empregos com um efeito indireto fantástico na compra, por exemplo de móveis, fazendo a economia girar”.

“Precisamos motivar a construção civil, porque ela é o setor que pode gerar emprego de forma mais rápida e efetiva”, defendeu o presidente da CNI, Robson Andrade, destacando o seu preparo, por meio das suas pequenas, médias e grandes empresas, para atender às necessidades do país.

Além disso, Robson Andrade reforçou com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, a necessidade de buscar alternativas de financiar a construção civil, sugerindo a criação e um fundo para a construção civil. “Temos muitos recursos no Brasil que não estão sendo usados para gerar empregos e que poderiam ser usados em investimentos em privatizações, em concessões e na construção civil.

Pagamentos do ‘Minha Casa, Minha Vida’ serão normalizados

Notícia muito aguardada pelo setor da construção, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou que os repasses do programa Minha Casa, Minha Vida começam a ser normalizados ainda nesta quarta-feira (11/09).

Ao reforçar o sentimento dos parlamentares presentes de que o setor da construção é essencial na retomada do país, o deputado Domingos Gomes de Aguiar Neto (PSD-CE) informou que há uma tentativa dos parlamentares de incluir na previsão orçamentária de 2020 recursos para o MCMV, para evitar os prejuízos financeiros para o setor e o país tanto em obras paradas quanto no desemprego.

“Se não for o que precisamos, em razão das despesas discricionárias, mas que o Minha Casa, Minha Vida seja percebido como vetor de desenvolvimento nacional que tem na sua ponta a maior condição de geração de empregos diretos e indiretos no país”, defendeu.

O encontro ‘A construção na condução da retomada do emprego’ ocorreu paralelamente à reunião do Conselho de Administração da CBIC.
Fonte: Cbic